*

10 de maio de 2022
A Constituição Federal, dentre os direitos fundamentais e suas garantias sociais traz, além de muitos outros, o Direito à Cultura e ao Lazer.  No Brasil, o Direito à Cultura é previsto na Carta Magna como um direito fundamental do cidadão. Segundo ela, cabe ao Poder Público possibilitar efetivamente a todos a fruição dos direitos culturais, mediante a adoção de políticas públicas que promovam o acesso aos bens culturais, a proteção ao patrimônio cultural, o reconhecimento e proteção dos direitos de propriedade intelectual bem como o de livre expressão e criação. O direito à cultura é uma eficácia da garantia social ao lazer, uma vez que impõe como competência da União, Estados, Distrito Federal e Municípios, a proteção aos bens de valor histórico e artístico e a promoção ao meio de acesso à cultura, educação, à ciência, à tecnologia, à pesquisa e à inovação, não perdendo de vista o esporte, como um meio de lazer. Muito embora o lazer e a cultura, na prática, tenham se mostrado direitos relegados ao segundo plano em relação aos demais direitos fundamentais e sociais, eles tangenciam diversas áreas das garantias sociais e individuais, a exemplo do direito à educação, trabalho, segurança, proteção à infância, direitos autorais e artísticos. E portanto, a garantia social ao lazer é abarcada no próprio Direito à Cultura. O Direito da Cultura e Entretenimento pode ser traduzido então como um direito fundamental, como uma garantia social, onde é aplicado às atividades culturais e desportivas, com o objetivo de proporcionar segurança jurídica e garantir o respeito às leis no desenvolvimento das artes e dos esportes, bem como promover seu acesso à sociedade. Não há dúvidas que a Lei de Incentivo a Cultura (Lei Rouanet) e a Lei do Audiovisual (Lei nº 8.685/93) possibilitaram a amplitude das políticas públicas relacionadas à cultura, lazer e esporte, a exemplo do PRONAC - Programa Nacional de Apoio à Cultura. As leis surgiram com o escopo de incentivar o investimento em cultura em troca, a princípio, de incentivos fiscais, pois com o benefício no recolhimento do imposto a iniciativa privada se sentiria estimulada a patrocinar eventos culturais, uma vez que o patrocínio além de fomentar a cultura, valoriza a marca das empresas junto ao público. Com a Lei Rouanet surgiram três formas possíveis de incentivo no país: o Fundo Nacional de Cultura (FNC), os Fundos de Investimento Cultural e Artístico (Ficart) e o Incentivo a Projetos Culturais por meio de renúncia fiscal (Mecenato). Ocorre contudo, que com o tempo a lei foi ficando defasada, além de ter sido totalmente mitigada com a implementação de Medidas Provisórias e destinação de recursos divergentes daqueles do mercado artístico, cultural e desportivo. O surgimento da internet, equilíbrio na inflação, mudança do contexto artístico, cultural, político e econômico do Brasil para o mundo, fez como que o Ministério da Cultura, incentivasse uma mudança, surgindo então o Programa Nacional de Fomento e Incentivo à Cultura – Procultura (Projeto de Lei nº 6722/2010), que veio a alterar a Lei Rouanet. O apoio do Ministério da Cultura aos projetos culturais por meio da Lei Federal e também por editais para projetos específicos, lançados periodicamente, valoriza a diversidade e o acesso à cultura, como um direito de todos dentro da democracia e ampliando a liberdade de expressão. Hoje a cultura tornou-se uma economia estratégica no mundo, que depende não só do investimento público como do privado. O acesso à cultura e ao lazer está diretamente ligado a um novo ciclo de desenvolvimento do país: a universalização do acesso, diversidade cultural, desenvolvimento da economia e cultura. Não se perca de vista a realização da Copa e das Olimpíadas, por exemplo, que levam as empresas a injetarem um maior investimento nos atletas, assim como nos eventos culturais nas localidades onde são realizados. Em meio a esse turbilhão de direitos e garantias fundamentais, mesmo com o esforço do Governo nas diversas tentativas de implementação de políticas públicas, válido destacar que, embora levado a segundo plano, o Direito da Cultura e Entretenimento em verdade está saindo nesta zona de “sub-direito”, para se lançar como uma potencial garantia jurídica. Afora as políticas públicas e ações do governo, que podem ser exigidas a partir de uma Ação Popular, ou em um litígio casuístico, as ações de empresários como realização de eventos por produtores culturais no Brasil, também são alvos de lide, demandas judiciais tanto públicas como privadas. Festivais de artes, espetáculos, shows e festas, estão sujeitos a uma série de controles e restrições, o que ocasiona grande impacto urbanístico e ambiental, e por envolverem interesses de uma grande gama de categorias especiais, como, por exemplo, crianças, adolescentes, consumidores, estudantes, entre outras, exigem um amplo conhecimento nas diversas áreas jurídicas, além de abrangerem um grande número de leis esparsas das mais diversas naturezas; algumas locais, outras estaduais e nacionais, que têm que ser conhecidas por todos aqueles que se propõem e se dedicam à realização de eventos no país. Pode-se concluir que o Direito da Cultura e Entretenimento não só tem espaço no mundo jurídico como reina em diversas áreas que burocratizam e disciplinam a arte, cultura, lazer, o esporte, educação e quantos ramos forem necessários para se garantir a efetividade do exercício da garantia constitucional, seja a um cidadão comum, como ao empresário. Por Suzana Fortuna

23 de outubro de 2026
Com obras de Vivaldi, Handel e Telemann, grupo realiza apresentações sexta e sábado, com entrada franca A expressividade das flautas doces e sua capacidade de traduzir emoções conduzem o concerto “Mestres do Barroco: A Retórica dos Afetos através das Flautas Doces”, que o Som Doce da Grota apresenta em Niterói nessa sexta-feira, 23 de outubro, às 19h, na Sociedade Fluminense de Fotografia, no Centro da cidade, e no sábado, dia 24, às 10h30, na Igreja Presbiteriana Betânia de Icaraí. As duas apresentações têm entrada gratuita. O programa convida o público a uma viagem pela música dos séculos 17 e 18, período conhecido como a “Era de Ouro” da flauta doce. O repertório reúne obras de compositores como Vivaldi, Handel, Telemann, Lully e Charpentier, explorando diferentes possibilidades sonoras do instrumento. O fio condutor é a chamada Teoria dos Afetos, associada à criação musical do período Barroco, em que melodias, ritmos e harmonias eram empregados para expressar e despertar emoções. Nas apresentações, essa relação entre música e sentimentos ganha forma por meio da sonoridade das flautas doces e do diálogo entre as vozes instrumentais. Integrante do Espaço Cultural da Grota, o Som Doce da Grota aproxima o público desse repertório histórico em um encontro entre formação musical, sensibilidade e acesso à cultura. SERVIÇO Som Doce da Grota — “Mestres do Barroco: A Retórica dos Afetos através das Flautas Doces” Sexta-feira, 23 de outubro • Horário: 19h • Local: Sociedade Fluminense de Fotografia • Endereço: Rua Dr. Celestino, 115 – Centro – Niterói Sábado, 24 de outubro • Horário: 10h30 • Local: Igreja Presbiteriana Betânia de Icaraí • Endereço: Rua Otávio Carneiro, 144 – Icaraí - Niterói Entrada gratuita nas duas apresentações.
23 de outubro de 2026
Nesta sexta-feira, dia 23 de outubro, às 17h, será realizada uma visita mediada na exposição “As Palavras”, com a artista Suely Farhi e a curadora Luiza Interlenghi, no Centro Cultural Justiça Federal (CCJF). A visita será gratuita e aberta ao público. Em cartaz até o dia 22 de novembro de 2026, a exposição reúne dez instalações, produzidas por Suely Farhi desde 1994 até hoje, incluindo obras inéditas, que trazem como tema o universo feminino. Esta é a primeira vez que a artista reúne trabalhos com essa temática. “Suely Farhi investiga o limiar entre palavra, imagem e espaço – a linguagem transmuta a realidade. As palavras – substantivo feminino plural – desenham o invisível e aderem aos objetos para iluminar a força da mulher”, escreve a curadora Luiza Interlenghi no texto sobre a concepção da exposição. Um dos destaques de “As Palavras” é a obra inédita “Elogios às marias-sem-vergonha”, composta por vasos de vidro transparentes e sobrepostos, com tamanhos e formatos variados, cheios d’água, onde estão serigrafados adjetivos positivos sobre as mulheres. “Será preciso movimentar o corpo, como uma dança, para poder ler todas as palavras”, conta a artista, que por meio de uma pesquisa sobre a flor maria-sem-vergonha, selecionou seus pontos fortes e também os pontos fracos, que foram valorados positivamente através de sinônimos. “O vapor sai dessa água e vai irradiando os elogios, fazendo um contágio invisível, uma contaminação pela palavra no ar”, ressalta. Também inédita e produzida este ano, a obra “Suspiros alfabéticos” traz 26 folhas de papel A2, em um painel de 10 metros de comprimento, cada uma com um desenho feito com uma letra do alfabeto. Duas dobras bem sutis nos papéis emolduram as letras e remetem à forma da virilha. “É uma alusão ao corpo feminino, mas o papel branco também lembra as estátuas de mármore. As letras trazem o som, o suspiro, uma sensação interna”, diz Suely Farhi. Além das obras inéditas, outras mais antigas foram atualizadas. “A temática principal do meu trabalho são esses pontos de tensão, de questionamento, de pensamento. Eu nem notava se estava fazendo algo que era feminino ou não”, afirma a artista. Sobre a atualização de algumas obras, ela diz: “Acho que esse milênio está ensinando a ver muito claramente algumas questões. Não quer dizer que eu não fosse feminista, mas a gente vai sabendo e vendo mais claramente certas coisas, inclusive até do meu próprio passado, coisas que vivi sem falar”, completa. Uma das obras que foi atualizada para essa exposição é “O terceiro lado”. Produzida em 2006, contém duas moedas douradas e envelhecidas em homenagem a D. Maria I, primeira rainha a governar Portugal, que era conhecida como “A louca”. Suely criou duas moedas, dentro de uma caixa, uma mostrando a frente, com a inscrição: “louca, louca, louca”, e outra mostrando o verso com a inscrição “calou, calou, calou”, em uma inversão das sílabas. “É uma das cláusulas feministas, a mulher muitas vezes é taxada de louca e muitas vezes se cala antes que a calem. Aqui mostro os dois lados da mesma moeda, mas resolvi atualizar o trabalho e colocar um terceiro espaço, que estará vazio, como uma reinvenção, uma nova saída, não apenas para a mulher, mas para todos – um espaço para reflexão”, conta a artista. Formada em arquitetura, Suely Farhi trabalha com a junção entre espaço e palavra. Segundo ela, “os espaços são repletos de vida, de luz e sombra, de fisicalidades e de atmosferas”. Desta forma, haverá salas ocupadas por uma única obra ou pequenas obras em grandes espaços. Este é o caso de “Geral da Geralda”, instalação composta por uma vassoura de piaçava que empurra e sustenta a parede, que parece estar levantada pela força da vassoura encostada nela. A obra estará sozinha em uma única sala. “Suely propõe modos alternativos de experimentar e compreender os objetos do cotidiano. Uma vassoura apoiada na parede, objeto banal, abre a indagação: o que sustenta e o que é sustentado? Quem apoia a vassoura?”, diz Luiza Interlenghi. Ainda dentro da ideia de ênfase na ambiência, uma única e pequena caixa, de 3,5cm x 3,5cm, ocupará uma sala inteira. Com a iluminação apenas sobre ela em meio à sala escura, o espectador será atraído para a obra, que tem nome enigmático, [...], e propõe uma transformação através de uma única palavra. “Ali tem uma surpresa, que é uma reversão daquele espaço, do que é vivido naquela sensação de escuridão”, conta a artista. Obras antigas também serão apresentadas, como a instalação “A noite dos desejos” (1994), que será remontada especialmente para essa exposição. Em uma sala escura, com velas de led, pequenas luzes surgem e desaparecem, como estrelas cadentes. “Noite dos desejos conduz o olhar para a dimensão do sublime e do sonho desejante, instâncias de resistência ao enfraquecimento da arte como necessidade vital”, afirma Luiza Interlenghi. O vídeo-poema “Barriga” (2010), inédito, traz a imagem de um céu com nuvens brancas, de onde começa a brotar uma esfera, que vai crescendo, até aparecer a palavra “barriga” dentro dela, que, em dado momento, com a saída da palavra “ar” sobra apenas “briga”. E tudo volta ao início. “É uma respiração, o início da vida entrando na matéria”, afirma a artista. Completam a exposição desenhos-escritas e a obra “Encontro dos extremos”, em que duas taças de champanhe com as letras A e Z estão em posição de celebração, encostadas uma na outra, apoiadas sobre uma almofada de veludo. “É um círculo que se fecha, pois A é o início e Z o fim. Elas em equilíbrio instável, uma apoiada na outra e, ao mesmo tempo em posição de brinde”, afirma a artista. ATIVIDADES EM TORNO DA EXPOSIÇÃO Ao longo do período da exposição serão realizadas diversas atividades, gratuitas e aberta ao público. No dia 23 de outubro, às 17h, será realizada uma visita mediada com a artista Suely Farhi e a curadora e crítica de arte Luiza Interlenghi No dia 5 de novembro, às 17h, haverá uma visita à exposição com a presença da artista, seguida da conversa “Palavra como fonte transformadora”, com artista, educadora e psicanalista Daniela Mattos, a poeta, psicanalista e membro da Associação Mundial de Psicanálise Fatima Pinheiro e a teórica-doméstica e professora do Instituto de Artes e PPGartes Uerj Mariana Pimentel. Na última semana da exposição, será realizado o jogo “oráculo dos pensamentos”, às 17h, criado por Suely Farhi. O jogo será realizado no dia 19 de novembro, com a participação de artistas e poetas visuais, como Adriana Maciel, Elaine Pauvolid, Martha Niklaus, Maria Moreira, Monica Barki, Fernanda Junqueira, Fernando Gerheim, Simone Cupello, Xico Chaves e outros. “O jogo é um objeto facilitador de conversas públicas. Cartas estarão sobre as cadeiras e os artistas começam a ler um trecho do texto ao acaso. Ao ler uma frase do oráculo fala o que pensa, sente, intui ou deseja. E assim segue o jogo”, conta a artista. SOBRE A ARTISTA Suely Farhi nasceu no Rio de Janeiro, em 1957, onde vive e trabalha. É arquiteta, artista e poeta visual. Explora os sentidos que brotam no encontro entre palavras e lugar. Realizou várias exposições individuais no Rio de Janeiro, como no Museu de Arte de Santa Catarina (MASC), Museu da República, no Paço Imperial, entre outros. Participou de mais de 100 exposições coletivas no Brasil e no exterior – Argentina, Bélgica, França, Inglaterra, Portugal, Cuba e Espanha etc. Tem um livro publicado: “Anotar, Apontar, Apagar!” Recebeu prêmios importantes, como o do Salão Vitor Meirelles e Projéteis de Artes Visuais, e participou de antologias de poesia visual, como “Obra nome”, no Museu de Alcobaça, Portugal, com curadoria Wagner Barja; “Yá sé leer – imagén y escritura en el arte latinoamericano”, no Centro Wifredo Lam y la Galería Rubén Martínez Villena de la Habana Vieja, Cuba, com curadoria Ibis Hernández Abascal, Margarita Sánchez, Sandra Contreras y Elvia Rosa Castro; “Europalia”, em Bozar, Bruxelas, Bélgica, com curadoria de Sonia Salcedo del Castillo e “Visualidades Brasileiras – Funarte 50 anos”, no Palácio Gustavo Capanema, Rio de Janeiro, com curadoria de Luiza Interlenghi. SOBRE O CCJF O Centro Cultural Justiça Federal (CCJF) é um espaço reconhecido por incentivar e garantir o acesso da população às diversas formas de expressão cultural, abrigando exposições, peças teatrais, espetáculos de dança e de música, mostras de cinema, cursos, palestras, dentre outras atividades. Além disso, a própria arquitetura do imóvel é uma atração para os visitantes, com destaque para as portas monumentais da entrada, a escadaria de ferro e mármore e o vitral principal. A antiga Sala de Sessões do STF mantém o mobiliário confeccionado em 1938, além de elementos decorativos originais, como vitrais e pinturas murais. Atualmente, o CCJF faz parte do Quadrilátero Cultural da Cinelândia, criado por lei municipal com o objetivo de promover a integração entre os principais focos culturais da Cinelândia, no Centro do Rio de Janeiro, revitalizar a região e incentivar a visitação e manifestações artísticas, bem como promover a integração entre as construções históricas do entorno como o próprio CCJF, o Palácio Pedro Ernesto, o Theatro Municipal, o Museu de Belas Artes, a Biblioteca Nacional, entre outros. Ao completar 25 anos em 2026, o Centro Cultural celebra a bem-sucedida transformação de um ícone do Poder Judiciário em um espaço de arte e cidadania. Ao longo de sua trajetória, o CCJF alcançou reconhecimento público como importante espaço de promoção da cultura, das artes e da preservação da memória e devolveu aos cidadãos o protagonismo de um dos endereços mais emblemáticos da história republicana brasileira. Serviço: Visita mediada com Suely Farhi e Luiza Interlenghi na exposição “as Palavras” Sexta-feira, dia 23 de outubro, às 17h Entrada gratuita Exposição “As Palavras”, de Suely Farhi Até 22 de novembro de 2026 Centro Cultural Justiça Federal Av. Rio Branco, 241 – Centro - Rio de Janeiro – RJ (21) 3261.2550 De terça a domingo, das 11h às 19h Entrada gratuita
23 de outubro de 2026
Projeto Luauzinho que acontece no sábado, 24 de outubro, às 16h, no calçadão da Praia de Icaraí, o grupo Violúdico convida a oficina JJJ Brinquedos para uma tarde bem animada e colorida pra criançada. A oficina de pintura com cavaletes da JJJ Brinquedos acompanha tudo o que as crianças precisam para soltar a imaginação: Tintas, pincéis, cavaletes. Diversão, criatividade e muitas cores para tornar o ambiente ainda mais especial! A criançada adora pintar e criar verdadeiras obras de arte! A oficina de Pintura em Gesso é uma atividade criativa e divertida que faz o maior sucesso com as crianças! As crianças soltam a imaginação, desenvolvem a criatividade e levam paran casa uma lembrança especial feita por elas mesmas! O grupo Violúdico é uma trupe que apresenta shows com composições interativas que mesclam diversos gêneros e ritmos musicais. Tem o objetivo de unir o universo da criança e do adulto, ao mesmo tempo, entretendo a família por completo. Com uma dinâmica única, o Violúdico usa e abusa do humor com versões inusitadas, paródias, improvisos de rimas, ‘contação de causos’, entre outros, para deixar o espetáculo bem divertido. Todo mês o Luauzinho trará diversas atrações para o calçadão da Praia de Icaraí. É só ficar de olho aqui no site Cultura Niterói pra não perder nada! Serviço JJJ Brinquedos Data: Sábado, 24 de outubro de 2026 Horário: 16h Duração: 120 min Evento gratuito Local: Praia de Icaraí (na altura da rua Miguel de Frias)
22 de outubro de 2026
“Reflexos” abre ao público em 22 de outubro, com entrada gratuita, e propõe experiência interativa sobre consumo consciente e preservação ambiental A Light inaugura, no dia 22 de outubro, a exposição “Reflexos”, no Centro Cultural Light, no Centro do Rio. A mostra, gratuita e interativa, une arte contemporânea, sustentabilidade e educação ambiental para provocar uma reflexão sobre os impactos das escolhas de consumo no meio ambiente e na sociedade. A exposição reúne duas frentes de atuação da Light: o Programa Educativo Cultural e o Projeto Light Recicla, que desenvolvem iniciativas voltadas à educação, à sustentabilidade e ao consumo consciente. Por meio da mostra, a companhia busca ampliar o debate sobre o uso responsável dos recursos e estimular a reflexão sobre como as escolhas do dia a dia impactam o meio ambiente e o futuro do planeta. A iniciativa é viabilizada com recursos do Programa de Eficiência Energética da Agência Nacional de Energia Elétrica (PEE ANEEL). Criada pelos artistas Lula Duffrayer e Flávio Carvalho, dos Pirilampos do Planeta, “Reflexos” reúne instalações e esculturas de luz produzidas a partir da ressignificação de materiais descartados. Organizada a partir dos elementos ar, água e solo, a mostra aborda temas como consumo, descarte e preservação ambiental. O trabalho dos artistas envolve ainda a parceria com três cooperativas de coleta seletiva, beneficiando cerca de 60 famílias. “A exposição mostra, de forma muito concreta, como materiais que seriam descartados podem ganhar uma nova destinação. Esse olhar conversa diretamente com o trabalho do Light Recicla e ajuda a aproximar do público a importância da reciclagem e do descarte responsável”, destaca Rodrigo Brulher, coordenador de Eficiência Energética da Light. Experiência e participação do público Ao longo do percurso, os visitantes poderão interagir com diferentes recursos sensoriais e elementos pensados para ampliar a participação na mostra. A acessibilidade também faz parte da concepção da exposição, com estruturas desenvolvidas para atender diferentes públicos e proporcionar mais autonomia durante a visita. “A arte tem o poder de estimular sentimentos e reflexões. Nesta mostra, as obras e as interações convidam o visitante a compreender e internalizar a mensagem sobre a urgência do consumo consciente e da regeneração do planeta. Esperamos que as pessoas saiam daqui mais atentas às suas escolhas, conscientes dos reflexos que elas geram na coletividade e no meio ambiente”, destaca Estela Alves, coordenadora de Responsabilidade Social da Light. A programação prevê ainda oficinas agendadas e atividades voltadas a diferentes públicos, criando novas formas de contato com os temas apresentados nas obras e estimulando a participação para além da visita à exposição. Centro Cultural Light A exposição passa a integrar a programação do Centro Cultural Light, localizado no histórico prédio-sede da companhia, na Avenida Marechal Floriano. Inaugurado em 1994, o espaço oferece gratuitamente exposições permanentes e temporárias, eventos e espetáculos, promovendo experiências educativas e culturais para diferentes públicos. Serviço Exposição “Reflexos” Abertura: 22 de outubro de 2026 Local: Centro Cultural Light Endereço: Avenida Marechal Floriano, 168, Centro – Rio de Janeiro Entrada gratuita
22 de outubro de 2026
Uma das produções mais celebradas do teatro musical brasileiro nos últimos anos, “A Cor Púrpura, o Musical” entra em sua última semana de temporada no Rio de Janeiro, com apresentações somente até domingo, 25 de outubro, no Teatro Multiplan, localizado no Shopping VillageMall. Em sua quinta passagem pela capital fluminense, o espetáculo celebra uma trajetória iniciada na cidade em setembro de 2019, marcada pelo reconhecimento do público e da crítica e por mais de 100 prêmios, indicações e honrarias. Com Suzana Santana novamente no papel de Celie, a montagem se despede dos palcos cariocas após mais uma temporada especial. Os ingressos estão disponíveis pela Sympla e na bilheteria do teatro, com valores a partir de R$60 e opção de ingresso solidário em todos os setores, mediante a entrega de 1 kg de alimento. Reunindo 18 atores e 90 figurinos, a superprodução conta com um palco giratório de seis metros de diâmetro e uma escada curva equipada com sistema de traveling, que se movimenta ao redor do cenário. À frente da equipe criativa, Tadeu Aguiar assina a direção geral e a concepção original, Artur Xexéo é responsável pela versão brasileira e Thalyson Rodrigues responde pela direção musical, função que desempenha no espetáculo desde 2022. A equipe criativa conta ainda com cenário de Natália Lana, figurinos de Ney Madeira e Dani Vidal, coreografias de Sueli Guerra, desenho de luz de Rogério Wiltgen e desenho de som de Gabriel D’Angelo. Com texto de Marsha Norman e músicas de Brenda Russell, Allee Willis e Stephen Bray, “A Cor Púrpura, o Musical” é baseado no romance homônimo de Alice Walker, uma das obras mais importantes da literatura norte-americana das últimas décadas. Publicado em 1982, o livro fez de Walker a primeira mulher negra a receber o Prêmio Pulitzer de Ficção e atravessou gerações ao abordar, a partir da história de uma mulher, temas como racismo, violência, desigualdade, amor, família, pertencimento e liberdade. SERVIÇO: A COR PÚRPURA, O MUSICAL Local: Teatro Multiplan | Shopping VillageMall Av. das Américas, 3.900 - Piso SS1 - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro - RJ Temporada: 14 a 25 de outubro Datas e horários: Quarta, quinta e sexta - 20h Sábado - 16h e 20h Domingo - 15:30h e 19:30h
22 de outubro de 2026
O Instituto Zeca Pagodinho está com inscrições abertas até sexta-feira (23) para turmas do projeto Viva Xerém!. As vagas de educação artística integral são voltadas a crianças de 7 a 11 anos. O projeto oferece 80 vagas gratuitas: 40 para o turno da manhã e 40 para a tarde. Para se candidatar, os alunos não precisam ter experiência com instrumentos ou artes cênicas. As inscrições podem ser feitas pela internet através do preenchimento do formulário oficial do projeto. As aulas acontecem em Xerém. Durante a formação, os estudantes participam de aulas individuais e em grupo de instrumentos de corda, sopro e percussão. Eles também aprendem práticas de canto coral, música de câmara e orquestra. A grade também inclui iniciação às artes plásticas e cênicas. Ao completar cada ciclo, os alunos fazem uma apresentação artística à comunidade. Em 2026, o projeto prepara o espetáculo “Viva o Zeca”, que vai narrar a trajetória de Zeca Pagodinho — padrinho e fundador da instituição.
21 de outubro de 2026
Com idealização e direção do coreógrafo e performer Marcio Cunha, o espetáculo de dança “Filho da Margem”, nova produção da Cia. Boca do Mundo, estreia em 29 de outubro no Mezanino do Sesc Copacabana. Dando continuidade à pesquisa sobre dança e espiritualidade, a obra fecha a trilogia iniciada com “Pipoca” (2022) e “Boca do Mundo” (2023). A temporada segue até 8 de novembro, com sessões às quintas e sextas, às 20h30, e aos sábados e domingos, às 19h. O projeto foi contemplado pelo Edital de Cultura Sesc RJ Pulsar 2025/2026. Em “Filho da Margem”, Marcio Cunha divide a cena com as intérpretes-criadoras Carla Stank e Joana Carelli. Inspirados na relação entre corpo e espiritualidade nas tradições dos orixás, os três em cena vivem um ebó dançado: uma oferenda feita com o corpo, para e com Logunedé. Filho dos orixás Oxóssi e Oxum, Logunedé é o orixá da estratégia, um caçador encantado que transita entre dois mundos. Na mata, é o caçador ágil, com seu arco e flecha; no rio, é o encanto e a fluidez. O título do espetáculo remete a esse lugar de encontro: a margem é onde o rio encontra a mata. “Filho da Margem” é o primeiro espetáculo de Marcio Cunha com sua companhia rebatizada: a partir de agora, Cia. Boca do Mundo, e não mais levando o nome do próprio coreógrafo, como anteriormente. “Este espetáculo fecha uma trilogia que fala da relação entre corpo e espiritualidade, trazendo encruzilhadas com os arquétipos e itans dos orixás e com as danças populares brasileiras”, conta Marcio Cunha. “‘Filho da Margem’ segue a perspectiva dos outros dois trabalhos, ‘Pipoca’ e ‘Boca do Mundo’, feitos a partir dos arquétipos dos orixás Omolú e Exu. Este é com Logunedé”, completa o diretor. SERVIÇO Espetáculo: “Filho da Margem” Temporada: de 29/10 a 08/11/2026 Dias e horários: Quintas e sextas, às 20h30 | Sábados e domingos, às 19h Local: Sesc Copacabana – Mezanino (Rua Domingos Ferreira, 160) Ingressos: R$ 40 (inteira) | R$ 36 (convênio) | R$ 28 (credencial plena Sesc) | R$ 31 (convênio empresário) | R$ 20 (meia-entrada) | gratuito (PCG) Informações: (21) 2547-0156 Horário de funcionamento da bilheteria: Terça e quarta - das 9h às 20h | Quinta e sexta - das 9h às 20h40| Sábados, domingos e feriados - das 13h às 19h. Vendas online: site da Ingresso.com Capacidade: 150 lugares Classificação: 14 anos. Duração: 50 min. Instagram: @ciabocadomundo Site: www.artemarciocunha.com
21 de outubro de 2026
Espaço será desapropriado pela Prefeitura. A histórica casa de cultura será recuperada para, mais uma vez, abraçar a cena teatral da cidade Símbolo de experimentação artística, resistência e do movimento teatral de Niterói, o Teatro Leopoldo Fróes, fechado em 1991, deixou um buraco na cena cultural da cidade. Agora, a Prefeitura de Niterói articula a reabertura desse palco histórico. O prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, assinará nesta semana o decreto que desapropria o espaço, que será completamente restaurado. A ideia é que a casa de cultura abrace a produção niteroiense, com espaço para o teatro e outras manifestações artísticas. “Niterói é uma das cidades que mais investem em cultura no Brasil. Acreditamos na cultura como elemento fundamental de nosso pacto de bem-estar social e prosperidade. Niterói se destaca no cenário nacional por muitos de seus talentos culturais e os niteroienses amamos a cultura. Meu desejo de recuperar o Teatro Leopoldo Fróes, fechado há mais de três décadas, é um projeto que estamos tratando com muito carinho e planejamento. Ele faz parte da memória afetiva da cidade e é um desejo antigo da classe artística. A história do teatro é forte, simbólica, e desejamos que ele abrace os grupos e coletivos teatrais e culturais niteroienses com seu fazer artístico desbravador. Mais do que isso, em Niterói a cultura é um ponto chave da economia criativa. Acreditamos que o Teatro Leopoldo Fróes, ao lado da Biblioteca que reabrimos na Praça da República, será um dos pilares que se somam ao nosso plano de revitalização completa do Centro de Niterói”, celebrou o prefeito de Niterói, Rodrigo Neves. Aberto em 1973, o Teatro Leopoldo Fróes foi um famoso laboratório cultural que borbulhava com as experimentações artísticas de Niterói. O espaço, que antes abrigava o Teatro Alvorada, foi alugado pelo Instituto Niteroiense de Desenvolvimento Cultural (INDC) para suprir a demanda do setor durante a reforma do Theatro Municipal que acontecia na época. A autarquia assume o palco num momento emblemático: em 1973, durante os anos de chumbo da ditadura militar no Brasil, a casa de espetáculos havia sido fechada a mando do Departamento de Ordem Política e Social (DOPS). A medida foi uma resposta à encenação da peça “Arena conta Zumbi” pelo grupo Ceia, do Instituto Abel. O musical, considerado “subversivo”, coloca em cena a luta dos quilombolas de Palmares e sua resistência. Após dez meses fechado, o teatro é reaberto com um novo nome e passa a homenagear Leopoldo Fróes, grande ator e comediante nascido em Niterói que marcou o teatro brasileiro. Mantendo o caráter desbravador, o teatro foi casa de movimentos que tentavam reerguer a cultura na cidade, que sofreu enorme impacto com a fusão do Estado do Rio à Guanabara, em 1975. Movimentos como "Niterói vai Sumir"; "Niterói vai Assumir"; "Araribroadway"; os grupos “Grito”, "Papel Crepon" entre outros, procuravam dar oxigênio à cena cultural de Niterói. A vocação experimental do espaço foi fundamental para a formação de novos profissionais. Na década de 1980, o teatro passa a receber também espetáculos profissionais do Rio de Janeiro. Projetos como "Fim de Tarde", "Sete em Ponto", "Pixinguinha" e "Seis e Meia" foram marcas dessa nova fase. Sem deixar de ser o palco principal da cena niteroiense, o teatro também se tornou um ponto de referência para shows de música popular brasileira em Niterói. No período, Sidney Magal, Elza Soares, Leci Brandão, Zizi Possi, Elba Ramalho, Pepeu Gomes se apresentaram no Leopoldo Fróes. Dos artistas de Niterói, nomes como Zélia Duncan, Arthur Maia, Dalto, Byafra, Marvio Ciribelli, Sergio Chiavazzoli, Marcos Sabino e outros foram revelados à cena cultural nesse palco histórico. Também durante esse período, a Associação dos Trabalhadores em Artes Cênicas de Niterói (ATACEN) inicia o seu tradicional ciclo de leituras dramatizadas. Em 1991, o teatro deixa de funcionar sob a administração da Prefeitura e acaba sendo fechado. Artistas e produtores culturais da cidade criaram o movimento SOS Leopoldo Fróes em reação ao fechamento. A iniciativa promoveu um abraço e um show na Praça da República, além de um abaixo-assinado. No entanto, o ato não reverteu a decisão. Trinta anos depois, durante a pandemia de COVID-19 em 2021, o espaço foi atingido por um incêndio. A desapropriação e restauração do prédio surge num período de renovação do Centro de Niterói. Visto como o novo vetor de desenvolvimento econômico e social da cidade, a região se transforma após dez anos de investimentos em infraestrutura e remodelação. O programa Reviver Centro, que agrega essa requalificação, tem como pilar reaproximar o espaço público como lugar de pertencimento. Gastronomia, lazer, esporte, cultura e eventos nortearam parte da revitalização da zona central. Como resultado, a Arena Niterói; Complexo de Atletismo Aida dos Santos; Solar Notre Rêve; Museu do Cinema; Mercado Municipal de Niterói; e a Nova Catedral Católica são algumas das entregas.
21 de outubro de 2026
Em outubro, a série Música no Museu dedica sua programação aos pianos e destaca, no dia 21/10 (quarta-feira), às 12h30, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB Rio), o recital da pianista Juliana Flores, que apresenta “Tocando Histórias”, concerto que une música, emoção, memória e narrativas. Um repertório que atravessa épocas, emoções e grandes compositores. Cada peça, uma história. Cada história, uma viagem. No dia 22 de outubro (quinta-feira), às 18h, o Centro Cultural Justiça Federal (CCJF) recebe, na Sala de Sessões, a violonista Mara Lúcia Ribeiro, em recital que percorre diferentes estilos e compositores, de Villa-Lobos a Piazzolla. Bacharel em Violão pela UFRJ e especializada em violão flamenco na Espanha, Mara Lúcia é professora da Escola de Música Villa-Lobos há 40 anos. O repertório reúne obras de Isaac Albéniz (Asturias), Federico Moreno Torroba (Sonatina), Heitor Villa-Lobos (Prelúdios nº 1 e nº 2), Agustín Barrios Mangoré (Una limosna por el amor de Dios e Julia Florida – Barcarola), Astor Piazzolla (Milonga del ángel), Édith Piaf e Marguerite Monnot (L’Hymne à l’amour) e outras. Já na terça-feira, 27 de outubro, às 18h, o Coral Canto em Harmonia se apresenta no Museu do Exército, no Forte de Copacabana, com um programa dedicado aos clássicos brasileiros. No dia 28/10 (quarta-feira), o CCBB Rio recebe Adriana Kellner, Cecília Guimarães, Ezequiel Peres, Fernanda Cruz e Maria Helena de Andrade em um programa dedicado às danças brasileiras. O repertório inclui “O Carnaval das Crianças”, de Villa-Lobos, além de carimbó, contradança, frevo, lundu, polca, valsas e outros ritmos. Encerrando a programação do mês, no dia 31 de outubro, às 18h, a pianista Alessandra de Lucena se apresenta no Palácio São Clemente, sede do Consulado-Geral de Portugal, em Botafogo, com obras de Liszt e Schumann. Com concertos em espaços culturais, históricos e museus do Rio de Janeiro, Música no Museu mantém seu compromisso com a democratização do acesso à música de concerto, aproximando diferentes públicos de repertórios variados e de artistas nacionais e internacionais. SERVIÇO: Locais: CCBB Rio e diversos espaços culturais da cidade do Rio de Janeiro Concertos: 10 Classificação: Livre Entrada gratuita
20 de outubro de 2026
O cantor niteroiense Biafra celebra seus 69 anos com uma apresentação especial nesta quinta-feira (22), no Teatro Rival Petrobras, no Centro do Rio. No repertório, sucessos que marcaram sua carreira e conquistaram espaço na memória afetiva do público, como Sonho de Ícaro, Leão Ferido, Helena e Seu Nome. Nome conhecido da música brasileira desde a década de 1980, Maurício Pinheiro Reis, o Biafra, construiu sua trajetória com um estilo que transita entre o pop romântico e a música popular, em canções que também ganharam destaque em novelas e programas de televisão. A apresentação terá clima de comemoração, reunindo músicas que atravessaram gerações e lembranças de uma carreira dedicada à música. O show também será uma oportunidade para o artista celebrar mais um ano de vida ao lado dos fãs. SERVIÇO Biafra – Show de aniversário Local: Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33, Centro, Rio de Janeiro. Data: Quinta-feira (22), às 19h30.  Ingressos: De R$ 50 a R$ 170, à venda pelo site Sympla.
20 de outubro de 2026
A história recente do Brasil é apresentada a partir do cotidiano de uma família em “Café, Almoço, Jantar”, que retorna aos palcos em curta temporada, de 02 a 25 de outubro, na Casa de Cultura Laura Alvim, em Ipanema, com sessões às sextas e sábados, às 19h, e aos domingos, às 18h. Escrito por Ivan Fernandes e dirigido pelo autor com Maíra Kestenberg, o espetáculo fez sua estreia com imenso sucesso em setembro, no Centro Cultural Justiça Federal. Em cena, Fátima Patrício, Gabriel Breves, Aldo Perrotta e Renato Albuquerque atravessam 31 anos da trajetória do país para observar de que maneira as mudanças políticas, econômicas e sociais interferem nas relações pessoais, nos afetos e nas decisões de pessoas comuns. Serviço: Temporada: 02 a 25 de outubro Sessões: sextas e sábados, às 19h, e domingos, às 18h Local: Casa de Cultura Laura Alvim – Sala Rogério Cardoso – Av. Vieira Souto, 176, Ipanema, Rio de Janeiro – RJ Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia), vendas na bilheteria do local ou pelo site https://funarj.eleventickets.com/#!/evento/c75d76d3b22e0367cb06d8bf56bf8a9e6e9eb9f4
20 de outubro de 2026
A terra como matéria viva, território de pertencimento e guardiã de memórias é o ponto de partida de “Culto à Terra”, exposição do artista Jhon Bermond que inaugura na sexta-feira,dia 23 de outubro, no Sesc Niterói.  Com curadoria de Moara Tupinambá, a mostra reúne pinturas, estandartes e mural elaborados com geotintas e pigmentos minerais e vegetais, transformando solos de diferentes regiões do Brasil em cores, formas e narrativas que revelam a riqueza dos territórios e dos saberes que os constituem. Serviço Exposição: Culto à Terra – Jhon Bermond Abertura: 23 de outubro de 2026 Horário: 10 horas Local: Sesc Niterói Endereço: R. Padre Anchieta, 56 – São Domingos, Niterói – RJ Visitação: até 25 de janeiro de 2027 Terça a sábado de 10h às 17h – entrada gratuita
Ver todas as notícias