23 de abril de 2023

Bia Bedran celebra 50 anos de carreira com o lançamento do álbum "Invenções"

Cantora e compositora infantil comemora meio século de trajetória musical com novo projeto que tem participação especial de Lenine 

 

Bia Bedran, uma das mais importantes artistas da música infantil brasileira, celebra 50 anos de carreira com o lançamento do álbum "Invenções". O disco, que é o primeiro trabalho da cantora lançado direto nas plataformas digitais, apresenta um repertório lúdico e envolvente que convida o público para celebrar a infância, a criatividade e a alegria de viver. O novo trabalho de Bia conta com a produção musical de Ricardo Medeiros, que também fez arranjos juntamente com Sidney Mattos, para seu novo trabalho. A canção "Ciranda do Canindé" ainda traz a participação especial de Lenine.


O álbum "Invenções" é um marco na carreira de Bia Bedran, que começou sua trajetória musical nos anos 70. O álbum, que foi produzido durante a pandemia, passa uma mensagem de incentivo à criatividade das crianças. "Acredito que as canções possuem o poder de mexer com a imaginação e estimulam a criatividade, principalmente da infância. Os arranjos, instrumentos, sons de animais e objetos levam as crianças de todas as idades a viajar no tapete mágico da imaginação", afirma.   


Entre as canções, destaca-se a faixa inicial "Tudo É Invenção" que é uma ode à imaginação e à capacidade de criar. Além dela, o álbum possui 12 composições que fazem uma mescla entre canções antigas como "Abrolhos", "Ararajuba" com as inéditas "​​Ciranda do Canindé", "O Galo Aloprado" e "Rap do Egoísta", essa última que possui críticas sociais e políticas. Com arranjos modernos e letras poéticas, Bia Bedran mostra que está mais atual do que nunca, mantendo a qualidade musical que a consagrou ao longo de tantos anos.


Além disso, o álbum conta com a participação especial de Lenine, um dos maiores artistas da música brasileira, que contribui com sua voz e sua musicalidade em uma das faixas. Muito fã do cantor, Bia começou a produção das gravações em 2020, depois de compor a letra em parceria com o amigo e poeta Gylmar Chaves. Ela então decidiu fazer o convite para Lenine que aceitou participar. "Sempre tive o sonho de trabalhar com ele, sou muito fã. Quando compus a melodia de 'Ciranda do Canindé', automaticamente pensei na voz de Lenine. Enviei um e-mail para a equipe dele e ele aceitou participar. Fiquei muito feliz em poder realizar esse sonho", revela. 

Com o lançamento de "Invenções", Bia Bedran celebra sua trajetória de dedicação e amor à arte, e reafirma sua importância como referência na música e cultura infantil brasileira. Para as novas gerações, é uma oportunidade de conhecer uma das maiores artistas da cultura infantil brasileira e se inspirar em sua criatividade e talento.

A partir do dia 28, o álbum estará disponível em todas as plataformas digitais de música.


Saiba mais sobre Bia Bedran:


Bia Bedran nasceu em Niterói, RJ, em 1955. É cantora, compositora, atriz, escritora e pesquisadora da cultura popular brasileira infantil. Começou sua carreira na música em 1973, e desde então se dedica à produção de obras que valorizam a cultura e a infância. 

No período de 1973 a 1983, fez parte do Quintal Teatro Infantil, atuando como atriz, cantora e diretora musical em todos os espetáculos infantis da companhia. Além disso, é uma das fundadoras do Bloco da Palhoça, um grupo musical que mistura suas próprias composições com uma pesquisa profunda de ritmos e gêneros musicais brasileiros.


Nas décadas de 1980 e 1990, trabalhou na televisão, participando de programas como Canta-Conto, Baleia Verde e Lá vem História, na TV Cultura de São Paulo e na TV Educativa do Rio de Janeiro, atualmente conhecida como TV Brasil.


Referência na música e cultura para crianças de todas as idades, Bia também é escritora, sendo premiada pelo prêmio Jabuti de 2016 com o Livro “O Mundo dos Livros”. Além disso, ela é mestre pela Universidade Federal Fluminense (UFF) em Estudos Contemporâneos das Artes, professora da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), graduada em Musicoterapia e Educação Artística. 



Instagram: https://www.instagram.com/bedranbia/ 
Youtube: 
https://www.youtube.com/@biabedran 

Facebook:https://www.facebook.com/BiaBedran/ 

Site: https://biabedran.com.br/ 

 

26 de março de 2026
A atriz e diretora premiada Marina Esteves chega ao Rio de Janeiro com o seu monólogo “Magnólia”, livremente inspirado na música homônima de Jorge Ben Jor, depois de uma longa temporada de sucesso em São Paulo. A temporada, de 12 de março até 5 de abril, acontece no Sesc Copacabana. A produção narra a fábula sobre uma deusa astronauta que vive na dimensão azul e rosa por entre estrelas e cometas até encontrar um cavaleiro negro, São Jorge. Ele propõe a ela uma missão: descer para a Terra e experimentar o que é ser humana. Na Terra, depois da queda, ela passa por 6 diversas transformações até se tornar uma mulher negra. Neste corpo, ela experimenta o que é essa vivência, com todos os prazeres da sua existência. “A música Magnólia é uma música muito misteriosa. É uma possível metáfora para um mito latino-americano de uma deusa, uma divindade que vive no cosmos. E quando ela cai na terra, ela nasce em forma de flor. Essa foi uma das inspirações para que a gente criasse a dramaturgia. É uma música que tem muito swing e que fala sobre a beleza da vida, sobre essa flor, mas que também pode ser uma nave espacial. Mas que vem ao mundo para trazer alegria”, explica a atriz. A construção do espetáculo nasce da trajetória pessoal de Marina. Nascida e criada na periferia da cidade de São Paulo, cresceu entre o samba, pagode e rock, além de Jorge Ben Jor, por influência dos pais. “Falar de Jorge Ben Jor é também honrar essa trajetória dos meus pais e da música popular brasileira, a música negra popular brasileira, que faz parte da minha constituição enquanto cidadã, mulher negra nesse mundo, e que também faz parte da trajetória dos meus pais e também de quem veio antes”, conta. Mas para Marina, sua relação com a obra de Jorge Ben Jor é ainda mais profunda. “A primeira música que eu cantei na minha vida foi ‘W/Brasil’, e esse foi o disparador para a construção do espetáculo. Nesse desejo de investigar o nascimento da voz, eu perguntei para a minha mãe qual foi a primeira música que eu cantei, e ela disse ‘W/Brasil’. Então, o nascimento do meu canto vem da sonoridade e das letras de Jorge Ben Jor na minha vida. E quando cresci, tive entendimento de todo o contexto político da sua obra, o quanto também fala sobre espiritualidade, sobre o nosso reconhecimento, autonomia e representatividade enquanto pessoas negras”, conta a atriz. A dramaturgia do monólogo envolveu dois anos de pesquisa na obra do cantor junto de Lucas Moura, que também escreveu o texto do espetáculo. Para além de “A Tábua de Esmeralda”, a dupla quis trazer à tona outros macrotemas que existem na obra de Jorge Ben, como futebol, as mulheres e musas, a filosofia hermética, a idade média, a própria relação com a religiosidade que envolve ali o catolicismo, mas que também perpassa. Marina é a responsável pela concepção, idealização, direção e dramaturgia do espetáculo, além de atuar. “Assumir essas diversas frentes do espetáculo reforça uma característica do meu trabalho quanto artista, que é o lugar de pensar uma obra teatral pelo todo, que vai perpassar por diversas áreas, que também englobam estética e linguagem, a música e a dança que são vertentes muito importantes da minha pesquisa artística”, conta. O espetáculo já teve temporada em São Paulo. “O grande marco dessas circulações de ‘Magnólia’, até então, foi no Centro Cultural São Paulo, através da Curadoria de Gui Miralha, onde ocupamos a sala Jardel Filho, uma sala grande no coração da cidade de São Paulo. A sala tem cerca de 300 lugares, e houveram pessoas que não conseguiram entrar devido à hiper lotação da casa. Lotar uma casa importante no território nacional nesta curta temporada com artistas negros e periféricos foi uma realização muito especial para a vida do espetáculo e na minha carreira. Acho que foi o dia mais bonito da minha trajetória”, relembra. Agora, Marina e sua equipe realizam o sonho de aterrissar no Rio de Janeiro com o espetáculo. “Apresentar no Sesc Copacabana, que é do lado da atual residência de Jorge Ben, que até onde sabemos, reside no Copacabana Palace. A gente está do ladinho dele, e é como entrar em contato com a fonte, a sua terra natal, as suas inspirações. Pisar num território onde as afirmações e as inspirações do Jorge Ben são muito presentes”, celebra. “Trazer um olhar feminino para a obra de Jorge Ben Jor é um exercício de autonomia. Ele canta muitas mulheres, ainda que pela perspectiva da musa ou do amor platônico. Aqui, o meu exercício de autonomia e liberdade é trazer essas mulheres para a cena de modo fabular para ouvirmos a voz delas sempre reverenciando o legado de Jorge Ben. Para mim, mulher negra artista, é um momento de enraizar minha pesquisa com a performance da música, dança e a palavra, revelando e aprofundando nas possibilidades de contar as nossas histórias”, conta. Aos 34 anos, Marina Esteves coleciona diversos feitos marcantes na sua carreira, que se iniciou aos 17 anos, em oficinas de teatro. Ela se formou na Escola Livre de Teatro de Santo André, no Clube de Formação de Atores e Atrizes, e depois fez formação de humo na SP Escola de Teatro. A atriz destaca o espetáculo “Gota d'água Preta”, com concepção, idealização e direção de Jé Oliveira, como um ponto alto de sua carreira, onde interpretou a antagonista de Jussara Marçal. Além da temporada no Rio de Janeiro, a peça rodou em Portugal, e foi considerado o melhor espetáculo do ano pelo jornal português O Público. A produção foi indicada ao Prêmio Shell e venceu melhor direção no Prêmio APCA 2019. Marina também integrou o elenco de “Bom dia, eternidade” com direção de Luiz Fernando Marques Lubi; "Desfazenda - Me enterrem fora desse lugar", direção Roberta Estrela d’Alva; "A Divina Farsa", da Cia La Mínima com direção de Sandra Corveloni. Como diretora, assinou a direção geral e direção de movimento do espetáculo “Pa-rá - Rio de memórias”, vencedora do Prêmio APCA de melhor monólogo infanto-juvenil em 2025, e o espetáculo “Ere Ayê” de Luz Ribeiro. Como atriz convidada, colaborou com coletivos de teatro em SP, como Coletivo Estopo Balaio, Teatro da Conspiração, Cia La Minima e Poleiro do Bando, atuando em suas montagens. Mariana também soma em sua trajetória três premiações como melhor atriz em festivais teatrais nacionais. Atuou como bailarina profissional em cias de dança contemporânea sob direção de Miriam Druwe, Henry Camargo e Claudia Nwbalisili, entre 2013 a 2017. A temporada carioca de “Magnólia”, de 12 de março e até 5 de abril, segue no Sesc Copacabana, no Rio de Janeiro, com ingressos de R$15 a R$30 disponíveis no Ingresso.com (https://www.ingresso.com/evento/magnolia). Instagram: https://www.instagram.com/vimvermarina/ SERVIÇO Temporada: 12/03 a 05/04 Local: Sesc Copacabana Endereço: Rua Domingos Ferreira, 160, Copacabana Classificação: 14 anos Duração: 90 minutos Ingressos: R$15 (meia), R$30 (inteira) Link de venda:https://www.ingresso.com/evento/magnolia
26 de março de 2026
Sucesso de público e crítica, as últimas apresentações acontecem no sábado (28) e domingo (29), às 16h30, com sessão extra no domingo (29), às 14h. Até 15 de março, a primeira temporada da comédia musical realizou 28 apresentações e recebeu cerca de 14 mil espectadores, um verdadeiro case de sucesso. Um sucesso de bilheteria, o espetáculo inspirado na obra da escritora Thalita Rebouças chega à sua última semana em cartaz no Roxy, reunindo o público para as apresentações de despedida. Desde a estreia, em 8 de janeiro, o musical vem lotando sessões ao unir humor, emoção e situações com as quais o público se reconhece facilmente, reforçando a ideia central da história: mães e filhos não mudam, apenas trocam de CEP. "É o fim de uma temporada de muito sucesso, de muita realização. Eu não sabia que podia ser tão feliz, minha vida já era tão bacana, e ainda assim fui surpreendida. Passar sábados e domingos com a casa lotada, levando arte e cultura para as pessoas, aproximando famílias… é lindo de ver. Vai vó, bisavó, mãe, filha, netinhas, gerações juntas, compartilhando esse momento. Sinto muito orgulho do que a gente construiu ali no Roxy, levar arte de forma tão acessível. “Fala Sério, Mãe!” foi, com certeza, a primeira experiência teatral de muita gente. E isso não tem preço.", atesta Thalita Rebouças. Fala Sério, Mãe! – Elas só mudam de endereço Comédia musical com Thalita Rebouças e grande elenco Local: Roxy Rua Bolívar, 45 – Copacabana – Rio de Janeiro Até 29 de março Última semana: https://www.eventim.com.br/falaseriomae • Dia 28 – sábado Às 16h30 • Dia 29 – domingo - sessão dupla Às 14h (abertura da casa à 12h - cardápio para almoço) Às 16h30 (abertura da casa às 15h30 – menu kids) Ingressos: a partir de R$ 60 Compra online: https://www.eventim.com.br/falaseriomae