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10 de maio de 2022
A Constituição Federal, dentre os direitos fundamentais e suas garantias sociais traz, além de muitos outros, o Direito à Cultura e ao Lazer.  No Brasil, o Direito à Cultura é previsto na Carta Magna como um direito fundamental do cidadão. Segundo ela, cabe ao Poder Público possibilitar efetivamente a todos a fruição dos direitos culturais, mediante a adoção de políticas públicas que promovam o acesso aos bens culturais, a proteção ao patrimônio cultural, o reconhecimento e proteção dos direitos de propriedade intelectual bem como o de livre expressão e criação. O direito à cultura é uma eficácia da garantia social ao lazer, uma vez que impõe como competência da União, Estados, Distrito Federal e Municípios, a proteção aos bens de valor histórico e artístico e a promoção ao meio de acesso à cultura, educação, à ciência, à tecnologia, à pesquisa e à inovação, não perdendo de vista o esporte, como um meio de lazer. Muito embora o lazer e a cultura, na prática, tenham se mostrado direitos relegados ao segundo plano em relação aos demais direitos fundamentais e sociais, eles tangenciam diversas áreas das garantias sociais e individuais, a exemplo do direito à educação, trabalho, segurança, proteção à infância, direitos autorais e artísticos. E portanto, a garantia social ao lazer é abarcada no próprio Direito à Cultura. O Direito da Cultura e Entretenimento pode ser traduzido então como um direito fundamental, como uma garantia social, onde é aplicado às atividades culturais e desportivas, com o objetivo de proporcionar segurança jurídica e garantir o respeito às leis no desenvolvimento das artes e dos esportes, bem como promover seu acesso à sociedade. Não há dúvidas que a Lei de Incentivo a Cultura (Lei Rouanet) e a Lei do Audiovisual (Lei nº 8.685/93) possibilitaram a amplitude das políticas públicas relacionadas à cultura, lazer e esporte, a exemplo do PRONAC - Programa Nacional de Apoio à Cultura. As leis surgiram com o escopo de incentivar o investimento em cultura em troca, a princípio, de incentivos fiscais, pois com o benefício no recolhimento do imposto a iniciativa privada se sentiria estimulada a patrocinar eventos culturais, uma vez que o patrocínio além de fomentar a cultura, valoriza a marca das empresas junto ao público. Com a Lei Rouanet surgiram três formas possíveis de incentivo no país: o Fundo Nacional de Cultura (FNC), os Fundos de Investimento Cultural e Artístico (Ficart) e o Incentivo a Projetos Culturais por meio de renúncia fiscal (Mecenato). Ocorre contudo, que com o tempo a lei foi ficando defasada, além de ter sido totalmente mitigada com a implementação de Medidas Provisórias e destinação de recursos divergentes daqueles do mercado artístico, cultural e desportivo. O surgimento da internet, equilíbrio na inflação, mudança do contexto artístico, cultural, político e econômico do Brasil para o mundo, fez como que o Ministério da Cultura, incentivasse uma mudança, surgindo então o Programa Nacional de Fomento e Incentivo à Cultura – Procultura (Projeto de Lei nº 6722/2010), que veio a alterar a Lei Rouanet. O apoio do Ministério da Cultura aos projetos culturais por meio da Lei Federal e também por editais para projetos específicos, lançados periodicamente, valoriza a diversidade e o acesso à cultura, como um direito de todos dentro da democracia e ampliando a liberdade de expressão. Hoje a cultura tornou-se uma economia estratégica no mundo, que depende não só do investimento público como do privado. O acesso à cultura e ao lazer está diretamente ligado a um novo ciclo de desenvolvimento do país: a universalização do acesso, diversidade cultural, desenvolvimento da economia e cultura. Não se perca de vista a realização da Copa e das Olimpíadas, por exemplo, que levam as empresas a injetarem um maior investimento nos atletas, assim como nos eventos culturais nas localidades onde são realizados. Em meio a esse turbilhão de direitos e garantias fundamentais, mesmo com o esforço do Governo nas diversas tentativas de implementação de políticas públicas, válido destacar que, embora levado a segundo plano, o Direito da Cultura e Entretenimento em verdade está saindo nesta zona de “sub-direito”, para se lançar como uma potencial garantia jurídica. Afora as políticas públicas e ações do governo, que podem ser exigidas a partir de uma Ação Popular, ou em um litígio casuístico, as ações de empresários como realização de eventos por produtores culturais no Brasil, também são alvos de lide, demandas judiciais tanto públicas como privadas. Festivais de artes, espetáculos, shows e festas, estão sujeitos a uma série de controles e restrições, o que ocasiona grande impacto urbanístico e ambiental, e por envolverem interesses de uma grande gama de categorias especiais, como, por exemplo, crianças, adolescentes, consumidores, estudantes, entre outras, exigem um amplo conhecimento nas diversas áreas jurídicas, além de abrangerem um grande número de leis esparsas das mais diversas naturezas; algumas locais, outras estaduais e nacionais, que têm que ser conhecidas por todos aqueles que se propõem e se dedicam à realização de eventos no país. Pode-se concluir que o Direito da Cultura e Entretenimento não só tem espaço no mundo jurídico como reina em diversas áreas que burocratizam e disciplinam a arte, cultura, lazer, o esporte, educação e quantos ramos forem necessários para se garantir a efetividade do exercício da garantia constitucional, seja a um cidadão comum, como ao empresário. Por Suzana Fortuna

9 de setembro de 2026
Nove anos após seu primeiro teste na Globo, atriz é convidada para viver personagem na novela das seis  A estreia de Isadora Gondim na TV Globo começou muito antes de acontecer. Aos 19 anos, a atriz fez seu primeiro teste para a emissora, que na época procurava atores para a série Onde Nascem os Fortes. A oportunidade não se concretizou naquele momento. Quase uma década depois, quando Isadora já começava a considerar outros caminhos profissionais, a mesma produtora de elenco que havia conhecido seu trabalho voltou a procurá-la. Desta vez, não para um novo teste, mas para convidá-la a integrar o elenco de A Nobreza do Amor. “Olhando agora, acho até bonito que não tenha acontecido de primeira. A produtora de elenco já tinha me visto em 2017, lá na minha cidade (Natal-RN), no meu primeiro teste para a Globo. Em março desse ano ela me chamou para uma participação na novela, eu mandei meu material, mas acabaram escolhendo outra atriz. Fiquei bastante frustrada, porque queria muito fazer. Não recebi mais nenhuma mensagem por dois meses e achei que já era. Aí, o convite veio em junho! Me surpreendeu porque era pra uma personagem mesmo, que ficaria até o final, como parte relevante da trama”, conta. O convite ganhou um significado ainda maior quando Isadora descobriu qual seria seu papel: Rosa, uma jovem de aproximadamente 18 anos, nascida no interior do Rio Grande do Norte, que chega a Barro Preto com a família depois de perder praticamente tudo. “Entrar num estúdio da Globo pela primeira vez e carregando uma personagem que tem meu sotaque, que é da minha terra! Difícil de explicar essa emoção. Penso em todas as versões de mim que insistiram para que eu pudesse estar ali”, comenta. A atriz estava prestes a tomar outro rumo profissional. “Rosa chegou num momento muito simbólico da minha vida. Eu estava cansada, questionando muitas coisas e tentando entender se ainda fazia sentido continuar insistindo nesse sonho. O plano já era tentar um concurso público. Receber essa notícia naquele momento teve um significado que ultrapassou conseguir um trabalho. Foi quase como a vida me dizendo: ‘fica só mais um pouco, que isso é pra você’.”, comenta. Uma personagem marcada pelo luto Na trama, Rosa é filha de Nilo (Daniel Porpino) e irmã de Severino (Pedro Fasanaro). A mais nova de uma família simples, ela chega a Barro Preto depois de ser expulsa, junto aos familiares, da fazenda do Boqueirão, onde trabalhavam. A família atravessa um momento de muitas perdas: Rosa acaba de perder a mãe para uma febre e também carrega o luto pela morte de três irmãos pequenos. Em meio à fome, ao luto e à necessidade de reconstruir a vida, ela precisa assumir responsabilidades grandes demais para sua idade. Ao mesmo tempo, preserva o talento que herdou da mãe, que lhe ensinou a costurar e fazer renda, habilidade que chama a atenção de Lúcia (Duda Santos), que a convida para trabalhar no ateliê Flor de Seda. Segundo Isadora, “Rosa é um pouco tímida, recatada, inocente, mas é meio desconfiada e está bem marcada pelo sofrimento que já viveu. Acho interessante justamente essa contradição: ela ainda é uma menina, mas a vida começa a exigir dela uma mulher. Ela é justa, inteligente, observadora, talentosa com sua renda e costura”, comenta. Para viver Rosa, atriz aprendeu a costurar e fazer renda de bilro Para viver a personagem, Isadora decidiu aprender a costurar antes mesmo de chegar ao set, e pediu ajuda à avó de uma amiga. Durante as gravações, a atriz teve a oportunidade de aprofundar os aprendizados “tive um workshop de renda usando Bilro, com a Lili. Bilros são hastes de madeira usadas pra enrolar os fios e realizar a técnica artesanal da renda. Os alfinetes eram espinhos de flor de Mandacaru. Já usei em cena, uma coisa linda!”, explica. Já a preparação de elenco está a cargo de Jefferson Miranda. “Além dos diretores, que tem me recebido muito bem, o trabalho do Jefferson também tem sido incrível e fundamental para alcançar o tom da personagem. Ele que me ensinou a usar a máquina de costura! É um processo de criação muito cuidadoso, porque Rosa exige que eu encontre uma realidade bem distante da minha. O mais importante tem sido não representar simplesmente uma menina pobre, triste, trabalhadora, mas encontrar as várias nuances que ainda existem nela, apesar de tudo que passou na vida, e apoiar minha atuação na profissão da personagem que é tão rica”, comenta. Encontros nos bastidores Além de Daniel Porpino e Pedro Fasanaro, a atriz contracena com os protagonistas Duda Santos e Ronald Sotto, e também com Ana Cecília Costa, no ateliê. “Assim como Rosa tem sido ajudada por Teresa na dramaturgia, Ana Cecília também é a atriz que mais me ajuda e acolhe no trabalho de cena, com uma generosidade tremenda”, revela. Para a atriz, um grande momento esperado é trabalhar com César Ferrario e Quitéria Kelly, outros dois potiguares que interpretam o Delegado Fortunato e sua esposa Maria Helena. Mas, dentre tantos encontros especiais, o mais simbólico foi justamente com Pedro Fasanaro: os dois são potiguares, ele foi seu veterano de Teatro na UFRN e, nove anos antes, estava ao lado de Isadora na fila para aquele primeiro teste da Globo. “Me sinto empolgada de fazer cena com todo mundo, já que é o meu primeiro papel na televisão. Esses dias descobri que vou contracenar com Lázaro Ramos! Mas preciso dizer que fiquei especialmente feliz de saber que tem outros artistas do Rio Grande do Norte dividindo a Nobreza do Amor comigo. César e Quitéria são dois gigantes do teatro, eu os assisto em Natal há muitos anos! Aprendi muito com eles, bem como Pedro Fasanaro. É uma pessoa que sempre admirei e que mudou coisas dentro de mim desde que vi no teatro pela primeira vez, na faculdade. Estávamos juntos naquele primeiro teste, dando força um pro outro.”, declara. Uma atriz em movimento Nascida em Natal, Isadora é formada em Licenciatura em Teatro pela UFRN e já tem uma carreira construída entre o teatro e o audiovisual, mantendo uma formação continuada no Brasil e no exterior. Em 2021, foi a primeira brasileira a conquistar a bolsa integral Damián Alcázar para o curso de Acting for Film & Television na Vancouver Film School, no Canadá, onde concluiu a formação com honras. Também criou, escreveu e dirigiu o monólogo autoral Submergida. “Quando me perguntam onde eu estava antes da Globo me encontrar, eu gosto de pensar que ela me encontrou em movimento. Eu estava trabalhando com outras coisas para o sustento, mas estudando, criando minhas próprias oportunidades., fazendo testes, ouvindo ‘nãos’ e continuando. Eu já estava sendo atriz. A Globo representa uma oportunidade enorme de estabilidade financeira e, é sobretudo a realização de um sonho profissional, mas eu chego aqui carregando tudo o que construí antes dela”. Quanto ao futuro, Isadora revela que ainda quer muito mais: “Quero construir uma carreira em que exista espaço tanto para grandes produções quanto para trabalhos pequenos e profundamente pessoais, como Submergida. Quero orgulhar os meus, o povo da minha terra natal. Quero fazer personagens completamente diferentes de mim, que me levem a lugares que eu não conheço e que me façam aprender coisas que eu ainda não sei. Quero conseguir transitar sem perder a verdade. Talvez seja isso: eu não quero apenas ser vista, quero sempre ter algo pra mostrar quando estiverem olhando”, conclui.
9 de setembro de 2026
19º Niterói em Cena - Festival Internacional de Teatro recebe apresentações de diversos países em setembro Dirigido por Fabio Fortes e Vivian Sobrino, evento reúne atrações dos palcos brasileiros, da América Latina, da África e da Europa, além de mostra estudantil, mostra de cenas curtas, teatro de rua e rodada de negócios Um dos maiores eventos de artes cênicas da América Latina, o NITERÓI EM CENA - Festival Internacional de Teatro chega à sua 19ª edição reafirmando a sua jornada de democratização da cultura, formação e valorização de artistas locais e integração com produções nacionais e internacionais. Entre os dias 11 e 27 de setembro, a Cidade Sorriso será ocupada por uma extensa e diversa programação totalmente gratuita. A abertura, no dia 11, será no Theatro Municipal de Niterói, às 20h, com Paulo Betti na aclamada peça “Autobiografia Autorizada”. A partir daí, desfilarão atrações de teatro de rua (do Senegal, do México, da Colômbia, do Paraguai e do Peru), a Mostra Estudantil (com 78 cenas) e a Mostra Cenas Curtas (com 15 cenas). Haverá também uma rodada de negócios. O 19° NITERÓI EM CENA foi contemplado no Edital Fomenta Festival 2024, promovido pela Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, e patrocinado pela Secretaria Municipal das Culturas de Niterói. Mais informações no site www.niteroiemcena.com.br. Rodada de Negócios Pelo segundo ano consecutivo, o Niterói em Cena promoverá uma rodada de negócios (dia 20/09, das 9h30 às 19h) com o intuito de conectar artistas, produtores culturais, curadores de festivais de teatro e programadores de salas de espetáculos, públicos e privados. Será novamente uma grande oportunidade para geração de novos negócios, empregos, início de projetos e parcerias. As inscrições serão via formulário eletrônico disponibilizado no site www.niteroiemcena.com.br. Todas as atrações do 19° NITERÓI EM CENA são gratuitas, mediante a doação de um quilo de alimento não-perecível. PROGRAMAÇÃO POR DIA Dia 11 de setembro, sexta-feira Mostra Peças (Autobiografia Autorizada | Rio de Janeiro/RJ) Aos 73 anos, Paulo Betti transforma sua trajetória em um espetáculo que une memória, humor e emoção. Filho de uma camponesa analfabeta, mãe de 15 filhos, e de um pai esquizofrênico, o ator revisita a infância e a adolescência vividas em um ambiente rural, marcado por adversidades e poesia. No palco, interpreta pais, avós e outros personagens de sua própria vida, revelando as experiências que moldaram sua formação e sua arte. Um mergulho afetivo e divertido nas memórias que o prepararam para contar sua história. Local: Theatro Municipal de Niterói - Rua Quinze de Novembro, 35 - Centro Horário: 20h Classificação: 10 anos Duração: 80 minutos Dia 12 de setembro, sábado Mostra Peças (Palimpsesto | Cia de Ballet da Cidade de Niterói | Niterói-RJ) “PALIMPSESTO” é um encontro de corpos, memórias e imaginários em constante transformação. O espetáculo reúne quatro criações autorais de bailarinos da Companhia de Ballet da Cidade de Niterói, que exploram, por diferentes perspectivas, a travessia, o feminino, a passagem do tempo e a ancestralidade. Em cena, as obras se entrelaçam como camadas de uma mesma escrita: marcas que permanecem, se transformam e ganham novos sentidos a cada gesto. Com direção geral da CBCN, o espetáculo celebra a força da dança contemporânea brasileira e a potência de artistas que criam a partir do próprio corpo e de suas experiências. Local: Theatro Municipal de Niterói - Rua Quinze de Novembro, 35 - Centro Horário: 20h Classificação: livre Duração: 50 minutos Dia 13 de setembro, domingo Mostra Peças (Piquenique | Rio de Janeiro-RJ) Dona do seu nariz, a cozinheira Greta sai pelo mundo para recuperar seus quitutes e comidas deliciosas,mas acaba encontrando, em uma cidade, um mundo de crueldades. Com sua inteligência e astúcia, Greta resolve não apenas o seu problema, mas também ajuda todos que estão à sua volta. Local: Theatro Municipal de Niterói - Rua Quinze de Novembro, 35 - Centro Horário: 16h Classificação Livre Duração: 50 minutos Dias 15, 16 e 17 de setembro, terça, quarta e quinta-feira Mostra Estudantil Local: Centro Cultural Cauby Peixoto - Alameda São Boaventura, 263 - Fonseca Horário: 10h (turno manhã) e 14h (turno tarde) Classificação: livre Duração: 2h30 (cada turno) Dia 18 de setembro, sexta-feira Mostra Peças (Antes do Tempo Existir | Outra Margem | São Paulo-SP) Espetáculo performático que propõe uma experiência com o público sobre o tempo da existência. Pautado pelo conhecimento ancestral dos povos originários sobre mito e tempo, o ponto de vista do animal, do vento, da floresta e dos corpos indígenas se relacionam, na obra, com o tempo da colonialidade. Local: Centro de Artes UFF - Rua Miguel de Frias, 9 - Icaraí Horário: 20h Classificação: livre Duração: 65 minutos Dia 19 de setembro, sábado Mostra Rua (Keuning | Djiboome Casa | Senegal) Espetáculo de dança com máscaras ancestrais que celebra a riqueza das tradições culturais da Casamance, no sul do Senegal. Criado pela Companhia Djiboome Casa, referência na dança patrimonial e no balé senegalês, o espetáculo mergulha na cultura Diola por meio de ritmos, sonoridades, danças e máscaras. Em cena, ritos e rituais do cotidiano revelam a força de uma tradição ancestral que permanece viva e se reinventa no presente. Local: Largo da Batalha Horário: 11h Classificação: livre Duração: 60 minutos Caruru (confraternização) Local: Jardim do Centro de Artes UFF Horário: 13h às 19h Dia 20 de setembro, domingo Mostra Rua (Keuning | Djiboome Casa | Senegal) Espetáculo de dança com máscaras ancestrais que celebra a riqueza das tradições culturais da Casamance, no sul do Senegal. Criado pela Companhia Djiboome Casa, referência na dança patrimonial e no balé senegalês, o espetáculo mergulha na cultura Diola por meio de ritmos, sonoridades, danças e máscaras. Em cena, ritos e rituais do cotidiano revelam a força de uma tradição ancestral que permanece viva e se reinventa no presente. Local: Campo de São Bento Horário: 11h Classificação: livre Duração: 60 minutos Rodada de Negócios Local: consultar o site Horário: 9h30 às 19h Mostra Peças (Amêsa ou a Canção do Desespero | Elinga-Teatro | Angola) O drama, escrito em 1991, revela a dualidade da condição humana e a oscilação entre o otimismo e o pessimismo. A trama acompanha o processo que levou da luta de libertação anticolonial até o conturbado período da independência de Angola. Em cena, acompanhamos a realidade e os conflitos da mulher Amêsa. Segundo Luciana Éboli, ela simboliza a própria nação angolana. Amêsa sofre ao ver o país destruído por conflitos internos. A personagem vive na tênue linha divisória entre a esperança e a desesperança. Uma obra marcante sobre os dilemas de um povo. Local: Teatro Popular Oscar Niemeyer - Rua Jornalista Rogério Coelho Neto, s/n - Centro Horário: 20h Classificação: 12 anos Duração: 45 minutos Dias 22, 23 e 24 de setembro, terça, quarta e quinta-feira Mostra Cenas Curtas (seis cenas) Local: Centro Cultural Cauby Peixoto - Alameda São Boaventura, 263 - Fonseca Horário: das 20h às 22h30 Classificação: livre Dia 25 de setembro, sexta-feira Mostra Peças (Da Janela, o Mar | Theatrum Mundi | Maricá-RJ) Através de uma narrativa poética e visualmente impactante, o espetáculo mergulha na psique infantil, levando o público a uma jornada emocional e reflexiva. A obra discute questões como a superproteção, os comportamentos neuroatípicos e a transição para a vida adulta. O espetáculo ressalta a importância de abrir-se para o mundo e a necessidade de se comunicar para evitar os danos do isolamento social involuntário. Local: Centro de Artes UFF - Rua Miguel de Frias, 9 - Icaraí Horário: 14h Classificação: livre Duração: 50 minutos Mostra Peças (Helver’s Night | Lado Meskhishvili State Professional Drama Theatre | Geórgia) Ambientada na Europa dos anos 1930, A Noite de Helver transcorre em uma única noite num cômodo claustrofóbico. Carla e o jovem vulnerável Helver dependem um do outro para sobreviver. Quando ele volta ferido de uma violenta manifestação política, a frágil segurança do lar desmorona. Enquanto a histeria e o fascismo crescem nas ruas, o medo e a ideologia infiltram-se no espaço íntimo. Com foco psicológico intenso, o drama funciona como um alerta sobre cumplicidade, a facilidade com que a fragilidade é explorada e como vidas comuns são tragadas pela brutalidade coletiva. Local: Teatro Popular Oscar Niemeyer - Rua Jornalista Rogério Coelho Neto, s/n - Centro Horário: 20h Classificação: 16 anos Duração: 70 minutos Dia 26 de setembro, sábado Mostra Rua (Soy Loco Por Ti AMÉRICAS | México, Colômbia, Paraguai) O espetáculo reúne doze coletivos de seis países em uma celebração plural da América Latina, suas histórias, culturas e personagens. Entre diferentes idiomas, musicalidades e identidades, o espetáculo constrói uma visão poética de um continente unido por seus sonhos e contradições. Inspirado em “As Veias Abertas da América Latina”, de Eduardo Galeano, e no ideal de integração latino-americana, a obra transforma o palco em território de encontro, memória e resistência. Uma jornada em busca de uma utopia que, embora nunca seja alcançada, nos impulsiona a caminhar. Local: Quadra do Caniçal - Rua 412 - Cafubá Horário: 11h Classificação: livre Duração: 60 minutos Mostra Peças (Neva | Armazém Companhia de Teatro | Rio de Janeiro-RJ) A peça se passa em São Petersburgo, então capital do Império Russo, em um dia de 1905. Não em um dia qualquer, mas em 9 de janeiro de 1905, no dia que ficou conhecido como Domingo Sangrento, quando manifestantes que marchavam para entregar uma petição ao Czar, pedindo melhores condições de trabalho nas fábricas, foram fuzilados pela Guarda Imperial. A ação de NEVA, no entanto, se passa dentro de um teatro, onde um ator e duas atrizes que iriam se encontrar para ensaiar "O Jardim das Cerejeiras", acabam, meio sem querer, se abrigando do massacre que acontece nas ruas e que será o estopim da revolução que acontecerá posteriormente no país. Local: Centro de Artes UFF - Rua Miguel de Frias, 9 - Icaraí Horário: 20h Classificação: 14 anos Duração: 75 minutos  Dia 27 de setembro, domingo Mostra Rua (Inka Clown Show | Cia Circo Rebote | Peru) + Festa para as Crianças Um palhaço latinoamericano vem mostrar o que traz na sua maleta: uma porção de surpresas que garantem o riso e a diversão. Tudo acompanhado de acrobacias, equilibrismo, truques e muita música. É um espetáculo envolvente e repleto de ternura, graça e beleza sendo, ao mesmo tempo, cômico e delicado. Uma obra poética, que traz em sua essência a expressão cultural do teatro de rua latino. Local: Praça João Saldanha (Santa Bárbara) Horário: 11h Classificação: livre Duração: 40 minutos Mostra Peças (Doce Árido | Juiz de Fora-MG) Um pedido vindo do estrangeiro transforma a produção artesanal de doce de leite em uma corrida contra o relógio. Para agarrar esta oportunidade única de mudar de vida, o maior obstáculo destas três gerações de mulheres não é apenas o tempo, mas o passado. Local: Centro de Artes UFF - Rua Miguel de Frias, 9 - Icaraí Horário: 20h Classificação: 14 anos Duração: 90 minutos
9 de setembro de 2026
Evento acontecerá no dia 24 de setembro de forma híbrida no Shopping Cassino Atlântico Em sua terceira edição, o Leilão de Arte Contemporânea do Espaço BB acontecerá no dia 24 de setembro, das 18h às 20h, conduzido pela leiloeira Rosana Vale e realizado em formato híbrido, reunindo o melhor da tradição dos leilões presenciais com o alcance e a segurança das plataformas digitais.  O evento, que contará com catálogo digital e integra a programação da Semana de Arte do Rio, é organizado pelo Recanto das Artes Leilões, com transmissão pela Plataforma BR, permitindo que colecionadores e compradores participem de qualquer lugar do país, enquanto o público presencial vivencia toda a emoção do leilão ao vivo. O último leilão presencial realizado no Shopping Cassino Atlântico aconteceu em 13 de dezembro de 2016, pela TNT Galeria de Arte. Depois disso, o Espaço BB realizou dois leilões presenciais e on-line, em maio de 2018 e setembro de 2019, também com transmissão pela Plataforma BR, com a leiloeira Julia Fonseca. Sob a curadoria de Marcia Marschhausen e Otamy, responsáveis pela seleção das obras participantes, o projeto busca reunir trabalhos de qualidade, diversidade estética e relevância contemporânea. O leilão acontecerá no terceiro piso do Shopping Cassino Atlântico, em Copacabana, onde estão sediados o Espaço BB e o Recanto das Artes Leilões. O local será preparado para receber artistas, colecionadores, galeristas e apreciadores de arte especialmente para este encontro entre arte e mercado. Antes, a partir do dia 10 de setembro, haverá uma exposição coletiva das obras selecionadas no Espaço BB, permitindo que o público conheça os trabalhos antes do pregão. “Esta edição tem um propósito especial: resgatar o charme dos tradicionais leilões presenciais que fizeram parte da história cultural do Rio de Janeiro. O som do martelo, a disputa saudável pelos lances, a presença dos artistas e o contato direto entre compradores e obras voltarão a ocupar o centro da experiência”, afirma Marcia Marschhausen. “Mais do que uma venda de obras, o leilão será uma celebração da arte contemporânea, criando oportunidades de visibilidade, circulação e comercialização para os artistas participantes”, conclui. Entre os artistas participantes, estão Roberto Magalhães, Ivan Freitas, John Nicholson, Sílvio Pinto, Charles Barreto, Carlomagno, Rose Assumpção, Otamy, Sergio Joppert, Isabella Lemos de Morais, Myrian Santanna Freeman, Bonan, Euro S.R.
8 de setembro de 2026
Criado em Juiz de Fora (MG), o espetáculo tem texto e direção de Tairone Vale e reúne as atrizes mineiras Pri Helena, Rebeca Figueiredo e Layla Paganini como três gerações de mulheres de uma mesma família que sustentam a casa com a produção artesanal de doce de leite em uma pequena roça no interior de Minas Gerais. Desde a estreia, em 2025, mais de 3 mil pessoas já assistiram à montagem, que também integrou a Mostra Insubmissa do Festival de Teatro de Curitiba. O que você seria capaz de fazer diante da chance de transformar a própria vida? É a partir dessa pergunta que se desenvolve “Doce Árido”. Quando um inesperado pedido vindo do exterior surge como a possibilidade de mudar suas vidas, a família mergulha em uma intensa rotina de trabalho para entregar a encomenda dentro do prazo. Mas o maior obstáculo para essas mulheres não é o tempo, e sim os segredos do passado. Entre as consequências de um parto complicado e a escassez que ronda a casa, mãe, filha e avó se equilibram entre o peso da tradição e o desejo de liberdade. Pressionada pelo prazo curto, Maria Antônia (Pri Helena) exige dedicação total à produção da encomenda. A jovem Maria Lúcia (Rebeca Figueiredo) se divide entre o tacho de doce e os cuidados com sua frágil recém-nascida, Maria Clara. Observando tudo pelas frestas, a matriarca Maria Quitéria (Layla Paganini) sabe que a fragilidade dessas relações pode colocar tudo a perder. Por trás do drama familiar, a peça revela diferentes formas de violência que atravessam a vida dessas mulheres e se perpetuam entre gerações. A violência física aparece de maneira velada, enquanto outras formas de opressão estão incorporadas à própria estrutura familiar e às condições sociais em que vivem. O isolamento do meio rural, a falta de recursos, a sobrecarga de trabalho e a naturalização de responsabilidades atribuídas às mulheres compõem esse universo. “Mesmo uma família que consiste apenas por mulheres, o patriarcado está lá presente. Ele está lá presente sendo violento e oprimindo, mesmo numa casa que só tem mulheres”, afirma Tairone. SERVIÇO Espetáculo: “Doce Árido” Temporada: 3 a 26 de setembro de 2026 Local: Teatro Ipanema Rubens Corrêa, Rua Prudente de Morais, 824, Ipanema Dias e horários: quinta a sábado, às 20h; domingo, às 19h Ingressos: R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia) Vendas online: Sympla Duração: 90 minutos Classificação indicativa: 14 anos Gênero: Drama Instagram: @docearido
8 de setembro de 2026
O Rio de Janeiro será palco, no dia 10 de outubro, de um grande encontro de humor: o Só Rio Comedy Festival, que acontece a partir das 18h na casa de shows Ribalta, na Barra da Tijuca. Com capacidade para até 3 mil pessoas, o evento é apresentado como o maior festival de comédia já realizado na cidade, reunindo diferentes gerações e estilos do humor carioca em uma única noite. O line-up traz nomes consagrados e fenômenos das redes sociais lado a lado. Entre os confirmados estão Sergio Mallandro, com mais de quatro décadas de carreira na TV, cinema e palcos; Yuri Marçal, conhecido por turnês esgotadas em todo o país; Paulinho Serra, um dos humoristas mais versáteis do Brasil; Gigante Léo, presença marcante no stand-up carioca; Apóstolo Arnaldo, criador de conteúdo com grande engajamento digital; e Jefinho, reconhecido nacionalmente por sua trajetória na TV e nos palcos. Também participam Snoop Toddy, Matheus Mad, Pedro Pan, Daniel Lopes, Ranther Melo, Pahby, Thiago Chagas/Fernandona e Bruna Campelo. O festival acontece no Ribalta, espaço conhecido por sua estrutura de ponta e acústica de qualidade, consolidado como um dos principais palcos de grandes eventos da Barra da Tijuca. A expectativa dos organizadores é que o Só Rio Comedy Festival se torne um marco no calendário cultural da cidade, reunindo milhares de fãs em celebração ao humor carioca. Os ingressos estão disponíveis pela Bilheteria Digital, com a opção de ingresso solidário: quem doar 1 kg de alimento não perecível garante 50% de desconto na compra. Toda a arrecadação será destinada à Fundação Darcy Vargas. Mais informações sobre lotes e atualizações podem ser acompanhadas pelo Instagram oficial do festival, @soriocomedyfestival
8 de setembro de 2026
A música de concerto, a canção e a literatura brasileira se encontram no espetáculo do Trio Terra, uma iniciativa do Instituto dos Sonhos, sendo que o projeto faz parte da programação da Orquestra Filarmônica Metropolitana (OFM). O concerto literário será apresentado no próximo dia 9 de setembro (quarta-feira), às 19h, no Teatro Sesc São Gonçalo, em São Gonçalo. Com entrada gratuita, a apresentação reúne a soprano Nicole Amorim, a pianista Joelma Almeida e a fagotista Millena Carvalho em uma experiência musical que percorre diferentes paisagens sonoras do Brasil e aproxima compositores de distintas épocas e linguagens. Na formação de soprano, piano e fagote, três instrumentos de timbres contrastantes constroem uma sonoridade singular para interpretar um repertório que reúne compositores brasileiros de diferentes períodos, em diálogo com autores da literatura nacional. O programa parte da tradição da canção de concerto e estabelece encontros entre nomes como Heitor Villa-Lobos e Helza Camêu, entre outros compositores. A palavra ocupa lugar central no espetáculo. Poemas, versos e canções conduzem o público por diferentes narrativas sobre o Brasil, suas paisagens, personagens, afetos e contradições. Em uma atmosfera acolhedora, o espetáculo propõe uma experiência de escuta em que música e literatura se complementam para revelar diferentes formas de perceber e narrar o país. O piano sustenta e amplia as paisagens harmônicas, enquanto o fagote acrescenta cores e profundidade ao conjunto. A voz conduz o público por diferentes narrativas, sotaques e expressões da cultura brasileira, criando uma ponte entre a música de concerto e a diversidade da produção artística nacional. “O Trio Terra nasceu do desejo de olhar para o Brasil através da música e da palavra. A música nacional sempre andou em paralelo com a literatura, seja representando o cotidiano e os costumes da nossa sociedade ou traduzindo as nossas riquezas naturais e ambientais. O Trio representa a nossa nação, o nosso chão, sob o peculiar encontro inesperado de piano, fagote e soprano para criar uma sonoridade particular e percorrer diferentes paisagens da nossa cultura, aproximando a música de concerto da canção e da poesia,” comenta o Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Filarmônica Metropolitana, Gustavo Fernandes. Serviço: Trio Terra Data: 9 de setembro (quarta-feira) Horário: 19h Local: Teatro Sesc São Gonçalo (Av. Presidente Kennedy, 755 - Estrela do Norte - São Gonçalo). Duração: 50 minutos Ingressos: Gratuitos pelo link do Sympla: https://www.sympla.com.br/evento/orquestra-filarmonica-metropolitana-trio-terra/3554108?share_id=copiarlink
7 de setembro de 2026
Para se candidatar, é preciso ter 18 anos completos, residir no Brasil e comprovar pelo menos três anos de atuação na área cultural correspondente. Interessados em concorrer a uma vaga no Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC) têm até o dia de 22 de setembro para se inscrever no processo. Os representantes da sociedade civil eleitos exercerão mandato de 2026 a 2029 e contribuirão para formulação, acompanhamento e avaliação de políticas para o setor no Brasil. As inscrições destinam-se a artistas, produtores culturais, pesquisadores e devem ser feitas pela plataforma Vota Cultura, com autenticação pela conta Gov.br. A participação está aberta nas modalidades eleitor e candidato. A votação também ocorrerá pela internet, entre os dias 11 e 15 de novembro. Por meio da eleição, diferentes segmentos, áreas e territórios podem participar do debate e levar ao âmbito nacional experiências, demandas e prioridades. O Conselho é formado por 21 Colegiados Nacionais de Participação Social, que representam diferentes áreas e segmentos culturais. Cada colegiado poderá eleger até 14 representantes titulares e 14 suplentes da sociedade civil. O processo eleitoral também prevê mecanismos para ampliar a diversidade e a representatividade do Conselho. As regras asseguram a representação das cinco macrorregiões brasileiras, participação mínima de 50% de mulheres e ações afirmativas para pessoas negras, indígenas e pessoas com deficiência. Perfil Podem votar aqueles que tiverem pelo menos 16 anos e comprovar, no mínimo, um ano de atuação, vínculo ou pesquisa na área do colegiado escolhido. Mais informações e dúvidas podem ser enviadas para vota.cnpc@cultura.gov.br
7 de setembro de 2026
Marco fundador do teatro épico no Brasil, a obra “Revolução na América do Sul”, do dramaturgo, diretor e ensaísta Augusto Boal (1931-2009), ganha nova montagem mais de 60 anos após sua estreia no Teatro de Arena. Sob direção de Wellington Fagner, o espetáculo não apenas revive o texto clássico de Boal, mas o reinterpreta para o contexto atual. Depois de apresentações em diferentes cidades do Rio de Janeiro e de uma turnê por Portugal, a peça estreia agora em temporada: de 8 de setembro a 21 de outubro de 2026, no Teatro Poeirinha (sessões às terças e quartas-feiras, sempre às 20h). A realização é do Instituto Augusto Boal.  O projeto surgiu em 2019, quando a psicanalista Cecília Boal – viúva de Boal e à frente do instituto dedicado a preservar e difundir seu legado – assistiu a uma leitura da peça, dirigida por Fagner. Entre os convidados estava o diretor Aderbal Freire-Filho, que manifestou seu desejo de levar a montagem para o Teatro Poeira. Mas a pandemia mudou os planos: a peça estreou primeiro no formato on-line, conquistando uma indicação ao 16º Prêmio APTR na categoria Jovem Talento-Elenco. Em seguida, ganhou a estrada, com apresentações em cidades do Rio de Janeiro e de Portugal, até chegar à sua primeira temporada no Poeirinha. SERVIÇO: Espetáculo: Revolução na América do Sul Local: Teatro Poeirinha (Rua São João Batista, 104 – Botafogo) Temporada: de 08 de setembro a 21 de outubro de 2026 Dias e horários: Terças e quartas, às 20h Ingressos: R$ 80 (inteira) | R$ 40 (meia) Vendas online: www.sympla.com.br Duração: 100 minutos Classificação etária: 12 anos
6 de setembro de 2026
Chapeuzinho Vermelho e a floresta encantada é um sucesso da Cia. Ação Contínua que está voltando para o Teatro dos Grandes Atores para apenas duas apresentações na Barra da Tijuca, nos dias 05 e 06 de setembro, sábado e domingo às 17 horas. Venha viver essa aventura no Teatro dos Grandes Atores, na Barra da Tijuca. A clássica história está divertida e cheia de magia, conquistando crianças e adultos desde a primeira cena. Com um cenário deslumbrante e atuações maravilhosas, o espetáculo, repleto de afeto, destaca a relação entre três gerações — avó, mãe e neta — e traz uma narrativa encantadora, leve e muito divertida. O Lobo Juan, um mestre dos disfarces tão atrapalhado quanto carismático, garante boas risadas. O caçador, medroso e surpreendente, e as fadas, que surgem para encantar e bagunçar ainda mais a história, completam o time de personagens que dão vida a essa versão especial. SERVIÇO  Chapeuzinho Vermelho e a floresta encantada Teatro Grandes Atores Shopping Barra Square – Barra da Tijuca Dia 05 e 06 de setembro Sábado e domingo às 17:00 Único final de semana Ingressos R$ 90,00 / meia R$ 45,00 Duração do espetáculo: 55 minutos Vendas Divertix ou bilheteria do teatro. Compre e escolha o seu assento na DIvertix. Link: https://divertix.com.br/teatro/chapeuzinho-vermelho
6 de setembro de 2026
Com o objetivo de mostrar, de maneira lúdica e divertida, a importância de preservar o meio ambiente, o premiado musical infantil “TcHiBuM! – A Liga Aquática” encerra temporada, neste domingo (06/09), na EcoVilla Ri Happy, no Jardim Botânico. A peça é idealizada por Diego Morais e Pedro Henrique Lopes, criadores do premiado projeto infanto-juvenil “Grandes Músicos para Pequenos”. Em “TcHiBuM!”, eles convidam os espectadores para um mergulho muito divertido e cheio de aventuras com um Boto cinza que sabe de tudo, uma Lontra sempre perdida e uma ave Biguatinga muito animada pelas águas da Baía de Guanabara. Junto das crianças, eles tentam acabar com a sujeira de Fefê Fedida, uma barata do mar que se alimenta de lixo e restos. O espetáculo venceu o Prêmio CBTIJ nas categorias Atuação cênica e dramaturgia original. O espetáculo é patrocinado pela Prefeitura do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura e Ocean Pact, através da Lei Municipal de Incentivo à Cultura - Lei do ISS. Serviço: “TcHiBuM! – A Liga Aquática” EcoVilla Ri Happy: Rua Jardim Botânico, 1008 – Jardim Botânico Temporada: De 8 de agosto a 6 de setembro de 2026 Telefone: 3553-2616 Dias e horários: Sábados e domingos, às 11h Ingressos: Plateia vip: R$ 90 e R$ 45 (meia-entrada); Plateia lateral: R$ 70 e R$ 35 (meia-entrada) Lotação: 325 pessoas Duração: 1h05 Classificação: Livre Venda de ingressos: na bilheteria da EcoVilla ou no site Ingresso.com
6 de setembro de 2026
Destaque da nova geração da música de concerto brasileira, o pianista Bruno de Lorenzo apresenta recital solo no Theatro Municipal de Niterói no dia 9 de setembro, às 19h. O espetáculo marca seu retorno ao Brasil depois de um período de formação e aperfeiçoamento artístico na Europa. A entrada é gratuita, mas os ingressos devem ser retirados na bilheteria uma hora antes do início do espetáculo. Representado pelo selo fonográfico Século 30 Records, Bruno vem construindo uma trajetória marcada pela versatilidade, com atuação como solista, camerista e pianista acompanhador. Em 2025, ele venceu a 20ª edição do programa “Prelúdio”, da TV Cultura, que une a música clássica ao formato de show de talentos. A vitória lhe valeu uma bolsa de estudos na Academia Franz Liszt, em Budapeste, na Hungria, e ampliou sua projeção no cenário da música de concerto brasileira. Morador de Niterói, o artista, que é de São Luís, no Maranhão, fala da emoção de subir ao palco na cidade que escolheu para viver. “Depois de passar um tempo fora, voltar para tocar em Niterói é uma sensação muito especial. É o lugar onde construí muito da minha história com a música. Acho bonito poder voltar diferente, depois de tantas experiências, e dividir justamente aqui um pouco do que trouxe comigo”, afirma ele. A formação de Bruno começou aos 11 anos, em Macaé, sob orientação de Antonio Guimarães Neto. Em 2019, mudou-se para o Rio de Janeiro para dar continuidade aos estudos com a pianista Marina Spoladore. Atualmente, cursa o Bacharelado em Piano do Instituto Villa-Lobos, da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, a UNIRIO. Trajetória premiada e internacional O jovem artista soma reconhecimento e experiências internacionais em sua trajetória. Em 2020, por exemplo, ele conquistou o terceiro lugar no concurso mundial de piano King’s Peak, sendo o único brasileiro premiado em sua categoria. Entre 2024 e 2025, Bruno estudou em Paris com Claudine Thioux, pianista ligada ao legado pedagógico de Raymond Thiberge. No ano passado, também esteve no 55º Festival de Inverno de Campos do Jordão, onde apresentou recital na Estação Motiva Cultural e integrou a orquestra do festival, participando de concertos na Sala São Paulo e no Auditório Cláudio Santoro. Em 2026, ele passou seis meses em Örebro, na Suécia, aperfeiçoando seus estudos com pianistas como Matts Jansson e Lena Johnsson e realizando concertos na região. Além disso, tornou-se pianista acompanhador do coro do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. O Theatro Municipal de Niterói é um espaço cultural vinculado à Secretaria Municipal das Culturas e fica na Rua Quinze de Novembro 35, no Centro. Serviço Recital solo de piano – Bruno de Lorenzo Data: 9 de setembro (quarta-feira) Horário: 19h Local: Theatro Municipal de Niterói (Rua Quinze de Novembro 35, Centro) Entrada franca, com distribuição de senhas na bilheteria uma hora antes do início do espetáculo Classificação indicativa: livre
6 de setembro de 2026
No domingo, 06 de setembro, às 17h, o Theatro Municipal de Niterói recebe a Orquestra Fernando Brasil - OFeBra, que nasce da música e da vontade de homenagear Fernando Brasil, músico, professor e integrante da Orquestra de Cordas da Grota. A OFeBra amplia a experiência dos encontros musicais realizados anteriormente e transforma essa trajetória em um novo projeto artístico, com programação musical, artistas convidados, participação do público e uma comunicação própria. A proposta não é representar Fernando de forma literal, mas traduzir aquilo que permanece: a música, o repertório, os encontros, a formação de novos músicos e a memória coletiva construída por quem compartilhou sua trajetória. Fernando não aparece como retrato. Ele aparece como som. Sua presença se transforma em atmosfera. O azul índigo, sua cor preferida, ocupa esse lugar na identidade visual: funciona como um campo sonoro, uma frequência que atravessa as diferentes manifestações do projeto. A própria sigla OFeBra assume o papel de uma clave. Assim como a clave orienta a leitura de uma partitura, a marca inicia e organiza a composição. Ela representa também o lugar que Fernando ocupou na Orquestra da Grota: alguém que participou da formação, da orientação e da construção coletiva da música. Se a clave dá o tom, o ponto e vírgula dá continuidade. A OFeBra não existe apenas para lembrar. Existe para fazer acontecer. Cada apresentação, cada músico, cada convidado e cada pessoa do público passa a integrar essa composição coletiva. O que começou com Fernando ganha novos movimentos, novos timbres e novas possibilidades. Fernando deu à OFeBra a origem. A OFeBra dá ao coletivo a música. E a música dá continuidade. OFeBra. Música, tom, continua. Serviço Orquestra Fernando Brasil - Do Luto ao Legado Data: Domingo, 06 de setembro de 2026 Horários: 17h Duração: 90min Classificação: Livre Evento Gratuito | Retirada de 1 ingresso por pessoa na bilheteria, 1h antes do início do espetáculo Local: Theatro Municipal de Niterói End: Rua XV de Novembro, 35 - Centro, Niterói
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