
A Constituição Federal, dentre os direitos fundamentais e suas garantias sociais traz, além de muitos outros, o Direito à Cultura e ao Lazer. No Brasil, o Direito à Cultura é previsto na Carta Magna como um direito fundamental do cidadão. Segundo ela, cabe ao Poder Público possibilitar efetivamente a todos a fruição dos direitos culturais, mediante a adoção de políticas públicas que promovam o acesso aos bens culturais, a proteção ao patrimônio cultural, o reconhecimento e proteção dos direitos de propriedade intelectual bem como o de livre expressão e criação. O direito à cultura é uma eficácia da garantia social ao lazer, uma vez que impõe como competência da União, Estados, Distrito Federal e Municípios, a proteção aos bens de valor histórico e artístico e a promoção ao meio de acesso à cultura, educação, à ciência, à tecnologia, à pesquisa e à inovação, não perdendo de vista o esporte, como um meio de lazer. Muito embora o lazer e a cultura, na prática, tenham se mostrado direitos relegados ao segundo plano em relação aos demais direitos fundamentais e sociais, eles tangenciam diversas áreas das garantias sociais e individuais, a exemplo do direito à educação, trabalho, segurança, proteção à infância, direitos autorais e artísticos. E portanto, a garantia social ao lazer é abarcada no próprio Direito à Cultura. O Direito da Cultura e Entretenimento pode ser traduzido então como um direito fundamental, como uma garantia social, onde é aplicado às atividades culturais e desportivas, com o objetivo de proporcionar segurança jurídica e garantir o respeito às leis no desenvolvimento das artes e dos esportes, bem como promover seu acesso à sociedade. Não há dúvidas que a Lei de Incentivo a Cultura (Lei Rouanet) e a Lei do Audiovisual (Lei nº 8.685/93) possibilitaram a amplitude das políticas públicas relacionadas à cultura, lazer e esporte, a exemplo do PRONAC - Programa Nacional de Apoio à Cultura. As leis surgiram com o escopo de incentivar o investimento em cultura em troca, a princípio, de incentivos fiscais, pois com o benefício no recolhimento do imposto a iniciativa privada se sentiria estimulada a patrocinar eventos culturais, uma vez que o patrocínio além de fomentar a cultura, valoriza a marca das empresas junto ao público. Com a Lei Rouanet surgiram três formas possíveis de incentivo no país: o Fundo Nacional de Cultura (FNC), os Fundos de Investimento Cultural e Artístico (Ficart) e o Incentivo a Projetos Culturais por meio de renúncia fiscal (Mecenato). Ocorre contudo, que com o tempo a lei foi ficando defasada, além de ter sido totalmente mitigada com a implementação de Medidas Provisórias e destinação de recursos divergentes daqueles do mercado artístico, cultural e desportivo. O surgimento da internet, equilíbrio na inflação, mudança do contexto artístico, cultural, político e econômico do Brasil para o mundo, fez como que o Ministério da Cultura, incentivasse uma mudança, surgindo então o Programa Nacional de Fomento e Incentivo à Cultura – Procultura (Projeto de Lei nº 6722/2010), que veio a alterar a Lei Rouanet. O apoio do Ministério da Cultura aos projetos culturais por meio da Lei Federal e também por editais para projetos específicos, lançados periodicamente, valoriza a diversidade e o acesso à cultura, como um direito de todos dentro da democracia e ampliando a liberdade de expressão. Hoje a cultura tornou-se uma economia estratégica no mundo, que depende não só do investimento público como do privado. O acesso à cultura e ao lazer está diretamente ligado a um novo ciclo de desenvolvimento do país: a universalização do acesso, diversidade cultural, desenvolvimento da economia e cultura. Não se perca de vista a realização da Copa e das Olimpíadas, por exemplo, que levam as empresas a injetarem um maior investimento nos atletas, assim como nos eventos culturais nas localidades onde são realizados. Em meio a esse turbilhão de direitos e garantias fundamentais, mesmo com o esforço do Governo nas diversas tentativas de implementação de políticas públicas, válido destacar que, embora levado a segundo plano, o Direito da Cultura e Entretenimento em verdade está saindo nesta zona de “sub-direito”, para se lançar como uma potencial garantia jurídica. Afora as políticas públicas e ações do governo, que podem ser exigidas a partir de uma Ação Popular, ou em um litígio casuístico, as ações de empresários como realização de eventos por produtores culturais no Brasil, também são alvos de lide, demandas judiciais tanto públicas como privadas. Festivais de artes, espetáculos, shows e festas, estão sujeitos a uma série de controles e restrições, o que ocasiona grande impacto urbanístico e ambiental, e por envolverem interesses de uma grande gama de categorias especiais, como, por exemplo, crianças, adolescentes, consumidores, estudantes, entre outras, exigem um amplo conhecimento nas diversas áreas jurídicas, além de abrangerem um grande número de leis esparsas das mais diversas naturezas; algumas locais, outras estaduais e nacionais, que têm que ser conhecidas por todos aqueles que se propõem e se dedicam à realização de eventos no país. Pode-se concluir que o Direito da Cultura e Entretenimento não só tem espaço no mundo jurídico como reina em diversas áreas que burocratizam e disciplinam a arte, cultura, lazer, o esporte, educação e quantos ramos forem necessários para se garantir a efetividade do exercício da garantia constitucional, seja a um cidadão comum, como ao empresário. Por Suzana Fortuna

A Orquestra Petrobras Sinfônica se apresenta no domingo, 18 de outubro de 2026, às 16h, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, em um concerto que celebra os 65 anos do trompetista e compositor norte-americano Wynton Marsalis e os 120 anos do russo Dmitri Shostakovich. A regência é da maestra venezuelana Glass Marcano, formada no El Sistema. Na primeira parte, o trompetista francês Éric Aubier, solista convidado, interpreta o Concerto para Trompete de Wynton Marsalis, obra em seis movimentos que transita por diferentes linguagens musicais. Na segunda, a orquestra executa a Sinfonia nº 10, em mi menor, op. 93, de Shostakovich, uma das peças mais conhecidas do compositor, marcada por contrastes intensos. Serviço • Evento: Concerto Clássico – Orquestra Petrobras Sinfônica • Regência: Glass Marcano | Solista: Éric Aubier (trompete) • Programa: Wynton Marsalis – Concerto para Trompete; Dmitri Shostakovich – Sinfonia nº 10 • Data e horário: domingo, 18 de outubro de 2026, às 16h • Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Praça Floriano, s/nº, Centro, Rio de Janeiro (RJ) • Ingressos: pelo link de venda indicado na programação oficial da orquestra • Também no Theatro: Uma Noite em Buenos Aires – sábado, 17 de outubro de 2026

Peça juvenil com 14 atores em cena mistura música, dança e teatro numa aventura sobre ancestralidade, pertencimento e construção da identidade. Misturando música, dança e teatro, Sankofa: Um Menino Brasileiro é um espetáculo sobre ancestralidade, resiliência e a busca por quem somos. João, um jovem criado em um orfanato, ao completar 18 anos precisa escolher um sobrenome antes de iniciar sua vida adulta. Angustiado por não conhecer suas origens, embarca em uma jornada fantástica através de um sonho, acompanhado de sua melhor amiga, Tatiana. Guiado por personagens inspirados em tradições populares brasileiras — como o Bumba Meu Boi, o Maculelê, a Capoeira, as Lavadeiras e a Congada — João atravessa desafios e descobertas em busca de sua identidade. Ao incluir as aulas de teatro no currículo escolar, o Solar Meninos de Luz buscava desenvolver habilidades de comunicação, expressão e convivência, contribuindo para a formação e a inclusão social de crianças e jovens das comunidades do Pavão-Pavãozinho e Cantagalo, no Rio de Janeiro. Ao longo de 11 anos de parceria com a MUSA Cia Teatral, a iniciativa cresceu e se transformou em uma Escola de Teatro, voltada também à formação profissional, com grupos de extensão e montagens próprias. Pelo quinto ano consecutivo, uma produção da Escola de Teatro chega a palcos de referência fora da escola. Neste ano, é a vez de “Sankofa – Um Menino Brasileiro”, espetáculo juvenil que mistura música, dança e teatro para abordar ancestralidade, pertencimento e construção da identidade. A montagem será apresentada em 13 de outubro, no Imperator, no Méier; em 16 de outubro, no Centro de Letras e Artes da UNIRIO, na Urca; e em 29 de outubro, no Festival Estudantil de Teatro de Belo Horizonte, no Complexo Cultural Funarte, em Minas Gerais. A entrada é gratuita. Realizado pelo Solar Meninos de Luz e idealizado pela MUSA Cia Teatral, “Sankofa – Um Menino Brasileiro” tem dramaturgia de Maria Augusta Montera, direção de Cheila Oliveira e direção musical de Tauã de Lorena. Em cena, 14 atores do Grupo de Extensão conduzem crianças, jovens e suas famílias por uma aventura com personagens inspirados em tradições populares brasileiras. A pesquisa artística foi desenvolvida em parceria com a artista, pesquisadora e professora da UNIRIO Juliana Manhães e incorporou elementos de manifestações populares como Bumba Meu Boi, Maculelê, Jongo e Cirandas, entre outras tradições de diferentes regiões do país. Os figurinos são inspirados na estética surrealista do artista Cícero Dias. “‘Sankofa’ nos convida a olhar para a riqueza da diversidade cultural brasileira e perceber que a memória ancestral continua viva em nossas histórias, comportamentos e manifestações culturais. Conhecer essas origens é uma forma de compreender melhor quem somos. É desse encontro com o passado que também podemos imaginar um futuro mais justo e com respeito às diversidades”, explica Cheila Oliveira, diretora e preparadora do elenco. Voltada para crianças e jovens, a Escola de Teatro do Solar Meninos de Luz oferece aulas semanais baseadas no Método MUSA (Musical System of Acting, ou Sistema Musical de Atuação), técnica criada pelo diretor grego Sotiris Karamesinis, fundador da companhia. “A vantagem é que a formação pode continuar depois que o jovem deixa a escola, por meio dos Grupos de Extensão, que permitem aos ex-alunos seguir desenvolvendo seu trabalho artístico e, para quem deseja, construir uma trajetória profissional no teatro. ‘Sankofa’ traz justamente esse grupo de extensão em cena, alunos que pretendem seguir o caminho profissional das artes”, explica Cheila. SERVIÇO Espetáculo teatral Título: Sankofa - Um Menino Brasileiro Duração: 55 min. Classificação etária: livre www.solarmeninosdeluz.org.br Data: 13 de outubro (terça-feira), às 19h Local: Imperator - Centro Cultural João Nogueira End: R. Dias da Cruz, 170 - Méier Sessão com intérprete de libras Ingresso: gratuito Data: 16 de outubro (sexta-feira), às 19h Local: Sala Paschoal Carlos Magno – Centro de Letras e Artes UNIRIO End: Av. Pasteur, 436 - Urca Ingresso: gratuito

A Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB) retoma o Festival Brahms-Schumann na Sala Cecília Meireles, na Lapa, Centro do Rio, no sábado, 17 de outubro de 2026, às 17h, e no domingo, 18 de outubro, às 11h. O regente britânico Neil Thomson conduz um programa que termina com a Sinfonia nº 4 em mi menor, op. 98, de Johannes Brahms. Os ingressos custam R$ 40 (meia-entrada a R$ 20). A apresentação abre com duas obras de Robert Schumann: a abertura Die Braut von Messina (A Noiva de Messina) e Abertura, Scherzo e Finale. Na segunda parte, a orquestra executa a Sinfonia nº 4, a última que Brahms escreveu. O festival, que estreou em 3 e 4 de outubro com regência de José Soares, reúne na mesma série os dois compositores românticos alemães, ligados por uma longa amizade. O Festival Brahms-Schumann termina no sábado, 31 de outubro, às 17h, e no domingo, 1º de novembro, às 11h, também na Sala Cecília Meireles. Sob regência de Marcelo Lehninger, o pianista Jean Louis Steuerman interpreta o Concerto para Piano em lá menor, op. 54, de Schumann. Em seguida, a OSB toca a Sinfonia nº 2 em ré maior, op. 73, de Brahms. Os preços são os mesmos: R$ 40 e R$ 20 (meia). Entre as duas datas, a série Músicos da OSB leva o naipe de madeiras da orquestra à Sala Cecília Meireles no sábado, 24 de outubro, às 17h, com obras de Debussy, Villa-Lobos, Ernani Aguiar, Malcolm Arnold, Jacques Ibert e Carl Reinecke. Os ingressos também custam R$ 40 (meia R$ 20). A agenda da orquestra em outubro inclui ainda apresentações gratuitas do Quinteto de Sopros da OSB na hora do almoço: na terça-feira, 13 de outubro, às 12h30, no AQWA Corporate (Av. Oscar Niemeyer, 2000, Santo Cristo), e na quarta-feira, 14 de outubro, às 12h30, no Edifício Ventura (Av. República do Chile, 330, Centro). O repertório vai de Debussy e Piazzolla a Zequinha de Abreu, Waldir Azevedo, Luiz Gonzaga e Jacob do Bandolim. Serviço • Evento: Festival Brahms-Schumann – Orquestra Sinfônica Brasileira • 17 e 18/10: sábado, 17 de outubro de 2026, às 17h, e domingo, 18 de outubro, às 11h – regência de Neil Thomson; Schumann (Die Braut von Messina; Abertura, Scherzo e Finale) e Brahms (Sinfonia nº 4) • 24/10: sábado, às 17h – Série Músicos da OSB | Madeiras • 31/10 e 1º/11: sábado, às 17h, e domingo, às 11h – regência de Marcelo Lehninger, com Jean Louis Steuerman (piano); Schumann (Concerto para Piano) e Brahms (Sinfonia nº 2) • Local: Sala Cecília Meireles – Rua da Lapa, 47, Lapa, Rio de Janeiro (RJ) • Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia), pelos links de venda indicados na programação oficial da OSB • Quinteto de Sopros (gratuito): 13/10, 12h30, AQWA Corporate; 14/10, 12h30, Edifício Ventura

O clássico "A Bela e a Fera", que encanta gerações, ganha vida na mais nova montagem da Cia de Artes Faz Assim, que entra em cartaz no Theatro Municipal de Niterói, no fim de semana de 10 e 11 de outubro, às 16h. A nova montagem do belo conto de fadas francês, original de Gabrielle-Suzanne Barbot, se destaca pelos figurinos e lindas canções. O espetáculo promete transportar o público para um lugar onde o valor interior é que realmente importa. Bela, uma jovem inteligente, corajosa, que troca sua liberdade pela do pai e passa a viver no castelo de uma misteriosa Fera. Com o tempo, ela descobre que além da aparência há um coração bondoso e generoso. Dirigido por Fred Trotta, o espetáculo reúne um talentoso elenco e aposta em uma linguagem leve, com personagens cômicos. Serviço A Bela e a Fera - Cia. de Artes Faz Assim Datas: 10 e 11 de outubro de 2026 Horário: Sábado e domingo, às 16h Classificação indicativa: Livre Duração: 55min Ingressos: R$ 60,00 (Solidário: valor promocional de R$40, mediante a doação de 1kg de alimento não perecível. Desconto não cumulativo) Vendas pelo Fever, ou na bilheteria do Theatro Local: Theatro Municipal de Niterói End: Rua XV de Novembro, 35, Centro - Niterói Site: www.tmjc.com.br

Núcleo difusor da língua e cultura italianas no Rio de Janeiro, o Instituto Italiano, instalado no prédio da Casa D’Itália, no Centro, lança a programação que ocupará sua grade de eventos durante os meses de outubro, novembro e dezembro. Cultura per tutti, como se fala em italiano literal, traduz a essência da curadoria: oferecer cultura para todos de maneira inclusiva e democrática, com espetáculos gratuitos. Os eventos de música, teatro e dança acontecerão na sede do IICRio, no 4º andar, envolvendo artistas italianos ou que tenham algum vínculo com o país. Abrindo a agenda do mês de outubro, no dia 8, quinta-feira, às 18h, será apresentado “Encontros - Giulio Scianatico Trio feat. Edu Neves” “Encontros” nasceu quando o contrabaixista italiano Giulio Scianatico finalizou sua residência artística no Rio de Janeiro, pelo programa AIR (Artisti in Residenza). O concerto transforma em música os encontros, ensaios e trocas vividos por Scianatico durante sua passagem pelo Brasil. Ele será acompanhado pelo pianista italiano Alessandro Lanzoni, seu parceiro musical de longa data, e pelo baterista brasileiro Edu Ribeiro, integrante do Trio Corrente e referência da música instrumental brasileira. O concerto contará ainda com a participação especial do carioca Edu Neves, flautista, saxofonista e compositor que foi o tutor de Scianatico durante a residência aqui. O repertório reúne composições autorais de Scianatico e Lanzoni, obras de Edu Neves e peças da tradição brasileira, em um diálogo marcado pelo jazz, pela improvisação e pelos nossos ritmos. Mais do que uma aproximação entre diferentes tradições musicais, Encontros celebra as relações construídas entre os próprios músicos durante essa estadia na cidade carioca. Alguns dias depois, na quarta, 14 de outubro, às 19h, será a vez do concerto “Tatum Rush - repertório em movimento entre Jazz, Bolero e Soul. Em sua apresentação no Rio, Tatum Rush parte do repertório do álbum lançado em março de 2026, Lolito Ceresiaco, que mescla o jazz de crooners napolitanos, folclore mediterrâneo, bolero latino-americano e soul. Para a ocasião, o artista reuniu uma formação inédita composta por Marcelo Callado (bateria), Daniel Vasques (sax), Leco Vasques (contrabaixo) e Carolina Sulis (percussão). A proposta é deixar o repertório, que inclui também composições inéditas, flua junto aos músicos, mantendo os arranjos abertos e em transformação no palco. Transitando entre a música, a performance, o cinema e as artes visuais, Rush utiliza a forma-canção como uma estrutura maleável que ganha novas configurações. Nascido em San Diego em 1989 e criado em Lugano, Giordano Rush, conhecido como Tatum Rush, é formado em Performance Art pela HEAD de Genebra. Sua discografia inclui trabalhos como Guru Child, Drinks Alchemici, Villa Tatum, Bougainvillea e o recente Lolito Ceresiaco, onde a relação com a canção italiana e as culturas mediterrâneas se torna mais explícita. Paralelamente à música, atua no cinema, na videoarte e no teatro, tendo se apresentado em palcos renomados como o Montreux Jazz Festival, a Triennale Milano e o MAMCO de Genebra. Em 2026, cocriou o projeto interdisciplinar Wanderer em parceria com Lisa Lurati e o LAC de Lugano, explorando a relação entre corpo, som e espaço. Confira a programação com todas as datas até o final de 2026 Teatro e dança 22/10, quinta, às 19h - Laudato Sie - Compagnia Artemis Danza com Monica Casadei 31/10, sexta, às 15h/16h/17h - MicroDanze Centro Coreografico Nazionale Aterballetto 5/11, quinta, às 19h - Mistero Buffo Dario Fo 100 anos Produção do Teatro do Alvorecer e da Fraternal Compagnia (Itália), com Douglas Kodi e direção de Lucas Comastri 24/11, terça, às 18h - A Descoberta das Américas, com o ator Julio Adrião e direção de Alessandra Vannucci Música 8/10, quinta, às 18h - Encontros_Giulio Scianatico Trio feat. Edu Neves 14/10, quarta, às 19h - Tatum Rush 26/10, segunda, às 19h - Anima Mediterranea Musiche, Sogni ed Emozioni 3/12, quinta, às 19h - Duo Gazzana Natascia Gazzana e Raffaella Gazzana 10/12, quinta, às 19h - Andrea Saffirio Serviço Espetáculos gratuitos de música, teatro e dança no IICRio Período: de 8 de outubro a 10 de dezembro de 2026 Local: Instituto Italiano de Cultura do Rio de Janeiro (Av. Pres. Antônio Carlos, 40/4º andar – Centro, Rio de Janeiro) Realização: Instituto Italiano de Cultura do Rio de Janeiro Informações à imprensa: BriefCom Assessoria de Comunicação/Bia Sampaio: (21) 98181-8351/biasampaio@briefcom.com.br/@briefcomcomunicacao Entrada gratuita Classificação livre Sujeito à lotação do espaço

Os Madrigais fazem parte de uma família com poderes mágicos surpreendentes. Por isso, vivem escondidos nas montanhas da Colômbia, em um lindo lugar chamado Encanto. Na região, quase todas as crianças ganharam dons mágicos, exceto Mirabel. Apesar de ser a única pessoa diferente, quando a magia corre perigo de ser exterminada, Mirabel pode ser a única salvação do grupo. Serviço: Temporada: 10/10/2026 - Sábado às 15:00h Classificação Indicativa: Livre Teatro Vannucci – R. Marquês de São Vicente, 52 – Gávea, Rio de Janeiro – Telefone: (21) 2274-7246

A Prefeitura do Rio de Janeiro anunciou a reabertura comercial do Cine Odeon, na Cinelândia, dentro do programa Reviver Cinema, conduzido pela RioFilme para recuperar e modernizar salas de cinema de rua. O anúncio foi feito em 1º de outubro, na abertura da 28ª edição do Festival do Rio, realizada no próprio Odeon, que completa um século. Outro cinema do programa, o CineCarioca Nova Brasília, no Complexo do Alemão, será reinaugurado no sábado, 10 de outubro. Segundo a prefeitura, o CineCarioca Nova Brasília recebeu nova tela, projetor e sistema de som, teve os equipamentos do foyer renovados e a praça do entorno requalificada. A sala ficou aberta durante as obras e será reinaugurada em 10 de outubro, durante o Festival do Rio, com a exibição do filme Nosso Sonho, de Eduardo Albergaria. O festival vai até 11 de outubro. A publicação oficial não informa horário da sessão nem regras de acesso. O Reviver Cinema foi dividido em três fases. A primeira tem três projetos com entrega prevista para este ano, entre eles a segunda sala do Cine Santa, em Santa Teresa, com 50 lugares e espaço de convivência. A segunda fase, em desenvolvimento, inclui o Cine Matilde, em Bangu (470 lugares em duas salas de cinema e um teatro), o Cine Vaz Lobo (250 lugares) e o Cine Costinha, no Cachambi (duas salas e 266 lugares). A terceira fase ainda está em mapeamento de antigos cinemas. De acordo com levantamento da RioFilme, a cidade tem hoje 38 cinemas em funcionamento, somando 207 salas. A prefeitura afirma que os projetos podem incluir, além das salas, teatros, espaços para exposições e eventos, áreas de convivência, gastronomia e serviços, de acordo com cada território. Editais de audiovisual abrem inscrições A RioFilme também informou que as inscrições para a terceira fase do Programa de Fomento ao Audiovisual Carioca começam em 5 de outubro, com R$ 100 milhões distribuídos em editais de coprodução internacional, longas de ficção e animação, séries, documentários, desenvolvimento de projetos e distribuição. Os detalhes serão apresentados em painel no RioMarket, área de mercado do Festival do Rio no Armazém da Utopia, na Gamboa. Serviço • Reinauguração do CineCarioca Nova Brasília: sábado, 10 de outubro de 2026, com exibição de Nosso Sonho (horário não divulgado na publicação oficial) • Local: CineCarioca Nova Brasília, Complexo do Alemão, Rio de Janeiro (RJ) • Cine Odeon: Cinelândia, Centro do Rio; a prefeitura anunciou a reabertura comercial, sem data de início divulgada • Festival do Rio 2026: até 11 de outubro • Realização: Prefeitura do Rio, por meio da RioFilme

Atividade mais antiga do Colégio La Salle Abel, fundada em 1953, a Orquestra La Salle, que continua produzindo boa música e encantando plateias. Sob regência do Maestro Henrique Manso Junior, neto do falecido maestro Pedro Mota, fundador da então Orquestra Típica de Ritmos La Salle, em 1957, o grupo comemora no palco do Theatro Municipal de Niterói, na sexta-feira, 09 de outubro, às 20h, 69 anos de existência. Nessas mais de seis décadas, a Orquestra já se apresentou em cerca de 200 cidades brasileiras em diversos estados como São Paulo, Rio Grande do Sul e Distrito Federal, além de ter gravado dois CDs e dois LPs, sendo um deles lançado pelo Selo Niterói Discos em 1992. Atualmente a Orquestra conta com mais de 100 alunos, do 1º Ano do Ensino Fundamental à 3ª série do Ensino Médio, trazendo instrumentos como flauta doce, flauta transversa, saxofone alto, saxofone tenor, trompete, violão, guitarra, baixo, teclado, bateria e percussão, além de cantores. No repertório estão presentes influências musicais brasileiras e estrangeiras. Em 2017 a Orquestra La Salle recebeu uma Moção de Aplausos da Câmara Municipal de Niterói, assim como o Maestro Henrique Manso Júnior foi agraciado com a Medalha Felisberto de Carvalho, uma das mais importantes do Município de Niterói, pelo seu trabalho na área cultural em nossa cidade. Em 2018 esteve em estúdio para gravar um álbum comemorativo pelos seus 60 anos com patrocínio das Águas de Niterói. Este álbum contou com a participação de cerca 100 músicos, incluindo integrantes da Orquestra La Salle, ex-integrantes e também participações especiais de Roberto Menescal, Marcelo Martins, Carlos Malta, Sinfônica Ambulante e do Coral Pequenos Cantores de Canoas (RS). Este álbum já se encontra disponível em todas as plataformas digitais. Serviço Orquestra La Salle 69 anos Data: Sexta-feira, 09 de outubro de 2026 Horário: 20h

Sucesso na Broadway, “Heathers – O Musical” chega aos palcos cariocas com uma montagem inédita, que estreia no Teatro Nathalia Timberg, na Barra da Tijuca, em curta temporada, de 09 de outubro a 01 de novembro, sextas, às 20h, sábados e domingos, às 19h. Com direção de Rafaela Amado, direção musical de Anna Hannickel e direção de movimento de Sueli Guerra, a nova prática em teatro musical da escola Wolf Maya celebra a imaginação, a curiosidade e a coragem de descobrir quem somos em um universo onde tudo pode acontecer. “Heathers” conta a história de Veronica Sawyer, uma adolescente inteligente que tenta encontrar seu lugar na Westerberg High School. Ao se aproximar das Heathers, as garotas mais populares e temidas da escola, acredita ter encontrado uma forma de sobreviver à hierarquia do colégio. Mas tudo muda quando conhece J.D., um jovem misterioso e rebelde, e a tentativa de enfrentar a crueldade e as regras da população toma rumos inesperados e perigosos. Com humor ácido, irreverência e uma trilha musical explosiva conduzida por uma banda ao vivo, a produção fala sobre adolescência, pertencimento, amizade, violência e a necessidade de ser aceito, questionando até onde somos capazes de ir para fazer parte de um grupo e o que acontece quando decidimos romper com ele. Serviço: Temporada: de 09 de outubro a 01 de novembro Dias e horário: sextas, às 20h, sábados e domingos, às 19h Local: Teatro Nathalia Timberg - Escola de Atores Wolf Maya - Av. das Américas, 2.000 (Freeway) - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro – RJ Ingressos: de R$ 50 a R$ 125, vendas no site https://bileto.sympla.com.br/event/125792/d/408556/s/2661940

Inscrições para a segunda edição do festival sustentável e autoral vão até o próximo dia 11 A cena musical de Niterói volta a pulsar com a chegada da fase eliminatória do Festival da Canção Mar de Música, que acontece nos dias 28 e 29 de outubro, no Teatro da UFF. Em sua segunda edição, o festival reafirma seu compromisso com a valorização da música autoral, a diversidade artística e o fortalecimento das expressões culturais do território de Itaipu. A meta desta edição é aumentar o número de inscrições de mulheres. As inscrições vão até o próximo dia 11. Entre as novidades deste ano estão o aumento da premiação e a ajuda de custo de R$ 300 para cada uma das 30 apresentações selecionadas para as eliminatórias, conforme as condições do regulamento, incluindo o cumprimento do horário do line check. Com mais de uma centena de inscrições recebidas em sua primeira edição, realizada em 2024, o festival reuniu aproximadamente duas mil pessoas ao longo de toda a edição, somando os dois dias de eliminatórias e a etapa final. O Mar de Música consolida-se como uma das principais vitrines para artistas independentes da cidade. A edição de 2026 mantém, assim como na edição anterior, pontuação extra para mulheres, pessoas pretas ou indígenas e residentes de Niterói, reforçando o compromisso com representatividade e inclusão. Para conhecer o regulamento, acesse: https://www.mardemusica.com.br/_files/ugd/d546b2_a1a5c018705c4960b77375e1906f620e.pdf Sustentabilidade como eixo central Este ano, o festival aprofunda sua agenda socioambiental com a parceria da Recicla Show, cooperativa do Engenho do Mato. Durante a grande final, haverá coleta seletiva, ações de conscientização e diálogo com restaurantes e bares do entorno da Praça dos Pescadores, fortalecendo práticas sustentáveis no território. A iniciativa reforça o papel do festival como agente de transformação local. A conscientização acontece em todas as etapas: o evento não terá plásticos de uso único nos palcos e os artistas estão orientados a levarem seus próprios copos, inclusive para o Teatro da UFF. Território e tradição A relação com Itaipu, berço do festival, segue como marca fundamental. A produção local é conduzida por profissionais ligados à comunidade — incluindo integrantes de famílias tradicionais de pescadores — e as barracas de alimentação da final serão operadas por moradores da região, oferecendo gastronomia típica da praia e fortalecendo a economia local. Força artística e impacto cultural A primeira edição, realizada em 2024, reuniu 172 inscrições e levou mais de mil pessoas à final na Praça dos Pescadores, com cerca de duas mil como público total. Todas as apresentações foram interpretadas em Libras. O impacto foi imediato: novos talentos foram revelados e a cena independente ganhou visibilidade. Em 2026, a expectativa é ampliar esse alcance, reafirmando o festival como espaço de encontro, diversidade e celebração da música inédita. O Mar de Música já é mais que um festival: é um movimento que une sustentabilidade, tradição, inclusão e inovação artística, fortalecendo Niterói como polo cultural e revelando novas vozes da música autoral brasileira. O festival tem a idealização e realização do IGAI – Instituto de Gestão e Ações Integradas; direção de produção e gestão sustentável da LIX - Soluções Sustentáveis, patrocínio da Prefeitura de Niterói, a partir da Secretaria Municipal das Culturas, além dos parceiros ALPAPI (Associação Livre dos Pescadores e Amigos da Praia de Itaipu) e selo fonográfico Astronauta Discos. Inscrições abertas até o dia 11 de outubro As inscrições são gratuitas e seguem abertas até 11 de outubro, para artistas solo ou bandas de até cinco integrantes. O regulamento e o formulário estão disponíveis em www.mardemusica.com.br e no Instagram: @mardemusica Premiação em dinheiro Os artistas selecionados para a final, marcada para 14 de novembro, concorrem a premiação em dinheiro: 1º lugar: R$ 9 mil; 2º lugar: R$ 6 mil; 3º lugar: R$ 4 mil; Melhor Arranjo: R$ 3 mil e Melhor Intérprete: R$ 3 mil

Júlia Rabello, Maria Clara Gueiros e Priscila Castello Branco desembarcam em Niterói com o espetáculo "Agora é Que São Elas!", comédia de esquetes escrita e dirigida por Fábio Porchat. A montagem será apresentada entre os dias 08 a 11 de outubro, às 20h, na Sala Nelson Pereira dos Santos. Haverá ua sessão extra no sábado, às 18h. No palco, as atrizes se transformam em 20 personagens diferentes, interpretando homens e mulheres como protagonistas de nove esquetes que abordam situações cotidianas com humor rápido, afiado e altamente identificável. Os textos misturam criações recentes e outros escritos por Porchat em 2004 e 2005, que seguem extremamente atuais e conectados com o comportamento da década de 2020. "É um humor de identificação. As pessoas se reconhecem nos personagens ou conhecem alguém que se parece com eles. São encenações do dia a dia, situações que a gente vive. Um comentário que achei divertido", explica Porchat. Entre os esquetes apresentados está "Superstição", que mostra o reencontro de duas amigas que não se viam há anos - uma extremamente supersticiosa e a outra totalmente cética - interpretadas por Maria Clara Gueiros e Júlia Rabello. Em "Selfie", Priscila Castello Branco e Maria Clara vivem uma situação desconfortável quando um fã aborda uma atriz famosa em um restaurante e, enquanto tenta tirar uma foto, passa a listar defeitos da artista que diz admirar. Já o esquete mais recente, "Meu Bebê", traz Júlia e Priscila como um casal que compara obsessivamente o próprio filho de oito meses com os filhos das amigas, morrendo de medo que o bebê não seja o mais inteligente de todos. Serviço Agora Que São Elas Datas: 08, 09, 10 e 11 de outubro de 2026 Horários: Quinta a domingo, 20h | Sessão extra, sábado, às 18h Duração: 70 minutos Classificação indicativa: 14 anos Ingresso: R$ 150,00 inteira | R$ 120,00 promocional 1kg de alimento Vendas pelo Fever, ou na bilheteria da Sala Nelson Pereira dos Santos Local: Sala Nelson Pereira dos Santos Avenida Visconde do Rio Branco, 880, São Domingos - Niterói

Quais corpos enfrentam mais obstáculos para circular pela cidade? E para quem, afinal, os espaços urbanos são pensados? Essas questões saem das ruas e chegam ao palco em “Paragem”, espetáculo inédito de dança contemporânea idealizado por Júlia Fernandez e Luna Leal, que estreia no dia 8 de outubro, no Multiuso do Sesc Copacabana. A temporada terá oito apresentações com Libras e audiodescrição. A peça foi contemplada no Edital de Cultura Sesc RJ Pulsar e conta com a produção da eLabore.Kom. Ao transformar o cotidiano dos deslocamentos em matéria coreográfica, “Paragem” aproxima dança, cidade e cidadania e propõe enxergar a mobilidade não apenas como a possibilidade de ir de um ponto a outro, mas como um direito que interfere diretamente no acesso ao trabalho, à educação, à saúde, à cultura e ao lazer. A montagem parte, assim, de uma pergunta aparentemente cotidiana — como nos deslocamos pela cidade? — para chegar a questões maiores: quem consegue circular livremente? Quais corpos encontram mais barreiras? Quais regiões são mais acessíveis? Quanto da vida é consumido nos trajetos? E, afinal, para quem essas cidades são construídas? Com “Paragem”, a dança contemporânea se torna uma linguagem para observar a cidade e as suas tensões, transformando aquilo que milhares de pessoas experimentam todos os dias em movimento, reflexão e provocação. SERVIÇO Paragem – espetáculo de dança contemporânea Temporada: 8 a 18 de outubro de 2026 Dias: quinta-feira a domingo Horários: quintas e sextas, às 19h; sábados e domingos, às 17h Local: Multiuso do Sesc Copacabana Endereço: Rua Domingos Ferreira, 160 – Copacabana – Rio de Janeiro/RJ Ingressos: R$ 40 (inteira); R$ 36 (conveniados); R$ 31 (conveniado empresário); R$ 28 (Credencial Plena Sesc); R$ 20 (meia-entrada); gratuito para público PCG


