22 de agosto de 2023

Um fim de semana romântico na Sala Cecília Meireles

Um fim de semana romântico na Sala Cecília Meireles. Quinta-feira e sexta-feira, sempre às 19 horas, a pianista Simone Leitão traz um repertório que vai de Bach a Rachmaninoff, sempre sob a inspiração de Franz Liszt. No sábado, às 16 horas, apresenta-se o duo AM, formado por Alejandro Aldana (violino) e Fabio Martino (piano). No repertório, obras de Francisco Mignone, Alberto Williams e Johannes Brahms.

 

DUAS NOITES ROMÂNTICAS COM SIMONE LEITÃO


A Sala Cecilia Meireles, um espaço FUNARJ, apresenta quinta-feira, dia 24 de agosto, e sexta-feira, dia 25 de agosto, sempre às 19 horas, dentro da série Pianistas, Simone Leitão. No repertório, obras de Johann Sebastian Bach, Franz Liszt, Brasílio Itiberê, Tânia Leon e Sergei Rachmaninoff.

 

A Temporada 2023 da Sala Cecília Meireles tem o patrocínio da Petrobras e do Instituto Cultural Vale.

 

O concerto de sexta-feira será transmitido pela YouTube da Sala e pela TV Alerj.

 

Simone conta que a escolha do repertório se deu pela importância de Franz Liszt nas obras para piano, destacando no repertório “A Sertaneja”, de Brasílio Itiberê. Diplomata, Brasílio teve relações de amizade com alguns dos maiores pianistas de seu tempo, como Anton Rubinstein e o próprio Franz Liszt. Considerado um dos precursores do nacionalismo, foi um dos primeiros a inspirar-se em motivos populares e a imprimir à sua obra características nitidamente brasileiras.

 

Ingressos a R$ 40,00.

 

Link para compra de ingressos: https://funarj.eleventickets.com/#!/apresentacao/ac4f05e9cbf6026fdd08466a16bc67036d1e26db

 

PROGRAMA:

Johann Sebastian Bach (1685 - 1750)

Prelúdio e Fuga em lá menor BWV 543 (transcr.: Franz Liszt)

 

Franz Liszt (1811 - 1886)

Deux Légends S.175

II. São Francisco de Paula caminhando sobre as ondas

 

Brasílio Itiberê (1846 - 1915)

A Sertaneja

 

Tânia Leon (1943)

Tumbáo

 

Franz Liszt (1811 - 1886)

Reminiscências de Lucia di Lammermoor

 

INTERVALO

 

Alborada del Gracioso Ravel (1875-1937)

 

Sergei Rachmaninoff (1873 – 1943)

Moments Musicaux op. 16

I. Andantino

II. Allegretto

III. Andante Cantabile

IV. Presto 

 

ALEJANDRO ALDANA E FABIO MARTINO:

DE MIGNONE A BRAHMS 

 

A Sala Cecilia Meireles, um espaço FUNARJ, apresenta sábado, dia 26 de agosto, às 16 horas, dentro da Série Música de Câmara. o duo AM, formado por Alejandro Aldana (violino) e Fabio Martino (piano). No repertório, obras de Francisco Mignone, Alberto Williams e Johannes Brahms. 

 

A Temporada 2023 da Sala Cecília Meireles tem o patrocínio da Petrobras e do Instituto Cultural Vale. 

Ingressos a R$ 40,00.

 

Link para compra de ingressos: https://funarj.eleventickets.com/#!/apresentacao/5fb069c7a7019836745b5c4bcb628967339b9ee3 

 

O pianista Fabio Martino destaca que “trazemos ao público da Sala Cecília Meireles um programa romântico com elementos que exprimem as origens e formações musicais de cada compositor apresentado.” 

 

Segundo Martino, Alberto Williams, compositor argentino, estudante de César Franck no Conservatório de Paris, inspira-se certamente na última Sonata para Violino e Piano de Brahms, com a sua tonalidade em Ré menor e a construção da obra em quatro movimentos bastante distintos.

 

Assim como Williams, Francisco Mignone também utiliza elementos da natureza e da sua cultura trazendo cores e harmonias que remetem à música francesa. Nota-se então uma influência da cultura europeia na música latino-americana, que ganha com seus ritmos fortes e marcantes um novo horizonte no cenário musical. 

 

PROGRAMA:

Francisco Mignone (1897-1986)

Sonata em Lá Maior

I. Allegro moderato

II. Andante

III. Allegro non troppo ma deciso

 

Alberto Williams (1862-1952)

Sonata Nr. 2 op. 51 em ré menor

I. Moderato – Allegro maestoso

II. Vidalita – Andante sostenuto

III. Menuetto – Moderato assai

IV. Allegro non troppo

 

Johannes Brahms (1833-1897)

Sonata Nr. 3 op. 108 em ré menor

I. Allegro

II. Adagio

III. Un poco presto e con sentimento

IV. Presto agitato


16 de março de 2026
Com curadoria e cenografia de Jorge Mendes, a mostra fica em cartaz no museu Janete Costa em Niterói até 29 de março de 2026. Acolher é mais do que receber. É tratar com cuidado, proteger, preservar. É sustentar aquilo que nos conecta ao mundo, ao outro e a nós mesmos. Potes de cerâmica, cestarias, gamelas e caixas confeccionadas por grandes artistas populares, cooperativas e comunidades tradicionais, indígenas, quilombolas, sertanejas e ribeirinhas acolhem alimentos, água, memórias, saberes e histórias que atravessam gerações. Cada peça revela a marca das mãos que a moldaram e a herança de quem ensinou o ofício. No barro, na fibra e na madeira estão gravadas histórias de um Brasil profundo, em diálogo com práticas de toda a América Latina, onde povos distintos compartilham o gesto de acolher: acolher para proteger, proteger para preservar, preservar para celebrar. A arte popular latino-americana é feita desses laços invisíveis, trançados na mesma matéria, nutridos pelo saber coletivo e movidos pelo desejo de manter viva a memória de todos nós. Jorge G. Mendes Curador Acolher é um gesto de humanidade. É um ato de cuidado que reconhece o outro, que o legitima e o preserva. A reunião dessas obras criadas por artistas populares, comunidades tradicionais, indígenas, quilombolas, sertanejas e ribeirinhas, reafirma o compromisso da Fundação de Arte de Niterói em proteger e valorizar o patrimônio cultural e artístico brasileiro - especialmente aquele que nasce das mãos e dos saberes coletivos. É nesse encontro que celebramos a pluralidade da nossa arte, viva, pulsante e ancestral. O Museu Janete Costa de Arte Popular se torna, mais uma vez, um espaço de pertencimento: um lugar onde memórias são honradas, identidades são reconhecidas e o Brasil profundo encontra visibilidade e respeito. Que esta exposição inspire em cada visitante o desejo de acolher histórias, tradições, territórios e pessoas. Micaela Costa Presidenta da Fundação de Arte de Niterói
16 de março de 2026
Nesse mês dedicado às mulheres, a Sala José Cândido de Carvalho, sob Curadoria de Desirée Monjardim, traz 11 potentes artistas que, em coletivo, entrelaçam vozes, gestos e visões, afirmando o feminino como linguagem, território e permanência um campo vivo de criação, direito e memória. Segundo Be Sancho, artista visual, curador e mestre em Ensino de História, "no encontro cultivamos afetos, tecemos memórias, nutrimos a corpo-templo. É nesse espaço de trocas que as artistas visuais revelam a dimensão sensivel e insurgente do feminino, expandindo seus gestos criadores em potência e poder, sensibilidade e beleza, marcando presença em nosso tempo e lugar de pertencimento. São discursos estéticos que nos inspiram a ver para além do percebido de imediato, atravessando camadas visiveis e invisíveis, nos movendo a seguir com confiança na construção de novos valores e sentidos. A mulher em suas diferentes dimensões ganha potência nessa mostra, onde cada artista nos oferece diferentes perspectivas estéticas e poéticas. Pintura, cerâmica e fotografia compõem o campo sensível da exposição, ofertando-nos elementos simbólicos que nos impulsionam a imaginar e a construir novas narrativas sobre o feminino."  Serviço Exposição: 'O Feminino é Arte' - coletivo Curadoria: Desirée Monjardim Assistente de curadoria: Lina Ponzi Abertura: 10 de março de 2026, às 18h Visitação: Até 08 de maio de 2026 - 2ª a 6ª, das 9h às 17h Local: Sala José Cândido de Carvalho Rua Presidente Pedreira, 98. Ingá, Niterói