*

10 de maio de 2022
A Constituição Federal, dentre os direitos fundamentais e suas garantias sociais traz, além de muitos outros, o Direito à Cultura e ao Lazer.  No Brasil, o Direito à Cultura é previsto na Carta Magna como um direito fundamental do cidadão. Segundo ela, cabe ao Poder Público possibilitar efetivamente a todos a fruição dos direitos culturais, mediante a adoção de políticas públicas que promovam o acesso aos bens culturais, a proteção ao patrimônio cultural, o reconhecimento e proteção dos direitos de propriedade intelectual bem como o de livre expressão e criação. O direito à cultura é uma eficácia da garantia social ao lazer, uma vez que impõe como competência da União, Estados, Distrito Federal e Municípios, a proteção aos bens de valor histórico e artístico e a promoção ao meio de acesso à cultura, educação, à ciência, à tecnologia, à pesquisa e à inovação, não perdendo de vista o esporte, como um meio de lazer. Muito embora o lazer e a cultura, na prática, tenham se mostrado direitos relegados ao segundo plano em relação aos demais direitos fundamentais e sociais, eles tangenciam diversas áreas das garantias sociais e individuais, a exemplo do direito à educação, trabalho, segurança, proteção à infância, direitos autorais e artísticos. E portanto, a garantia social ao lazer é abarcada no próprio Direito à Cultura. O Direito da Cultura e Entretenimento pode ser traduzido então como um direito fundamental, como uma garantia social, onde é aplicado às atividades culturais e desportivas, com o objetivo de proporcionar segurança jurídica e garantir o respeito às leis no desenvolvimento das artes e dos esportes, bem como promover seu acesso à sociedade. Não há dúvidas que a Lei de Incentivo a Cultura (Lei Rouanet) e a Lei do Audiovisual (Lei nº 8.685/93) possibilitaram a amplitude das políticas públicas relacionadas à cultura, lazer e esporte, a exemplo do PRONAC - Programa Nacional de Apoio à Cultura. As leis surgiram com o escopo de incentivar o investimento em cultura em troca, a princípio, de incentivos fiscais, pois com o benefício no recolhimento do imposto a iniciativa privada se sentiria estimulada a patrocinar eventos culturais, uma vez que o patrocínio além de fomentar a cultura, valoriza a marca das empresas junto ao público. Com a Lei Rouanet surgiram três formas possíveis de incentivo no país: o Fundo Nacional de Cultura (FNC), os Fundos de Investimento Cultural e Artístico (Ficart) e o Incentivo a Projetos Culturais por meio de renúncia fiscal (Mecenato). Ocorre contudo, que com o tempo a lei foi ficando defasada, além de ter sido totalmente mitigada com a implementação de Medidas Provisórias e destinação de recursos divergentes daqueles do mercado artístico, cultural e desportivo. O surgimento da internet, equilíbrio na inflação, mudança do contexto artístico, cultural, político e econômico do Brasil para o mundo, fez como que o Ministério da Cultura, incentivasse uma mudança, surgindo então o Programa Nacional de Fomento e Incentivo à Cultura – Procultura (Projeto de Lei nº 6722/2010), que veio a alterar a Lei Rouanet. O apoio do Ministério da Cultura aos projetos culturais por meio da Lei Federal e também por editais para projetos específicos, lançados periodicamente, valoriza a diversidade e o acesso à cultura, como um direito de todos dentro da democracia e ampliando a liberdade de expressão. Hoje a cultura tornou-se uma economia estratégica no mundo, que depende não só do investimento público como do privado. O acesso à cultura e ao lazer está diretamente ligado a um novo ciclo de desenvolvimento do país: a universalização do acesso, diversidade cultural, desenvolvimento da economia e cultura. Não se perca de vista a realização da Copa e das Olimpíadas, por exemplo, que levam as empresas a injetarem um maior investimento nos atletas, assim como nos eventos culturais nas localidades onde são realizados. Em meio a esse turbilhão de direitos e garantias fundamentais, mesmo com o esforço do Governo nas diversas tentativas de implementação de políticas públicas, válido destacar que, embora levado a segundo plano, o Direito da Cultura e Entretenimento em verdade está saindo nesta zona de “sub-direito”, para se lançar como uma potencial garantia jurídica. Afora as políticas públicas e ações do governo, que podem ser exigidas a partir de uma Ação Popular, ou em um litígio casuístico, as ações de empresários como realização de eventos por produtores culturais no Brasil, também são alvos de lide, demandas judiciais tanto públicas como privadas. Festivais de artes, espetáculos, shows e festas, estão sujeitos a uma série de controles e restrições, o que ocasiona grande impacto urbanístico e ambiental, e por envolverem interesses de uma grande gama de categorias especiais, como, por exemplo, crianças, adolescentes, consumidores, estudantes, entre outras, exigem um amplo conhecimento nas diversas áreas jurídicas, além de abrangerem um grande número de leis esparsas das mais diversas naturezas; algumas locais, outras estaduais e nacionais, que têm que ser conhecidas por todos aqueles que se propõem e se dedicam à realização de eventos no país. Pode-se concluir que o Direito da Cultura e Entretenimento não só tem espaço no mundo jurídico como reina em diversas áreas que burocratizam e disciplinam a arte, cultura, lazer, o esporte, educação e quantos ramos forem necessários para se garantir a efetividade do exercício da garantia constitucional, seja a um cidadão comum, como ao empresário. Por Suzana Fortuna

29 de maio de 2026
Nada melhor do que o próprio Eri explicar sobre sua proposta no espetáculo “Surge à partir das experiências vividas e sabidas por mim. Conto como foi o começo errado da minha carreira que acabou dando certo. A grande virada foi em 1978 quando comecei a escrever para Deus num simples caderno escolar. Nele combinei que gostaria de me tornar um ator profissional e que eu pudesse levar alegria para as pessoas. Quanto mais escrevia, mais intimidade e mais os meus pedidos eram atendidos. Com o passar dos anos a minha FÉ foi aumentando e a minha vida se transformando. “Das Seis às Sete” tem como objetivo maior fazer com que os espectadores possam refletir sobre o seu próprio passado, presente e futuro que não depende SÓ de DEUS. Se vai ter humor? A vida não tem a menor graça sem ele. Te encontro “Das Seis às Sete” no teatro”, relata Eri Johnson Serviço: Teatro dos Quatro Temporada: De 01/06/2026 à 29/05/2026 - Segunda às 18:00h Rua Marquês de São Vicente, 52 – Gávea, Rio de Janeiro
29 de maio de 2026
Novo texto teatral de Gabriel Chalita, “Poemas” estreia no Rio de Janeiro, dia 12 de junho no Teatro Fashion Mall, após temporada de sucesso em São Paulo. Dirigido por Duda Maia e estrelado por André Torquato e Marcos Pitombo, o espetáculo acompanha o encontro entre dois personagens que tentam escrever um poema enquanto atravessam lembranças da infância, medos, afetos e perguntas sobre o futuro. Com humor, delicadeza e uma atmosfera leve e imaginativa, a peça fala sobre solidão, memória, ansiedade e esperança — e sobre a necessidade de encontrar beleza mesmo em tempos difíceis. “A peça tem uma construção teatral, mas com um espectro filosófico, ligado ao cotidiano. É um espetáculo com beleza, mas que também nos ajuda a refletir sobre o que é viver e o que é existir. O que é um poema e o que são os lados poema e prosa da vida. O ser humano tem dois lados, um animal e um simbólico. O espetáculo explora tanto essa dimensão da animalidade humana, com sua cotidianidade, suas dores, e essa elevação, a permanência. E, esse vento que venta a vida”, descreve o autor Gabriel Chalita. Serviço Poemas, de Gabriel Chalita Temporada: De 12 de junho a 26 de julho de 2026 Teatro Fashion Mall: Estrada da Gávea, 899 - São Conrado, Rio de Janeiro Dias e horários: sessões em dias e horários variados devido à Copa do Mundo Dia 12/06 (sexta-feira), às 20h30. Dia 20/06 (sábado), às 18h e 20h30. Dia 21/06 (domingo), às 17h. Dias 03, 04, 10, 11, 17, 18 e 25/07 (sexta e sábado), às 20h30. Dia 26/07, às 17h. Ingressos: Plateia: de R$ 60 a R$ 120. Plateia Superior: de R$ 25 a R$ 50. Lotação: 427 lugares Duração: 60 minutos Classificação etária: 14 anos Venda de ingressos: https://bileto.sympla.com.br/event/120597
28 de maio de 2026
“A serpente”, de Nelson Rodrigues, ganha os palcos da Sede Cia dos Atores, Lapa (RJ), em temporada que vai de 20 de maio a 10 de junho com sessões às quartas-feiras às 20h. Protagonizada, e dirigida, por Anna Helena Madruga a história tem como fio condutor duas irmãs que por amor, uma pela outra, tomam uma decisão desastrosa. “A ideia surgiu de mostrar o lado feminino da história. Com o foco na história das irmãs e não na rivalidade”, diz Anna. Sinopse: Rio de janeiro (1978), duas irmãs moram com seus maridos no mesmo apartamento. Para impedir uma tragédia, uma delas toma uma decisão que muda para sempre seus destinos. A obra, que tem 48 anos, traz temas bem atuais, e importantes, para serem debatidos no palco. “Nela é falado sobre machismo, feminicídio, homofobia que infelizmente são fatos atemporais. Nelson sempre foi atemporal. Felizmente para a crítica e infelizmente por ainda sofrermos isso como sociedade em 2026”, ressalta a diretora. A Serpente Local: Sede Cia dos Atores na Lapa Temporada: 20 de maio a 10 de junho Dias: Quartas-feiras Ingresso: 50 reais (inteira), 25 reais (meia) Classificação 16 anos Gênero: Drama Duração: 1h e 15 min Venda: https://www.sympla.com.br/evento/a-serpente---sede-cia-dos-atores/341951
27 de maio de 2026
Realizado pelos jornais O GLOBO e EXTRA, o encontro debate novos modelos de financiamento e o impacto da cultura na economia do RJ. No dia 28 de maio, às 8h, acontece a segunda edição de 2026 do evento Caminhos do Rio, que este ano traz como tema central A Potência Criativa do Rio. Sediado no auditório da Editora Globo, o encontro colocará no centro do debate a cultura como um dos motores históricos da identidade e da economia fluminense, além de apontar caminhos promissores para a retomada do crescimento do Estado do Rio de Janeiro. O evento será aberto ao público e as inscrições poderão ser realizadas diretamente pelo site oficial. Com o objetivo de ampliar o alcance das discussões, o público também poderá acompanhar o evento de forma totalmente online. As transmissões ao vivo serão realizadas pelas redes sociais do jornal O Globo, através do Facebook e do YouTube, e também pela página do Extra no Facebook. A programação desta edição está dividida em dois painéis estratégicos que pretendem conectar o setor cultural às engrenagens do desenvolvimento econômico. A primeira mesa do dia, intitulada Financiamento e sustentabilidade dos projetos culturais, vai propor uma discussão profunda sobre novos modelos de captação, explorando desde patrocínios privados e leis de incentivo até fundos de investimento e outras fontes de recursos capazes de garantir a sustentabilidade financeira do setor a longo prazo. Participam deste debate Andrea Alves, CEO na Sarau Cultura Brasileira; Lucas Padilha, secretário municipal de Cultura do Rio; e Ricardo Piquet, diretor-geral do Instituto de Desenvolvimento e Gestão. Logo em seguida, a segunda mesa debaterá o Impacto da indústria cultural na economia. O painel abordará como a revitalização da economia cultural é capaz de impulsionar o desenvolvimento de todo o estado, funcionando como um catalisador para o fomento do turismo, a geração de empregos e a atração de novos investimentos. A discussão terá como palestrantes Aniela Jordan, sócia e diretora artística e de produção geral da Aventura; Julio Ludemir, criador da Festa Literária das Periferias (Flup); e Marcel Balassiano, subsecretário municipal de Desenvolvimento Econômico e Inovação do Rio. Ambos os painéis serão conduzidos pelo mediador Rafael Galdo, editor de Rio do O GLOBO, que acompanhará os debates ao longo de todo o evento. O ciclo Caminhos do Rio é realizado pelos jornais O GLOBO e EXTRA e conta com o patrocínio da Prefeitura do Rio e da Riotur. CAMINHOS DO RIO 2026 – 2ª EDIÇÃO Data: quinta-feira, 28 de maio Horário: 8h, com início do painel e da transmissão ao vivo às 8h30 Local: Auditório da Editora Globo Endereço: Rua Marquês de Pombal, 25 – Centro, Rio de Janeiro Evento gratuito e aberto ao público. Inscrições pelo link: oglobo.globo.com/projetos/caminhosdorio
27 de maio de 2026
Na estreia será exibido o longa-metragem "Kasa branca", premiado no Festival do Rio O Centro Cultural Cauby Peixoto recebe, na próxima quarta-feira (27), às 18h30, a estreia do Cine Fonseca, nova iniciativa gratuita de exibição audiovisual voltada para jovens estudantes da rede pública e para o público em geral. A sessão de abertura acontece no jardim em frente ao casarão histórico, no Fonseca, com a exibição do longa-metragem "Kasa Branca", dirigido por Luciano Vidigal. O filme acompanha a trajetória de Dé, um jovem da periferia do Rio de Janeiro. Ao descobrir que sua avó está em estágio avançado de Alzheimer, ele conta com a ajuda dos amigos para transformar os últimos dias dela em experiências de afeto, cuidado e celebração da vida. A obra aborda amizade, pertencimento e relações comunitárias, tendo recebido destaque em festivais nacionais e internacionais. No Festival do Rio, por exemplo, foram quatro prêmios, incluindo Melhor Direção de Ficção para Luciano Vidigal, que se tornou o primeiro diretor negro a vencer na categoria; Melhor Ator Coadjuvante (Diego Francisco); Melhor Fotografia e Melhor Trilha Sonora. “O cinema é uma linguagem fundamental da cultura brasileira e garantir acesso gratuito a esse tipo de experiência também é fortalecer o direito à cultura nos territórios. O Cine Fonseca nasce aproximando o audiovisual da população, formando público e reafirmando a potência cultural da Zona Norte de Niterói”, afirmou a secretária das Culturas de Niterói, Júlia Pacheco. O Cine Fonseca inaugura uma programação mensal gratuita no Centro Cultural Cauby Peixoto, com exibição de curtas e longas-metragens brasileiros. A proposta é ampliar o acesso ao cinema na Zona Norte de Niterói, incentivar a formação de público e fortalecer a circulação audiovisual nos territórios. “A proposta do Cine Fonseca é consagrar o Centro Cultural da Zona Norte como um novo lugar de exibições. Vamos exibir curtas e longas na área externa e no teatro do bairro que já teve duas salas de cinema”, destacou Leandro Santana, diretor do Centro Cultural Cauby Peixoto. A iniciativa também reforça o papel dos equipamentos culturais públicos na democratização do acesso ao audiovisual e na garantia do direito à cultura. Com programação gratuita e permanente, o Cine Fonseca busca aproximar o público do cinema brasileiro e consolidar novos espaços de encontro, convivência e formação cultural na Zona Norte de Niterói.
27 de maio de 2026
Professores, alunos, gestores e maestros contam suas histórias pessoais de superação e inclusão, vividas a partir do Aprendiz Na próxima quarta feira (27), no canal oficial de Youtube do Aprendiz Musical (https://www.youtube.com/@AprendizMusical), entra no ar o primeiro de oito episódios inéditos do Podcast Aprendiz Musical 25 Anos – criado para celebrar o aniversário deste que é o maior programa de musicalização nas escolas do Brasil. Uma vez por mês, até o fim do ano, novos episódios serão lançados. O podcast também poderá ser escutado, na versão áudio, em todas as plataformas digitais (Spotify, Deezer, Apple Tunes, etc). Alunos, gestores, professores, maestros e profissionais importantes para o desenvolvimento do Aprendiz nestas duas décadas e meia são entrevistados em um tom ao mesmo tempo informativo e caloroso. Os convidados irão esmiuçar todos os detalhes sobre o Aprendiz Musical e suas mais variadas vertentes, ao falar sobre suas experiências de inclusão social, desenvolvimento profissional e evolução de suas próprias vidas, a partir de ações do Aprendiz Musical. O podcast tem roteiro e apresentação do jornalista e produtor Leo Rivera. Nesta primeira edição os convidados são o gestor e ex-secretário de Cultura de Niterói, Marcos Gomes; e o professor do Aprendiz, Rodrigo Belchior – que contam as suas histórias, surgidas desde o inicio da implementação do programa social na cidade, no ano de 2001. Nos próximos episódios serão entrevistados nomes como o Coordenador do Programa Aprendiz, João Reis; o cantor, compositor e gestor público Marcos Sabino, ex-presidente da Fundação de Arte de Niterói; a atriz e produtora Catarina Dall'Orto; o maestro Evandro Rodriguese; os gestores Luiza Carino e João Carino; e outros nomes fundamentais para o desenvolvimento do Programa Aprendiz. E, é claro, dois alunos que contam suas vivências, demostrando de forma prática os resultados do Aprendiz. Os objetivos do podcast são os de seguir dando credibilidade e mostrando a trajetória institucional do programa, aproximando o público da prática pedagógica e mostrando resultados concretos e inspiradores – valorizando a música como ferramenta de humanização e transformação social. O Aprendiz Musical é realizado pela Prefeitura de Niterói, por meio da Secretaria Municipal de Economia Criativa e Ações Estratégicas (SECAE), em parceria com a Secretaria Municipal de Educação. SERVIÇO: Lançamento do Podcast Aprendiz Musical 25 Anos Local: Canal Oficial do Youtube – Aprendiz Musical – https://www.youtube.com/@AprendizMusical Data: 27 de Maio Entrevistados (1º episódio): Ex-Secretário de Cultura Marcos Gomes; e o coordenador de sopros e percussão Rodrigo Belchior Produção: Programa Aprendiz Musical Roteiro e apresentação: Leo Rivera Captação e Edição: Equipe Matheus Menezes
26 de maio de 2026
Após uma estreia marcante no Teatro Cândido Mendes e uma recepção sensível do público carioca, o espetáculo “Grito Mudo”, concebido e interpretado pela bailarina e coreógrafa Marcella Dale, ganha uma semana extra de apresentações na Casa de Cultura Laura Alvim, em Ipanema. Inicialmente prevista para acontecer até o dia 21 de maio, a temporada foi prorrogada e agora segue também nos dias 27 e 28 de maio, às 19h, no Espaço Rogério Cardoso. A obra propõe uma investigação sensorial sobre o corpo como território de resistência diante do silêncio. Os ingressos já estão disponíveis para venda através do link. Serviço  “Grito Mudo” – solo de dança contemporânea com Marcella Dale Temporada prorrogada Datas: 27 e 28 de maio Horário: 19h Local: Espaço Rogério Cardoso (Casa de Cultura Laura Alvim) - Av. Vieira Souto, 176 - Ipanema, Rio de Janeiro
26 de maio de 2026
O projeto Música no Museu dá sequência às comemorações dos seus 29 anos trazendo mais novidades no mês de maio. Criado por Sergio da Costa e Silva, o Música no Museu é Patrimônio Cultural Imaterial do Estado e da Cidade do Rio de Janeiro e já atingiu mais de 1 milhão e 250 mil pessoas em quase três décadas de atividades ininterruptas. A programação é gratuita. Confira o programa completo: Dia 26 de maio, terça-feira, às 18h Museu do Exército - Forte de Copacabana - Praça Cel. Eugênio Franco, 1, Posto 6, Copacabana Capacidade: 120 lugares Músicos: Coral do Riviera - Regência de José Machado Programa: Clássicos Brasileiros Entrada: gratuita. Dia 27 de maio, quarta-feira, às 12h30 CCBB - Rua Primeiro de Março, 66, 4º andar, sala 26, Centro do Rio Capacidade: 93 lugares. Músicos: Quarteto Tonal (Nelma Pataro - piano, Sarah Neri - piano, Stael Malamut - flautas transversa e doce, Sergio Simões Menezes - flauta doce) Programa: Música Barroca Entrada: gratuita. Dia 30 de maio, sábado, às 18h Palácio São Clemente - Consulado de Portugal - Rua São Clemente, 424, Botafogo Capacidade: 120 lugares Músico: Alessandra de Lucena, piano Programa: Clássicos Internacionais Entrada: gratuita.
26 de maio de 2026
O projeto Música no Museu dá sequência às comemorações dos seus 29 anos trazendo mais novidades no mês de maio. Criado por Sergio da Costa e Silva, o Música no Museu é Patrimônio Cultural Imaterial do Estado e da Cidade do Rio de Janeiro e já atingiu mais de 1 milhão e 250 mil pessoas em quase três décadas de atividades ininterruptas. A programação é gratuita. Confira o programa completo: Dia 26 de maio, terça-feira, às 18h Museu do Exército - Forte de Copacabana - Praça Cel. Eugênio Franco, 1, Posto 6, Copacabana Capacidade: 120 lugares Músicos: Coral do Riviera - Regência de José Machado Programa: Clássicos Brasileiros Entrada: gratuita. Dia 27 de maio, quarta-feira, às 12h30 CCBB - Rua Primeiro de Março, 66, 4º andar, sala 26, Centro do Rio Capacidade: 93 lugares. Músicos: Quarteto Tonal (Nelma Pataro - piano, Sarah Neri - piano, Stael Malamut - flautas transversa e doce, Sergio Simões Menezes - flauta doce) Programa: Música Barroca Entrada: gratuita. Dia 30 de maio, sábado, às 18h Palácio São Clemente - Consulado de Portugal - Rua São Clemente, 424, Botafogo Capacidade: 120 lugares Músico: Alessandra de Lucena, piano Programa: Clássicos Internacionais Entrada: gratuita.
25 de maio de 2026
Uma viagem musical pelos territórios sonoros da Ásia, onde tradição, espiritualidade e natureza se entrelaçam em paisagens sonoras de grande força expressiva. Essa é a proposta do concerto Sons do Oriente, que a Orquestra Sinfônica Juvenil Chiquinha Gonzaga, por meio de sua Academia de Monitoras, apresentará no dia 27 de maio (quarta-feira), na Sala Cecília Meireles, sob a regência do maestro Anderson Alves. A noite conta ainda com a participação especial dos solistas Stephanie Doyle (violinista), Ludmilla Bauerfeldt (soprano), Yu Xi (soprano) e Jessé Bueno (tenor). O concerto Sons do Oriente e a Orquestra Sinfônica Juvenil Chiquinha Gonzaga contam com o patrocínio da State Grid Brazil Holding, CNOOC e PETRONAS Brasil, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Integram ainda o ecossistema social de apoio à OSJ Chiquinha, como patrocinadores mantenedores, as empresas Petrogal Brasil, joint venture Galp-Sinopec, e Zurich Santander, também por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. O programa, dividido em duas partes, apresenta obras inspiradas em culturas orientais, explorando escalas, timbres e ritmos que evocam países como a Malásia, o Japão, a China, a Índia e outras regiões do Oriente, em diálogo com a escrita sinfônica ocidental. A primeira parte é composta por músicas folclóricas orientais, arranjadas por Vinicius Louzada. Já a segunda traz obras que evidenciam a influência oriental no Ocidente, com composições de Giacomo Puccini, Franz Lehár, Giuseppe Verdi, Carlos Gomes e Heitor Villa-Lobos. “A riqueza da música oriental é infinita, com sonoridades muito particulares, escalas, modos e sistemas harmônicos diferentes da tradição ocidental. Enquanto a música europeia foi construída principalmente a partir do sistema temperado, muitas culturas orientais preservam microtons e melodias que criam cores sonoras sofisticadas e emocionantes”, explica a pianista Moana Martins, diretora-executiva do IBME. É fato que o Oriente sempre despertou um fascínio nos compositores Europeus. Moana conta que, principalmente a partir do século XIX, houve um intenso intercâmbio cultural entre Europa e Ásia, e que essa influência aparece nas escalas, nos timbres, nas cores orquestrais e nos ritmos. “A música sempre foi um espaço de encontro entre culturas e que, mesmo separadas geograficamente, Oriente e Ocidente se influenciaram mutuamente ao longo da história. Compositores como Giuseppe Verdi e Giacomo Puccini incorporaram elementos orientais em suas obras para criar novas paisagens sonoras e dramáticas. Na música brasileira, essa influência também aparece de maneira muito interessante. Villa-Lobos, por exemplo, mesmo muito ligado à identidade brasileira, também buscava expandir os limites sonoros da música ocidental, explorando timbres, texturas e atmosferas que muitas vezes se aproximam da espiritualidade e da liberdade estética presentes nas tradições orientais”, pontua a pianista. Para as jovens instrumentistas da OSJ Chiquinha Gonzaga, o concerto será um grande desafio artístico e, ao mesmo tempo, uma experiência muito enriquecedora. Moana Martins conta que interpretar esse repertório exige uma escuta aberta a novas possibilidades sonoras, com concepções estéticas bastante diferentes da tradição Ocidental. “OSJ Chiquinha Gonzaga é muito mais do que uma orquestra, é um programa de formação integral que proporciona às instrumentistas ferramentas para ampliação do repertório cultural e de visão de mundo. Quando nossas musicistas entram em contato com tradições musicais da China, Malásia, Japão, Índia e de outros países orientais, elas não aprendem apenas novas composições, mas outras formas de sentir, perceber a arte e a vida, completa a diretora-executiva. Serviço Sons do Oriente Concerto da Academia de Monitoras da OSJ Chiquinha Gonzaga Data: 27 de maio (quarta-feira), às 19h Local: Sala Cecília Meireles – Rua da Lapa 47 Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada) Classificação etária: Livre
Ver todas as notícias