7 de agosto de 2023

Caminho Niemeyer irá receber palestra sobre Tom Jobim

Quem nunca ouviu falar em Antônio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim? Talvez não pelo nome completo, mas o último sobrenome já diz tudo. Jobim, o Tom Jobim! No dia 11 de agosto, sexta-feira, das 14h às 18h, o público terá a oportunidade de saber um pouco mais sobre este que foi um grande compositor, pianista, violonista, arranjador e cantor brasileiro, a partir da palestra “Todos os Toms”, ministrada pelo músico e arranjador, Flávio Mendes. O evento, organizado pelo Programa Aprendiz Musical, por meio da Secretaria de Ações Estratégicas e Economia Criativa, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação, acontecerá no Caminho Niemeyer. Para participar, o interessado deve se inscrever pelo link https://docs.google.com/forms/d/1BdKR7aK4XzvuSPzyznE4cwpOlUDUmqm5x_ET8ofKy50/edit


Qual foi a trajetória desse menino criado em uma então distante Ipanema e que fez a garota desse bairro virar um ícone mundial? Como um pianista de boates de Copacabana se transformou no único compositor a quem Frank Sinatra dedicou um disco inteiro? Qual é o legado que a música de Tom Jobim deixou para o Brasil? Estas e outras questões serão tema do encontro.


Tom Jobim, o maior compositor da história da música brasileira, compôs canções complexas, rebuscadas, mas também populares. Até hoje são cantadas em todo o mundo. Ele se dizia um filho de Villa-Lobos e, ao mesmo tempo, foi pai de toda uma geração pós-bossa nova.

 

Sobre Flávio Mendes:


Nascido em Petrópolis/RJ, estudou na Escola de Música de Brasília, onde iniciou sua carreira como instrumentista. Já no Rio de Janeiro, especializou-se em Arranjo e Harmonia no CIGAM (Centro Ian Guest de Aperfeiçoamento Musical). Foi indicado como Melhor Arranjador, no 29º Prêmio da Música Brasileira, em 2018, pelo trabalho no disco ‘Danilo Caymmi interpreta Tom Jobim’ (Universal Music). É guitarrista do grupo Bossacucanova desde 2003, com quem fez turnês pelo mundo, e cantor e arranjador do Grupo Vocal Equale, vencedor do 20º Prêmio da Música Brasileira como Melhor Grupo de MPB.

 

Fez Arranjos e Direção Musical para artistas como Bibi Ferreira (de quem foi Maestro por 15 anos), Danilo Caymmi (atualmente está em turnê com os espetáculos Viva Caymmi e Danilo Caymmi interpreta Tom Jobim), Leny Andrade, Alice Caymmi, Marília Pêra, Zezé Motta, Tania Alves, entre outros.

 

Como arranjador e produtor musical tem em seu currículo discos de Bibi Ferreira, Danilo Caymmi, Leny Andrade, Cauby Peixoto, Alice Caymmi, Joyce Moreno, Carlos Lyra, Roberto Menescal, Oswaldo Montenegro, Lucho Gatica, Grupo Vocal Equale, entre outros

 

É o criador do programa de YouTube O ARRANJO, no qual analisa arranjos históricos da música brasileira.

 

Serviço:

Palestra “Todos os Toms”, com Flávio Mendes

Data: 11 de agosto, sexta-feira

Horário: das 14h às 18h

Local: Caminho Niemeyer

Endereço: Rua Jornalista Coelho Neto, sem número – Centro – Niterói

Entrada gratuita, com inscrição pelo link https://docs.google.com/forms/d/1BdKR7aK4XzvuSPzyznE4cwpOlUDUmqm5x_ET8ofKy50/edit

 


22 de março de 2026
Rio de Janeiro, prepare-se. Uma super-heroína nada convencional está prestes a ocupar as noites de abril no icônico Teatro Ipanema. “Super Ela”, espetáculo inédito escrito e encenado pela atriz Flávia Reis, estreia no dia 02 de abril, às 20h, trazendo para o charmoso palco da Zona Sul uma mistura fina de humor ácido, reflexão e virtuosismo físico. A peça flagra a protagonista em um momento de tensão máxima: os instantes que antecedem um salto audacioso de uma plataforma em direção a um recipiente minúsculo. Sob o olhar atento da plateia, enquanto busca a concentração necessária para o mergulho, a Super Ela rompe o silêncio para compartilhar com os ouvintes os desafios de ser uma heroína contemporânea, já cansada das batalhas que se repetem através dos tempos e que, por vezes, parecem não evoluir. Tá puxado pra ela! SERVIÇO: “Super Ela” • Texto e encenação: Flávia Reis • Direção: Álvaro Assad • Estreia em 02 de abril • De quinta a domingo • Quintas, sextas e sábados às 20h • Domingo às 19h • Teatro Ipanema – Rua Prudente de Morais, 824 – Ipanema • Ingressos entre R$ 35 e R$ 70 – clique aqui • Classificação: Livre • Temporada até o dia 26 de abril
22 de março de 2026
Com prefácio do cantor Biafra e posfácio do neurologista Gustavo Valle, livro “O sorriso de Alana”, de Carol Reis, mostra a trajetória real da maternidade atípica. E será lançado dia 23 de março, às 17h, na Associação Fluminense de Reabilitação, em Niterói (RJ) A história de uma menina que aprendeu a se comunicar com o mundo por meio de sorrisos e de uma mãe que transformou desafios diários em aprendizado é o ponto de partida de “O sorriso de Alana”. O livro é a trajetória real da advogada Carol Reis e de sua filha Alana. E reúne relatos sensíveis sobre maternidade atípica, inclusão e bastidores emocionais do universo pouco visível das famílias que convivem com condições neurológicas graves. O lançamento será dia 23 de março, às 17h, na Associação Fluminense de Reabilitação, em Niterói (Rua Lopes Trovão 301, Icaraí). O livro propõe reflexões sobre sensibilidade social e políticas públicas voltadas para pessoas com deficiência e familiares. Ao longo das páginas, o leitor acompanha a rotina de Alana, que nasceu com paralisia cerebral severa, e tem visão, fala e o andar comprometidos. Muito mais que relatos sobre cirurgias, internações e diagnósticos, o livro mostra como a importância do afeto, das pequenas conquistas e dos vínculos familiares podem até desafiar previsões médicas. “Quando Alana tinha cinco meses e recebi o diagnóstico, os médicos disseram que ela teria apenas alguns anos de vida, mas escolhi acreditar no contrário. E diferente de todos os prognósticos, minha filha completa 18 anos em março”, conta Carol Reis. Viver a inclusão na prática é o caminho que a autora desbrava no livro. Alana frequentou escolas públicas até o Ensino Fundamental, faz viagens frequentes com a família e já até desfilou duas vezes na Sapucaí – ambas pela Virando Esperança, escola mirim da campeã 2026 Unidos do Viradouro, de Niterói (RJ), onde a autora e a protagonista vivem. O prefácio é assinado pelo cantor e compositor Biafra, avô de Alana, que transformou o amor pela neta na canção-título “Sorriso de Alana”. No texto, ele destaca a força da mãe diante das adversidades. “Quando esse sonho se rompe, é preciso encontrar outro. A Carol encontrou outro sonho — mais difícil, mais profundo, mais transformador”, escreve Biafra. Para o cantor, Alana se tornou símbolo de algo maior. “Hoje, o sorriso da Alana já não é só dela. Essa forma singular de se comunicar com o mundo saiu de sua boca para se tornar símbolo das crianças com deficiência do Brasil — e, quem sabe, do mundo”, diz. O posfácio é do neurologista Gustavo Valle, que acompanha Alana desde o diagnóstico da paralisia cerebral, quando ela tinha cinco meses. No texto, ele ressalta que diagnósticos médicos não são capazes de traduzir completamente a experiência de uma vida. “Um diagnóstico, por mais contundente que seja, não é sinônimo de destino”, afirma o especialista. Para o neurologista, o livro revela o que muitas vezes não aparece nos prontuários médicos: o trabalho das famílias, o impacto do cuidado cotidiano e a força do vínculo afetivo na construção da qualidade de vida. Ao narrar a história da filha, Carol Reis também expõe as barreiras enfrentadas por famílias que convivem com deficiência no Brasil — desde desafios estruturais e burocráticos até o cansaço emocional que acompanha a rotina de cuidados intensivos. O livro também busca ampliar o debate sobre inclusão, acessibilidade e responsabilidade coletiva no cuidado com pessoas vulneráveis. “Se todas as mães atípicas se unissem, independente do diagnóstico, teríamos mais força para cobrar o cumprimento da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015). A maioria de nós é obrigada a deixar a vida profissional de lado pela necessidade de dedicação integral aos filhos. Não há leis que garantam condições reais de trabalho nem espaços adequados onde possamos deixar nossos filhos com segurança e tranquilidade enquanto trabalhamos. Muitas vezes a escola é o único local de acolhimento”, diz Carol.