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10 de maio de 2022
A Constituição Federal, dentre os direitos fundamentais e suas garantias sociais traz, além de muitos outros, o Direito à Cultura e ao Lazer.  No Brasil, o Direito à Cultura é previsto na Carta Magna como um direito fundamental do cidadão. Segundo ela, cabe ao Poder Público possibilitar efetivamente a todos a fruição dos direitos culturais, mediante a adoção de políticas públicas que promovam o acesso aos bens culturais, a proteção ao patrimônio cultural, o reconhecimento e proteção dos direitos de propriedade intelectual bem como o de livre expressão e criação. O direito à cultura é uma eficácia da garantia social ao lazer, uma vez que impõe como competência da União, Estados, Distrito Federal e Municípios, a proteção aos bens de valor histórico e artístico e a promoção ao meio de acesso à cultura, educação, à ciência, à tecnologia, à pesquisa e à inovação, não perdendo de vista o esporte, como um meio de lazer. Muito embora o lazer e a cultura, na prática, tenham se mostrado direitos relegados ao segundo plano em relação aos demais direitos fundamentais e sociais, eles tangenciam diversas áreas das garantias sociais e individuais, a exemplo do direito à educação, trabalho, segurança, proteção à infância, direitos autorais e artísticos. E portanto, a garantia social ao lazer é abarcada no próprio Direito à Cultura. O Direito da Cultura e Entretenimento pode ser traduzido então como um direito fundamental, como uma garantia social, onde é aplicado às atividades culturais e desportivas, com o objetivo de proporcionar segurança jurídica e garantir o respeito às leis no desenvolvimento das artes e dos esportes, bem como promover seu acesso à sociedade. Não há dúvidas que a Lei de Incentivo a Cultura (Lei Rouanet) e a Lei do Audiovisual (Lei nº 8.685/93) possibilitaram a amplitude das políticas públicas relacionadas à cultura, lazer e esporte, a exemplo do PRONAC - Programa Nacional de Apoio à Cultura. As leis surgiram com o escopo de incentivar o investimento em cultura em troca, a princípio, de incentivos fiscais, pois com o benefício no recolhimento do imposto a iniciativa privada se sentiria estimulada a patrocinar eventos culturais, uma vez que o patrocínio além de fomentar a cultura, valoriza a marca das empresas junto ao público. Com a Lei Rouanet surgiram três formas possíveis de incentivo no país: o Fundo Nacional de Cultura (FNC), os Fundos de Investimento Cultural e Artístico (Ficart) e o Incentivo a Projetos Culturais por meio de renúncia fiscal (Mecenato). Ocorre contudo, que com o tempo a lei foi ficando defasada, além de ter sido totalmente mitigada com a implementação de Medidas Provisórias e destinação de recursos divergentes daqueles do mercado artístico, cultural e desportivo. O surgimento da internet, equilíbrio na inflação, mudança do contexto artístico, cultural, político e econômico do Brasil para o mundo, fez como que o Ministério da Cultura, incentivasse uma mudança, surgindo então o Programa Nacional de Fomento e Incentivo à Cultura – Procultura (Projeto de Lei nº 6722/2010), que veio a alterar a Lei Rouanet. O apoio do Ministério da Cultura aos projetos culturais por meio da Lei Federal e também por editais para projetos específicos, lançados periodicamente, valoriza a diversidade e o acesso à cultura, como um direito de todos dentro da democracia e ampliando a liberdade de expressão. Hoje a cultura tornou-se uma economia estratégica no mundo, que depende não só do investimento público como do privado. O acesso à cultura e ao lazer está diretamente ligado a um novo ciclo de desenvolvimento do país: a universalização do acesso, diversidade cultural, desenvolvimento da economia e cultura. Não se perca de vista a realização da Copa e das Olimpíadas, por exemplo, que levam as empresas a injetarem um maior investimento nos atletas, assim como nos eventos culturais nas localidades onde são realizados. Em meio a esse turbilhão de direitos e garantias fundamentais, mesmo com o esforço do Governo nas diversas tentativas de implementação de políticas públicas, válido destacar que, embora levado a segundo plano, o Direito da Cultura e Entretenimento em verdade está saindo nesta zona de “sub-direito”, para se lançar como uma potencial garantia jurídica. Afora as políticas públicas e ações do governo, que podem ser exigidas a partir de uma Ação Popular, ou em um litígio casuístico, as ações de empresários como realização de eventos por produtores culturais no Brasil, também são alvos de lide, demandas judiciais tanto públicas como privadas. Festivais de artes, espetáculos, shows e festas, estão sujeitos a uma série de controles e restrições, o que ocasiona grande impacto urbanístico e ambiental, e por envolverem interesses de uma grande gama de categorias especiais, como, por exemplo, crianças, adolescentes, consumidores, estudantes, entre outras, exigem um amplo conhecimento nas diversas áreas jurídicas, além de abrangerem um grande número de leis esparsas das mais diversas naturezas; algumas locais, outras estaduais e nacionais, que têm que ser conhecidas por todos aqueles que se propõem e se dedicam à realização de eventos no país. Pode-se concluir que o Direito da Cultura e Entretenimento não só tem espaço no mundo jurídico como reina em diversas áreas que burocratizam e disciplinam a arte, cultura, lazer, o esporte, educação e quantos ramos forem necessários para se garantir a efetividade do exercício da garantia constitucional, seja a um cidadão comum, como ao empresário. Por Suzana Fortuna

28 de outubro de 2026
Depois de realizar sua primeira edição em 2024, o Festival Quilombo Cultural retorna à Ilha da Marambaia, em Mangaratiba (RJ), nos dias 31 de outubro e 1º de novembro de 2026, ampliando uma iniciativa dedicada à valorização das culturas quilombolas, caiçaras e afro-brasileiras. Realizado pela Fábrica de Gigantes, o projeto promove o encontro entre mestres e mestras de tradição oral, grupos jongueiros, comunidades tradicionais e novas gerações, criando espaços de troca, celebração e transmissão de saberes. Localizada na Costa Verde, a Ilha da Marambaia é um território ancestral que reúne características singulares das tradições quilombolas e caiçaras. Realizar o festival nesse território também assume um caráter simbólico e estratégico diante das disputas fundiárias e das ameaças de remoção enfrentadas pela comunidade. A proposta é reunir grupos do Vale do Café, Baixada Fluminense, Rio de Janeiro e Marambaia, fortalecendo vínculos e conexões A segunda edição volta a ocupar a Marambaia com uma programação de dois dias que reúne oficinas, cultura pernalta, jongo, samba de roda, culinária quilombola, turismo histórico e atividades de celebração e encontro comunitário. SERVIÇO: Festival Quilombo Cultural — 2ª edição  Datas: 31 de outubro e 1º de novembro de 2026 Local: Ilha da Marambaia — Mangaratiba, RJ
28 de outubro de 2026
E se você pudesse encontrar, de alguma maneira, aquilo que perdeu? É a partir dessa provocação que nasce “Embarcação Perdue”, espetáculo que marca a estreia de Lucas Pimenta como autor e diretor de teatro e amplia para os palcos uma trajetória que vem desenvolvendo também no audiovisual. A Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura e BNY apresentam a montagem, que estreia em 5 de novembro, no Teatro Glaucio Gil, no Rio de Janeiro, onde permanece em cartaz até 27 de novembro. Com produção da Touché Entretenimento, que também faz com o projeto sua estreia no teatro de prosa, e patrocínio de BNY e Robert Half, a peça transforma perdas, ausências e reencontros em uma jornada que combina humor, absurdo e poesia. Na trama, a chegada de uma misteriosa embarcação movimenta uma cidade ao anunciar uma possibilidade difícil de ignorar: tudo aquilo que foi perdido pode ser encontrado. A notícia desperta imediatamente o interesse de pessoas dispostas a seguir viagem, mas chegar a bordo não é tão simples. Antes da partida, uma série de entrevistas determina quem poderá embarcar e, ao revelar o que cada candidato deseja recuperar, expõe também histórias, desejos e ausências mantidos até então em silêncio. Sob o comando de um Capitão enigmático, forma-se uma tripulação de desconhecidos reunidos pela esperança de recuperar algo que a vida levou. Há quem procure a juventude, quem tente reencontrar a própria identidade, quem busque uma família e até quem queira recuperar a capacidade de sentir. O destino é o chamado “Lugar Nenhum”, e o percurso coloca progressivamente em dúvida se a viagem poderá, de fato, devolver o que ficou para trás ou se encontrará outras respostas pelo caminho. SERVIÇO: Embarcação Perdue Temporada: 5 a 27 de novembro de 2026 Local: Teatro Glaucio Gil Cidade: Rio de Janeiro (RJ) Texto e direção: Lucas Pimenta Elenco: Márcio Vito, Marina Elias, Andrea Dantas, Leandro da Matta, Vitor Thirré, Giulie Oliveira, Hugo Lobo e Leon Marques Produção: Touché Entretenimento Apresentação: Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura e BNY Patrocínio: BNY e Robert Half Dias e horários: Quarta a Sexta às 20h Ingressos: R$ 50 (inteira) R$25 (meia) Link de vendas: https://funarj.eleventickets.com/#!/categoria/beabb69402299f72e26268ef1ca24bde7f6e1821 Endereço: Praça Cardeal Arcoverde, s/n, em Copacabana, Rio de Janeiro - RJ (CEP 22040-030) Duração: 90 minutos Classificação indicativa: 14 anos
28 de outubro de 2026
Um baiano flamenguista apaixonado, amigo pessoal de Zico e ex-morador da Gávea, o cantor e compositor Moraes Moreira segue vivo na lembrança afetiva do Rio de Janeiro. Antecipando as celebrações dos 80 anos do eterno ‘novo baiano’, a Cidade Maravilhosa será palco do espetáculo “Moraes Musical Moreira”, que acontece de 5 a 29 de novembro, no Teatro Carlos Gomes . Aclamado pelo público e a crítica, o musical, que une teatro, música e dança, chega ao Rio após levantar mais de 15 mil pessoas em temporadas por Salvador, Recife e Brasília. Os ingressos já estão disponíveis pelo Sympla, clicando aqui. Assinando 40 músicas da trajetória do artista, o espetáculo chega ao fim da turnê nacional em 2026, levando uma experiência cênica construída a partir das memórias, influências e faixas que marcaram a carreira de Moraes. Inspirada na linguagem de cordel, “Moraes Musical Moreira” convida ao mergulho no universo de um dos artistas que ajudou a reinventar os caminhos da música popular brasileira. Natural de Ituaçu, na Bahia, Moraes Moreira construiu uma obra que atravessou diferentes gerações e linguagens. Fundador dos Novos Baianos, pioneiro como cantor de trio elétrico e responsável por aproximar diferentes ritmos em sua produção, o artista transitou pelo frevo, choro, rock, samba, forró, MPB e pela poética do cordel. Canções como Pombo Correio, Bloco do Prazer, Chão da Praça e Chame Gente permanecem no repertório popular e ajudam a contar a história de um compositor que levou a música nordestina para diferentes espaços do país. Dirigido pela atriz e coreógrafa Ana Paula Bouzas, o espetáculo Moraes Musical Moreira apresenta uma narrativa poética inspirada na essência do artista. Em cena, as duas faces de Moraes, divididas entre o Poeta-Cantador de Rodrigo Sestrem e o Vaqueiro do Som de Cris Meirelles percorrem uma jornada em busca da Musa Música, vivida por Júlia Tizumba, ambos acompanhados pelo “Bloco do Prazer”. “Entendi que pra viver a riqueza da obra de Moraes no palco – em teatro, dança e música – a gente precisaria trazer, junto com ele, o povo que inspirou e eternizou sua criação, porque Moraes é um artista da massa. Cidadão brasileiro que nos falou de liberdade, democracia, amor e alegria. ‘Moraes Musical Moreira’ é nossa declaração carinhosa a esse assombro criativo que ele é, o nosso desejo de partilhar a presença de um patrimônio musical brasileiro em nossos corpos, celebrar a magnitude de quem viveu em estado constante de inspiração, numa conexão profunda, sincera e refinada entre a sua arte e seu povo”, destaca Ana Paula Bouzas. Dialogando com as “raízes nordestinas” presentes na obra do compositor, o musical amplia sua narrativa por meio de um elenco formado por atores, atrizes, cantoras, cantores e multiartistas. Com treze artistas em cena, integram o espetáculo Diana Ramos, Luisa Muricy, Kadu Veiga, Mano Leone, Nana Nevez, Ofámirô, Rapha Gouveia, Sabiá, Saulo Ilogoní e Marcos Lopes. Construindo a identidade do musical, as direções de Arte, Musical e de Coreografia ficaram, respectivamente, com Renata Mota (Mancha de Dendê Não Sai, 2023), a dupla João Milet Meirelles (trilha de Uma Leitura dos Búzios, 2022) e Ronei Jorge (Miss Suéter), além do bailarino e performer Jai Bispo (Torto Arado – O Musical) e sua dupla, a professora de danças brasileiras, Isis Carla. A equipe conta ainda com Jaya Batista, Vinícius Bustani e Edu Coutinho como assistentes de direção. Já o figurino é assinado pela dupla Alexandre Guimarães e Diana Moreira. A dramaturgia de Fábio Espírito Santo, roteirista e diretor teatral, conduz a narrativa do espetáculo, que tem coordenação geral de Fernanda Bezerra. No palco, o elenco é acompanhado por uma banda formada por seis músicos, nos riffs de Tarcísio Santos, Mistro, Indira Dourado, Antenor Cardoso e Fredinho, com regência da assistente de Direção Musical e baixista Carla Suzart.
27 de outubro de 2026
Como podemos propor outras formas de convivência entre humanos e não-humanos? É possível cultivar amizade e parentesco entre as espécies? O que podemos aprender com cavalos e éguas? Com esses questionamentos, as artistas-pesquisadoras Aline Bernardi e Dani Lima convidam o público para assistir ao espetáculo “Equina”, que volta em cartaz, de 07 a 29 de novembro, no Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto/Sala Preta. A narrativa afetuosa busca pensar sobre políticas de cuidado e a manutenção da vida cultivadas a partir dessas relações interespécies. A criação é um desdobramento da pesquisa de doutorado de Aline, que também está em cena, no Programa de Pós-Graduação em Artes da Cena da UFRJ. “A aposta desta obra é investigar de forma fabulatória como as ecologias relacionais e as alianças interespécies podem propor modos de reparação micropolítica em um mundo danificado”, explica a bailarina e pesquisadora Aline Bernardi. “A criação é um desdobramento da minha pesquisa de doutorado, que fabula memórias da relação de amizade e parentesco que tenho com cavalos e éguas”, completa. As raízes desta pesquisa remontam à infância de Aline, quando a artista morou na zona rural do oeste paulista, e teve uma convivência íntima com cavalos de uma fazenda onde seu pai trabalhava. A partir dessa história pessoal e dos diálogos travados com as pesquisadoras Donna Haraway, Vinciane Despret e Anna Tsing, “Equina” busca articular as três dimensões da ecologia, segundo o filósofo e psicanalista Félix Guattari: a das subjetividades, a social e a ambiental, para especular sobre o papel das alianças interespécies na regeneração da vida. “Fazemos um convite para praticarmos parentesco e amizade com outras espécies. Queremos questionar o uso exploratório e extrativista dos cavalos e das éguas, assim como de outras espécies, no processo de civilização humana, que levam às consequências da crise socioambiental que a gente está vivendo. O que me interessa é convocar nossa espécie a cultivar imaginários de interdependência e conexões colaborativas com as outras espécies e com tudo que está vivo em nosso planeta”, observa Aline. A pesquisadora também aponta seu interesse em dialogar com as cosmovisões indígenas, que criam alianças afetivas com outras espécies, conceito proposto por Ailton Krenak, e cultivam relações de respeito com animais, vegetais, rios, florestas, montanhas. Serviço Espetáculo: Equina Temporada: de 07 a 29 de novembro 2026 Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto/Sala Preta: Rua Visconde de Silva s/nº, ao lado do nº 292 – Humaitá. Acesso somente por escadas. Telefone: (21) 2535-3846 Dias e horários: sábados, às 19h, e domingos às 18h. Ingressos: 60 (inteira) e R$ 30 (meia-entrada). Capacidade: 25 pessoas Duração: 1h Classificação etária: 18 anos Venda de ingressos: https://bileto.sympla.com.br/event/128177 e na bilheteria do centro cultural, de quarta a domingo das 15h às 21h.
27 de outubro de 2026
A comédia “O Nome do Bebê”, com Bianca Bin no elenco e direção de Elias Andreato, chega ao Teatro Axia Casa Grande, no Leblon, para uma curta temporada de 5 a 27 de novembro de 2026. As sessões serão às quintas e sextas-feiras, sempre às 20h, segundo a programação oficial do teatro. Na trama, Vicente e Anna, que esperam o primeiro filho, vão jantar na casa da irmã dele e do cunhado, com a presença de um amigo de infância, para anunciar o nome escolhido para o bebê. Vicente faz uma brincadeira infeliz e diz que a criança vai se chamar Adolfo. A partir daí, a conversa vira uma discussão crescente, que traz à tona memórias, ressentimentos guardados, preconceitos e contradições do grupo. Segundo a apresentação do espetáculo, a montagem discute a dificuldade de escuta nas relações mais próximas e a necessidade de aceitar o outro com suas diferenças. A versão brasileira, de acordo com o teatro, soma mais de 100 apresentações entre São Paulo e outras capitais antes de chegar ao Rio. Serviço • Espetáculo: O Nome do Bebê • Temporada: de 5 a 27 de novembro de 2026 • Dias e horário: quintas e sextas-feiras, às 20h (abertura da casa 1h antes) • Local: Teatro Axia Casa Grande — Avenida Afrânio de Melo Franco, 290, Loja A, Leblon, Rio de Janeiro (RJ) • Classificação: 12 anos. Menores a partir de 10 anos entram acompanhados dos pais ou responsáveis. Crianças de até 1 ano e 11 meses no colo do responsável não pagam. • Ingressos: à venda pela Eventim, canal oficial indicado pelo teatro, e na bilheteria. Valores na página de venda. • Informações: (21) 2511-0800
27 de outubro de 2026
A Prefeitura de Maricá iniciou nesta segunda-feira (26/10) o primeiro dia do II Seminário em homenagem a Darcy Ribeiro, que completaria 104 anos nesta data. O evento contou com uma mesa de palestrantes formada pelo reitor da Universidade Livre do Carnaval, Milton Cunha; pelo presidente da Companhia de Cultura e Turismo Maricá (MARÉ), Antônio Grassi; pelo secretário de Cultura e das Utopias, Sady Bianchin; pelo carnavalesco da União de Maricá, Edson Pereira; pela musa da escola, Thai Rodrigues; e pelo enredista Mauro Cordeiro. Ao final do encontro, a programação contou com uma apresentação da bateria da União de Maricá. Realizado pela Secretaria de Cultura e das Utopias, em parceria com a Companhia de Cultura e Turismo Maricá (MARÉ), o seminário reuniu participantes para compartilhar memórias sobre Darcy Ribeiro e discutir seu legado para a sociedade. O evento teve a participação de alunos do Passaporte Universitário, estudantes de escolas estaduais e moradores do município. Seminário – Darcy Ribeiro e a Educação Data: terça-feira (27/10) Horário: 18h Local: Cine Henfil Endereço: Rua Alferes Gomes, 390, Centro
26 de outubro de 2026
O Centro Cultural Light (CCL), localizado no Centro do Rio de Janeiro, recebe nos dias 27, 28 e 29 de outubro a primeira edição do São João Marcos Cine Festival, mostra gratuita que reúne produções audiovisuais voltadas à preservação da memória e do patrimônio cultural fluminense. Serão exibidos os quatro primeiros episódios da série documental 'O Parque', que conta a história da criação do Parque Arqueológico e Ambiental de São João Marcos, e o curta-metragem documental 'A História de São João Marcos', que resgata a trajetória da antiga cidade por meio de depoimentos de ex-moradores. Mais do que uma sessão de cinema, a ação propõe uma reflexão sobre a importância da preservação da memória coletiva, reunindo histórias, personagens e registros que ajudam a manter vivo um importante patrimônio cultural do estado. A iniciativa também reforça o papel do Centro Cultural Light como espaço aberto à difusão do conhecimento, à formação de público e ao acesso democrático à cultura. Serviço:  São João Marcos Cine Festival Datas: 27, 28 e 29 de outubro de 2026 Local: Centro Cultural Light (CCL) Endereço: Avenida Marechal Floriano, nº 168, Centro, Rio de Janeiro Entrada: Gratuita
26 de outubro de 2026
No dia 29 de outubro, quinta-feira, os alunos da segunda edição da Scuola di Teatro Lucia Cerrone apresentam o espetáculo Nós e Retalhos, às 18h e às 20h30, no Theatro Municipal de Niterói. O curso gratuito de teatro para estudantes da rede pública, idealizado e produzido por Fabrizio Sassi, acontece de março a outubro de 2026, com 49 alunos de nove escolas, na Scuola di Cultura, centro cultural que completa dez anos neste mês. O projeto é realizado com recursos da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa (SECEC), com patrocínio da Enel Distribuição Rio . As aulas acontecem em turmas de nível básico e intermediário. Estrutura, professores qualificados mas também apoio com transporte e alimentação para manter o aluno no curso Os alunos vêm de nove escolas da rede pública: Brasil-China, Cizínio Soares, Baltazar Bernardino, Coluni UFF, Dr. Adino Xavier, Leopoldo Fróes, Dôrval Ferreira, Liceu Nilo Peçanha e David Capistrano. A ida e a volta entre as escolas e a Scuola são garantidas por uma razão prática: em outros cursos gratuitos que o centro ofereceu, muitos alunos faltavam por falta de transporte. O lanche entrou pelo mesmo motivo. Os alunos chegam direto da escola e passam horas em aula, e a alimentação tira mais uma barreira para que continuem. Para ficar no curso, o aluno precisa manter a frequência na escola regular. Segundo a Scuola, houve estudantes que pensavam em deixar os estudos e permaneceram, e outros, com baixa presença, que voltaram a frequentar as aulas. Na primeira turma, em 2023, a assiduidade escolar dos participantes chegou a 97,5%. Serviço Nós e Retalhos, da Scuola di Teatro Lucia Cerrone Data: quinta-feira, 29 de outubro Horários: 18h e 20h30 Local: Theatro Municipal de Niterói (Rua Quinze de Novembro, 35, Centro, Niterói) Classificação indicativa: 10 anos.
26 de outubro de 2026
Após receber 209 inscrições, com um total de 344 canções, festival apresenta as 30 obras selecionadas nos dias 28 e 29 de outubro; 12 avançam para a final em Itaipu Após receber 209 inscrições, totalizando 344 canções autorais, o Festival da Canção Mar de Música chega às eliminatórias nos dias 28 e 29 de outubro, às 19h, no Teatro da UFF. As 30 canções selecionadas serão apresentadas ao vivo — 15 em cada noite — e 12 delas avançarão para a grande final, marcada para 14 de novembro, na Praça dos Pescadores, em Itaipu. As duas noites serão uma oportunidade de conhecer as canções selecionadas, acompanhar as apresentações e fortalecer as torcidas. Em sua segunda edição, o Mar de Música reúne artistas, compositores, intérpretes e bandas da cena autoral da Região Metropolitana do Rio de Janeiro, reafirmando seu compromisso com a valorização da música autoral, a diversidade artística e a representatividade. O festival mantém ainda uma relação especial com Itaipu, território que receberá a grande final no dia 14 de novembro. A programação traz ao público uma maratona de apresentações, cobrindo diferentes gêneros, estilos e sonoridades da produção autoral contemporânea. Cada noite de eliminatória contará com apresentações ao vivo avaliadas por um júri técnico composto por especialistas da indústria musical, críticos e produtores culturais. Entre as novidades deste ano estão os mais de R$ 25 mil em premiações e a ajuda de custo de R$ 300 destinada a cada uma das 30 apresentações selecionadas para as eliminatórias. A edição de 2026 mantém, assim como na edição anterior, pontuação extra para mulheres, pessoas pretas ou indígenas e residentes de Niterói, reforçando o compromisso com representatividade e inclusão. Este ano, o festival aprofunda sua agenda socioambiental com a parceria da Recicla Show, cooperativa do Engenho do Mato. Durante a grande final, haverá coleta seletiva, ações de conscientização e diálogo com restaurantes e bares do entorno da Praça dos Pescadores, fortalecendo práticas sustentáveis no território. A iniciativa reforça o papel do festival como agente de transformação local. O festival tem a idealização e realização do IGAI – Instituto de Gestão e Ações Integradas; direção de produção e gestão sustentável da LIX - Soluções Sustentáveis, patrocínio da Prefeitura de Niterói, por meio da Secretaria Municipal das Culturas, além dos parceiros ALPAPI (Associação Livre dos Pescadores e Amigos da Praia de Itaipu) e selo fonográfico Astronauta Discos. SERVIÇO Evento: Eliminatórias do Festival Mar de Música Datas: 28 e 29 de outubro Horário: 19h Local: Teatro da UFF (Centro de Artes UFF) Endereço: Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói – RJ Entrada: Gratuita Senhas para o ingresso deverão ser retirados uma hora antes, na bilheteria do teatro, por ordem de chegada e sujeitos à lotação Classificação indicativa: Livre Mais informações e programação completa: www.mardemusica.com.br e @festivalmardemusica
24 de outubro de 2026
Atividades nos dias 24 e 25/10 incluem sessões de cúpula imersivas, oficinas, contação de histórias e observação do céu A Prefeitura de Maricá preparou uma programação gratuita para toda a família neste fim de semana (24 e 25/10), no Planetário da cidade, em Itaipuaçu. A iniciativa da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (ICTIM) reúne sessões de cúpula, oficinas, contação de histórias e atividades voltadas à astronomia, com atrações para diferentes faixas etárias. O espaço conta com tecnologia de projeção digital de alta definição em sua cúpula, proporcionando aos visitantes uma viagem guiada pelo sistema solar, galáxias e constelações. Durante o sábado (24/10) e o domingo (25/10), o público poderá conferir exibições sobre os planetas e a evolução estelar, além de participar de atividades práticas como as oficinas "Nebulosa na Garrafa" e "Minha Constelação", o curso de identificação do céu e a contação de história "O Sol e Os Planetas". No sábado à noite, das 17h30 às 19h30, haverá também sessão de observação do céu. “Queremos garantir que o Planetário seja um ponto de referência em lazer educativo. Cada atividade deste fim de semana foi planejada para aproximar crianças e adultos da ciência, estimulando a curiosidade e o conhecimento em família”, ressalta o presidente do ICTIM, Cláudio Gimenez. As sessões têm capacidade limitada para garantir o conforto e a segurança do público, sendo recomendada a chegada antecipada dos visitantes à unidade. Programação completa Sábado (24/10) 9h30 - Sessão de Cúpula: Preferencial 10h30 - Oficina: Nebulosa na Garrafa 11h - Sessão de Cúpula: Evolução Estelar 11h30 - Sessão de Cúpula: Ao Vivo 14h30 - Contação de História: O Sol e Os Planetas 15h - Sessão de Cúpula: Planetas 15h30 - Curso: Identificação do Céu 17h30 às 19h30 - Observação do Céu Domingo (25/10) 9h30 - Sessão de Cúpula: Preferencial 10h - Oficina: Minha Constelação 11h - Sessão de Cúpula: Planetas 11h30 - Sessão de Cúpula: Ao Vivo 14h30 - Oficina: Minha Constelação 15h30 - Sessão de Cúpula: Os Planetas 16h - Sessão de Cúpula: Ao Vivo
23 de outubro de 2026
Com obras de Vivaldi, Handel e Telemann, grupo realiza apresentações sexta e sábado, com entrada franca A expressividade das flautas doces e sua capacidade de traduzir emoções conduzem o concerto “Mestres do Barroco: A Retórica dos Afetos através das Flautas Doces”, que o Som Doce da Grota apresenta em Niterói nessa sexta-feira, 23 de outubro, às 19h, na Sociedade Fluminense de Fotografia, no Centro da cidade, e no sábado, dia 24, às 10h30, na Igreja Presbiteriana Betânia de Icaraí. As duas apresentações têm entrada gratuita. O programa convida o público a uma viagem pela música dos séculos 17 e 18, período conhecido como a “Era de Ouro” da flauta doce. O repertório reúne obras de compositores como Vivaldi, Handel, Telemann, Lully e Charpentier, explorando diferentes possibilidades sonoras do instrumento. O fio condutor é a chamada Teoria dos Afetos, associada à criação musical do período Barroco, em que melodias, ritmos e harmonias eram empregados para expressar e despertar emoções. Nas apresentações, essa relação entre música e sentimentos ganha forma por meio da sonoridade das flautas doces e do diálogo entre as vozes instrumentais. Integrante do Espaço Cultural da Grota, o Som Doce da Grota aproxima o público desse repertório histórico em um encontro entre formação musical, sensibilidade e acesso à cultura. SERVIÇO Som Doce da Grota — “Mestres do Barroco: A Retórica dos Afetos através das Flautas Doces” Sexta-feira, 23 de outubro • Horário: 19h • Local: Sociedade Fluminense de Fotografia • Endereço: Rua Dr. Celestino, 115 – Centro – Niterói Sábado, 24 de outubro • Horário: 10h30 • Local: Igreja Presbiteriana Betânia de Icaraí • Endereço: Rua Otávio Carneiro, 144 – Icaraí - Niterói Entrada gratuita nas duas apresentações.
23 de outubro de 2026
Nesta sexta-feira, dia 23 de outubro, às 17h, será realizada uma visita mediada na exposição “As Palavras”, com a artista Suely Farhi e a curadora Luiza Interlenghi, no Centro Cultural Justiça Federal (CCJF). A visita será gratuita e aberta ao público. Em cartaz até o dia 22 de novembro de 2026, a exposição reúne dez instalações, produzidas por Suely Farhi desde 1994 até hoje, incluindo obras inéditas, que trazem como tema o universo feminino. Esta é a primeira vez que a artista reúne trabalhos com essa temática. “Suely Farhi investiga o limiar entre palavra, imagem e espaço – a linguagem transmuta a realidade. As palavras – substantivo feminino plural – desenham o invisível e aderem aos objetos para iluminar a força da mulher”, escreve a curadora Luiza Interlenghi no texto sobre a concepção da exposição. Um dos destaques de “As Palavras” é a obra inédita “Elogios às marias-sem-vergonha”, composta por vasos de vidro transparentes e sobrepostos, com tamanhos e formatos variados, cheios d’água, onde estão serigrafados adjetivos positivos sobre as mulheres. “Será preciso movimentar o corpo, como uma dança, para poder ler todas as palavras”, conta a artista, que por meio de uma pesquisa sobre a flor maria-sem-vergonha, selecionou seus pontos fortes e também os pontos fracos, que foram valorados positivamente através de sinônimos. “O vapor sai dessa água e vai irradiando os elogios, fazendo um contágio invisível, uma contaminação pela palavra no ar”, ressalta. Também inédita e produzida este ano, a obra “Suspiros alfabéticos” traz 26 folhas de papel A2, em um painel de 10 metros de comprimento, cada uma com um desenho feito com uma letra do alfabeto. Duas dobras bem sutis nos papéis emolduram as letras e remetem à forma da virilha. “É uma alusão ao corpo feminino, mas o papel branco também lembra as estátuas de mármore. As letras trazem o som, o suspiro, uma sensação interna”, diz Suely Farhi. Além das obras inéditas, outras mais antigas foram atualizadas. “A temática principal do meu trabalho são esses pontos de tensão, de questionamento, de pensamento. Eu nem notava se estava fazendo algo que era feminino ou não”, afirma a artista. Sobre a atualização de algumas obras, ela diz: “Acho que esse milênio está ensinando a ver muito claramente algumas questões. Não quer dizer que eu não fosse feminista, mas a gente vai sabendo e vendo mais claramente certas coisas, inclusive até do meu próprio passado, coisas que vivi sem falar”, completa. Uma das obras que foi atualizada para essa exposição é “O terceiro lado”. Produzida em 2006, contém duas moedas douradas e envelhecidas em homenagem a D. Maria I, primeira rainha a governar Portugal, que era conhecida como “A louca”. Suely criou duas moedas, dentro de uma caixa, uma mostrando a frente, com a inscrição: “louca, louca, louca”, e outra mostrando o verso com a inscrição “calou, calou, calou”, em uma inversão das sílabas. “É uma das cláusulas feministas, a mulher muitas vezes é taxada de louca e muitas vezes se cala antes que a calem. Aqui mostro os dois lados da mesma moeda, mas resolvi atualizar o trabalho e colocar um terceiro espaço, que estará vazio, como uma reinvenção, uma nova saída, não apenas para a mulher, mas para todos – um espaço para reflexão”, conta a artista. Formada em arquitetura, Suely Farhi trabalha com a junção entre espaço e palavra. Segundo ela, “os espaços são repletos de vida, de luz e sombra, de fisicalidades e de atmosferas”. Desta forma, haverá salas ocupadas por uma única obra ou pequenas obras em grandes espaços. Este é o caso de “Geral da Geralda”, instalação composta por uma vassoura de piaçava que empurra e sustenta a parede, que parece estar levantada pela força da vassoura encostada nela. A obra estará sozinha em uma única sala. “Suely propõe modos alternativos de experimentar e compreender os objetos do cotidiano. Uma vassoura apoiada na parede, objeto banal, abre a indagação: o que sustenta e o que é sustentado? Quem apoia a vassoura?”, diz Luiza Interlenghi. Ainda dentro da ideia de ênfase na ambiência, uma única e pequena caixa, de 3,5cm x 3,5cm, ocupará uma sala inteira. Com a iluminação apenas sobre ela em meio à sala escura, o espectador será atraído para a obra, que tem nome enigmático, [...], e propõe uma transformação através de uma única palavra. “Ali tem uma surpresa, que é uma reversão daquele espaço, do que é vivido naquela sensação de escuridão”, conta a artista. Obras antigas também serão apresentadas, como a instalação “A noite dos desejos” (1994), que será remontada especialmente para essa exposição. Em uma sala escura, com velas de led, pequenas luzes surgem e desaparecem, como estrelas cadentes. “Noite dos desejos conduz o olhar para a dimensão do sublime e do sonho desejante, instâncias de resistência ao enfraquecimento da arte como necessidade vital”, afirma Luiza Interlenghi. O vídeo-poema “Barriga” (2010), inédito, traz a imagem de um céu com nuvens brancas, de onde começa a brotar uma esfera, que vai crescendo, até aparecer a palavra “barriga” dentro dela, que, em dado momento, com a saída da palavra “ar” sobra apenas “briga”. E tudo volta ao início. “É uma respiração, o início da vida entrando na matéria”, afirma a artista. Completam a exposição desenhos-escritas e a obra “Encontro dos extremos”, em que duas taças de champanhe com as letras A e Z estão em posição de celebração, encostadas uma na outra, apoiadas sobre uma almofada de veludo. “É um círculo que se fecha, pois A é o início e Z o fim. Elas em equilíbrio instável, uma apoiada na outra e, ao mesmo tempo em posição de brinde”, afirma a artista. ATIVIDADES EM TORNO DA EXPOSIÇÃO Ao longo do período da exposição serão realizadas diversas atividades, gratuitas e aberta ao público. No dia 23 de outubro, às 17h, será realizada uma visita mediada com a artista Suely Farhi e a curadora e crítica de arte Luiza Interlenghi No dia 5 de novembro, às 17h, haverá uma visita à exposição com a presença da artista, seguida da conversa “Palavra como fonte transformadora”, com artista, educadora e psicanalista Daniela Mattos, a poeta, psicanalista e membro da Associação Mundial de Psicanálise Fatima Pinheiro e a teórica-doméstica e professora do Instituto de Artes e PPGartes Uerj Mariana Pimentel. Na última semana da exposição, será realizado o jogo “oráculo dos pensamentos”, às 17h, criado por Suely Farhi. O jogo será realizado no dia 19 de novembro, com a participação de artistas e poetas visuais, como Adriana Maciel, Elaine Pauvolid, Martha Niklaus, Maria Moreira, Monica Barki, Fernanda Junqueira, Fernando Gerheim, Simone Cupello, Xico Chaves e outros. “O jogo é um objeto facilitador de conversas públicas. Cartas estarão sobre as cadeiras e os artistas começam a ler um trecho do texto ao acaso. Ao ler uma frase do oráculo fala o que pensa, sente, intui ou deseja. E assim segue o jogo”, conta a artista. SOBRE A ARTISTA Suely Farhi nasceu no Rio de Janeiro, em 1957, onde vive e trabalha. É arquiteta, artista e poeta visual. Explora os sentidos que brotam no encontro entre palavras e lugar. Realizou várias exposições individuais no Rio de Janeiro, como no Museu de Arte de Santa Catarina (MASC), Museu da República, no Paço Imperial, entre outros. Participou de mais de 100 exposições coletivas no Brasil e no exterior – Argentina, Bélgica, França, Inglaterra, Portugal, Cuba e Espanha etc. Tem um livro publicado: “Anotar, Apontar, Apagar!” Recebeu prêmios importantes, como o do Salão Vitor Meirelles e Projéteis de Artes Visuais, e participou de antologias de poesia visual, como “Obra nome”, no Museu de Alcobaça, Portugal, com curadoria Wagner Barja; “Yá sé leer – imagén y escritura en el arte latinoamericano”, no Centro Wifredo Lam y la Galería Rubén Martínez Villena de la Habana Vieja, Cuba, com curadoria Ibis Hernández Abascal, Margarita Sánchez, Sandra Contreras y Elvia Rosa Castro; “Europalia”, em Bozar, Bruxelas, Bélgica, com curadoria de Sonia Salcedo del Castillo e “Visualidades Brasileiras – Funarte 50 anos”, no Palácio Gustavo Capanema, Rio de Janeiro, com curadoria de Luiza Interlenghi. SOBRE O CCJF O Centro Cultural Justiça Federal (CCJF) é um espaço reconhecido por incentivar e garantir o acesso da população às diversas formas de expressão cultural, abrigando exposições, peças teatrais, espetáculos de dança e de música, mostras de cinema, cursos, palestras, dentre outras atividades. Além disso, a própria arquitetura do imóvel é uma atração para os visitantes, com destaque para as portas monumentais da entrada, a escadaria de ferro e mármore e o vitral principal. A antiga Sala de Sessões do STF mantém o mobiliário confeccionado em 1938, além de elementos decorativos originais, como vitrais e pinturas murais. Atualmente, o CCJF faz parte do Quadrilátero Cultural da Cinelândia, criado por lei municipal com o objetivo de promover a integração entre os principais focos culturais da Cinelândia, no Centro do Rio de Janeiro, revitalizar a região e incentivar a visitação e manifestações artísticas, bem como promover a integração entre as construções históricas do entorno como o próprio CCJF, o Palácio Pedro Ernesto, o Theatro Municipal, o Museu de Belas Artes, a Biblioteca Nacional, entre outros. Ao completar 25 anos em 2026, o Centro Cultural celebra a bem-sucedida transformação de um ícone do Poder Judiciário em um espaço de arte e cidadania. Ao longo de sua trajetória, o CCJF alcançou reconhecimento público como importante espaço de promoção da cultura, das artes e da preservação da memória e devolveu aos cidadãos o protagonismo de um dos endereços mais emblemáticos da história republicana brasileira. Serviço: Visita mediada com Suely Farhi e Luiza Interlenghi na exposição “as Palavras” Sexta-feira, dia 23 de outubro, às 17h Entrada gratuita Exposição “As Palavras”, de Suely Farhi Até 22 de novembro de 2026 Centro Cultural Justiça Federal Av. Rio Branco, 241 – Centro - Rio de Janeiro – RJ (21) 3261.2550 De terça a domingo, das 11h às 19h Entrada gratuita
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