8 de agosto de 2023

Livro 'Comida Nada Básica', de Claude , tem proposta de tornar a gastronomia acessível a todos

A obra conta ainda com a participação de mais 10 chefs: Helena Rizzo, Henrique Fogaça, Thiago Castanho, Ieda Bastos, Mara Salles, Paulo Rocha, Kátia Barbosa, Antônio Neto, Rapha Vasconcellos e Raul Lemos.


Com a proposta de tornar a gastronomia acessível a todos e democratizar o acesso à cultura e à educação alimentar nas comunidades periféricas, foi lançado neste mês de julho o projeto Comida Nada Básica, uma iniciativa que tem como carro-chefe o livro de receitas Comida Nada Básica – Alimentar com Cultura Faz Bem. A obra é uma coletânea de receitas que explora a culinária popular brasileira, destacando os ingredientes da cesta básica como as estrelas principais de cada receita.


O Projeto Comida Nada Básica – Alimentar com Cultura Faz Bem é realizado por meio da Lei de Incentivo à Cultura e apresentado pelo Ministério da Cultura, com patrocínio da Consigaz e realização da Avant Produções.


Além do livro, o projeto conta com outras duas iniciativas: a Cesta Nada Básica, com os mesmos ingredientes em destaque no livro, e ainda dez oficinas culinárias apresentadas pelo curador da obra e ex-MasterChef Raul Lemos no You Tube – https://m.youtube.com/channel/UCPc9-JQ23MzxivIc-I9pB3w


O livro Comida Nada Básica – Alimentar com Cultura Faz Bem está disponível gratuitamente para download no site: www.comidanadabasica.com.br

 

Espaguete com rabada

 

RABADA


Ingredientes:

  • 2 colheres de sopa de azeite
  • 800g de rabada de vaca
  • ½ cebola grande picada
  • 1 colher de sopa de alho picado
  • ½ pimenta dedo de moça picada
  • 2 folhas de louro
  • 1 lata de tomate sem pele
  • 500ml de água fervendo
  • Sal e pimenta a gosto

Modo de preparo:

  • Tempere a rabada com sal. Sele-a no azeite.
  • Adicione a cebola, alho, pimenta dedo de moça e louro, e refogue.
  • Acrescente a lata de tomate sem pele e refogue por mais um tempo.
  • Cubra com a água fervente.
  • Cozinhe na panela de pressão em fogo baixo por 50 minutos.
  • Abra a panela de pressão
  • Retire a rabada e desfie com um garfo.
  • Peneire o molho e deixe reduzir um pouco, se necessário.
  • Ajuste o sal e coloque a rabada desfiada de volta ao molho.

 

ESPAGUETE


Ingredientes:

  • 300g de espaguete
  • 2 colheres de sopa de manteiga
  • 150g de queijo parmesão ralado
  • Pimenta do reino moída na hora
  • Salsa ligeiramente picada

 

Modo de preparo:

  • Cozinhe o espaguete "al dente" em água salgada

por aproximadamente 8 minutos.

  • Escorra, reservando um pouco da água do cozimento.
  • Derreta a manteiga em uma frigideira e adicione

o espaguete ainda quente.

  • Adicione o queijo parmesão e um pouco

da água de cozimento, até atingir

a consistência desejada.

  • Tempere com pimenta do reino

moída na hora.

Rendimento: Para 4 pessoas

Tempo de Preparo: 1h10min

22 de março de 2026
Rio de Janeiro, prepare-se. Uma super-heroína nada convencional está prestes a ocupar as noites de abril no icônico Teatro Ipanema. “Super Ela”, espetáculo inédito escrito e encenado pela atriz Flávia Reis, estreia no dia 02 de abril, às 20h, trazendo para o charmoso palco da Zona Sul uma mistura fina de humor ácido, reflexão e virtuosismo físico. A peça flagra a protagonista em um momento de tensão máxima: os instantes que antecedem um salto audacioso de uma plataforma em direção a um recipiente minúsculo. Sob o olhar atento da plateia, enquanto busca a concentração necessária para o mergulho, a Super Ela rompe o silêncio para compartilhar com os ouvintes os desafios de ser uma heroína contemporânea, já cansada das batalhas que se repetem através dos tempos e que, por vezes, parecem não evoluir. Tá puxado pra ela! SERVIÇO: “Super Ela” • Texto e encenação: Flávia Reis • Direção: Álvaro Assad • Estreia em 02 de abril • De quinta a domingo • Quintas, sextas e sábados às 20h • Domingo às 19h • Teatro Ipanema – Rua Prudente de Morais, 824 – Ipanema • Ingressos entre R$ 35 e R$ 70 – clique aqui • Classificação: Livre • Temporada até o dia 26 de abril
22 de março de 2026
Com prefácio do cantor Biafra e posfácio do neurologista Gustavo Valle, livro “O sorriso de Alana”, de Carol Reis, mostra a trajetória real da maternidade atípica. E será lançado dia 23 de março, às 17h, na Associação Fluminense de Reabilitação, em Niterói (RJ) A história de uma menina que aprendeu a se comunicar com o mundo por meio de sorrisos e de uma mãe que transformou desafios diários em aprendizado é o ponto de partida de “O sorriso de Alana”. O livro é a trajetória real da advogada Carol Reis e de sua filha Alana. E reúne relatos sensíveis sobre maternidade atípica, inclusão e bastidores emocionais do universo pouco visível das famílias que convivem com condições neurológicas graves. O lançamento será dia 23 de março, às 17h, na Associação Fluminense de Reabilitação, em Niterói (Rua Lopes Trovão 301, Icaraí). O livro propõe reflexões sobre sensibilidade social e políticas públicas voltadas para pessoas com deficiência e familiares. Ao longo das páginas, o leitor acompanha a rotina de Alana, que nasceu com paralisia cerebral severa, e tem visão, fala e o andar comprometidos. Muito mais que relatos sobre cirurgias, internações e diagnósticos, o livro mostra como a importância do afeto, das pequenas conquistas e dos vínculos familiares podem até desafiar previsões médicas. “Quando Alana tinha cinco meses e recebi o diagnóstico, os médicos disseram que ela teria apenas alguns anos de vida, mas escolhi acreditar no contrário. E diferente de todos os prognósticos, minha filha completa 18 anos em março”, conta Carol Reis. Viver a inclusão na prática é o caminho que a autora desbrava no livro. Alana frequentou escolas públicas até o Ensino Fundamental, faz viagens frequentes com a família e já até desfilou duas vezes na Sapucaí – ambas pela Virando Esperança, escola mirim da campeã 2026 Unidos do Viradouro, de Niterói (RJ), onde a autora e a protagonista vivem. O prefácio é assinado pelo cantor e compositor Biafra, avô de Alana, que transformou o amor pela neta na canção-título “Sorriso de Alana”. No texto, ele destaca a força da mãe diante das adversidades. “Quando esse sonho se rompe, é preciso encontrar outro. A Carol encontrou outro sonho — mais difícil, mais profundo, mais transformador”, escreve Biafra. Para o cantor, Alana se tornou símbolo de algo maior. “Hoje, o sorriso da Alana já não é só dela. Essa forma singular de se comunicar com o mundo saiu de sua boca para se tornar símbolo das crianças com deficiência do Brasil — e, quem sabe, do mundo”, diz. O posfácio é do neurologista Gustavo Valle, que acompanha Alana desde o diagnóstico da paralisia cerebral, quando ela tinha cinco meses. No texto, ele ressalta que diagnósticos médicos não são capazes de traduzir completamente a experiência de uma vida. “Um diagnóstico, por mais contundente que seja, não é sinônimo de destino”, afirma o especialista. Para o neurologista, o livro revela o que muitas vezes não aparece nos prontuários médicos: o trabalho das famílias, o impacto do cuidado cotidiano e a força do vínculo afetivo na construção da qualidade de vida. Ao narrar a história da filha, Carol Reis também expõe as barreiras enfrentadas por famílias que convivem com deficiência no Brasil — desde desafios estruturais e burocráticos até o cansaço emocional que acompanha a rotina de cuidados intensivos. O livro também busca ampliar o debate sobre inclusão, acessibilidade e responsabilidade coletiva no cuidado com pessoas vulneráveis. “Se todas as mães atípicas se unissem, independente do diagnóstico, teríamos mais força para cobrar o cumprimento da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015). A maioria de nós é obrigada a deixar a vida profissional de lado pela necessidade de dedicação integral aos filhos. Não há leis que garantam condições reais de trabalho nem espaços adequados onde possamos deixar nossos filhos com segurança e tranquilidade enquanto trabalhamos. Muitas vezes a escola é o único local de acolhimento”, diz Carol.