19 de setembro de 2023

MAC oferece oficina sobre a história a Bossa Nova

Palestra será ministrada pelo músico Flávio Mendes.
 
Por que a Bossa Nova se tornou um estilo tão universal? Essa é uma das perguntas que serão debatidas nesta quinta-feira, dia 21, na oficina "Isso é Bossa Nova" com o músico e arranjador Flávio Mendes. O evento gratuito acontece no Museu de Arte Contemporânea de Niterói, às 14h.
 
Na palestra, o pesquisador Flávio Mendes abordará a história da bossa nova, a maior revolução da música brasileira. Flávio viaja pela cronologia do movimento, passando pela importância de João Gilberto e Tom Jobim até a influência do gênero para a música ocidental e principalmente para o Jazz dos Estados Unidos.
 
A Bossa Nova foi a maior revolução da música brasileira, em todos os tempos. E não só do Brasil, a Bossa Nova influenciou toda a música ocidental, inclusive e principalmente o jazz dos Estados Unidos.
 
Mas claro, revoluções não surgem do nada: desde os anos 1930 a música brasileira estava se renovando, nas letras, nas melodias mais ambiciosas e também nas harmonias, nos acordes. Mas faltava o estopim, que chegou com o baiano João Gilberto cantando e tocando a icônica Chega de Saudade. Como escreveu Tom Jobim, sem João Gilberto a Bossa Nova, como conhecemos não teria existido.
 
Mas porque é nessa gravação a ruptura? O que era exatamente a batida da Bossa Nova? Porque essa forma estilizada de tocar o samba ficou tão universal? Esses e outros temas estarão na palestra "Isso é Bossa Nova", com o músico, arranjador e pesquisador Flávio Mendes. 
 
Mais sobre Flávio Mendes
 
Flávio Mendes é músico, arranjador, pesquisador e produtor musical. Natural de Petrópolis, se formou em Arquitetura em 1992 na Universidade de Brasília e cursou a Escola de Música de Brasília. Em 1994 se mudou para o Rio de Janeiro para estudar Arranjo e Harmonia no Centro Ian Guest de Aperfeiçoamento Musical. 
 
Serviço
 
Oficina "Isso é Bossa Nova" 
Data: Quinta-feira, 21 de setembro de 2023 
Horário: 14h 
Entrada: Gratuita 
Link para inscrição: https://forms.gle/CwosBq4jkdcdXNm78 
Classificação: Livre
 
Local: MAC Niterói 
Endereço: Mirante da Boa Viagem, s/nº - Boa Viagem, Niterói

 

6 de fevereiro de 2026
Com uma mistura única de inteligência e humor afiado, Luana Zucoloto traz ao público seu novo espetáculo de humor “Esse show poderia ser um E-mail”. Conhecida por sua habilidade em explorar temas cotidianos com um olhar crítico e bem-humorado, Luana cria uma experiência que satiriza o universo corporativo de maneira envolvente e divertida. No palco, Luana Zucoloto, humorista, atriz e criadora de conteúdo, guia o público por uma jornada de quatro atos que refletem as diversas etapas da vida profissional moderna. Desde o entusiasmo inicial dos novatos até a crua realidade das dinâmicas de escritório, o show mergulha sem piedade nas idiossincrasias do ambiente empresarial. “Esse Show poderia ser um E-mail” é não apenas uma celebração do riso, mas também uma oportunidade para o público refletir sobre suas próprias experiências no mundo corporativo. Prepare-se para uma noite de entretenimento inteligente e risos Garantidos. 07 de fevereiro – Abertura: Jeffinho Farias – Principal: Luana Zucolotto https://qualistage.com.br/luana-zucoloto Sábado às 21h no Qualistage
6 de fevereiro de 2026
A obra convida o público a refletir sobre a importância histórica, cultural e simbólica do Rio de Janeiro na formação do Brasil. A publicação é resultado de uma parceria entre a Secretaria Municipal de Cultura e o Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro (AGCRJ) e faz parte das ações da Prefeitura voltadas à valorização da história, da memória e da identidade cultural da cidade. Organizado pelos professores Christian Lynch (Iesp-Uerj) e Elizeu Santiago de Sousa (AGCRJ), o livro reúne textos de pesquisadores reconhecidos nacionalmente. Entre os autores estão Antonio Edmilson Rodrigues (Uerj), Aspásia Camargo (UFRJ), Marieta de Moraes Ferreira (UFRJ) e Marly Motta (FGV). Juntos, eles analisam o papel do Rio de Janeiro como capital do país ao longo do tempo, sob diferentes pontos de vista: político, cultural, urbano e internacional. Com 590 páginas, a obra percorre a história do Rio desde 1808, quando se tornou capital do Império Português, passando pelo Império do Brasil e pela República, até a transferência da capital para Brasília, em 1960. O livro também aborda a fusão com o antigo estado do Rio de Janeiro, em 1975, durante o período da ditadura militar. Os autores destacam que, mesmo após deixar de ser capital oficialmente, o Rio de Janeiro manteve um papel central na vida nacional. A cidade segue como referência em áreas como cultura, saúde pública, produção de conhecimento, inovação e na realização de grandes eventos internacionais — da Conferência Rio-92 aos Jogos Olímpicos de 2016, passando pelo G20, em 2024, e pela Cúpula dos BRICS.