13 de março de 2026

No Mês da Mulher, Sala Cecília Meireles recebe concerto da Orquestra Sinfônica Brasileira com protagonismo feminino

Espetáculo “Mulheres na Música” terá regência de Simone Menezes, participação da violinista Ana de Oliveira e obras de compositoras no repertório


A Sala Cecília Meireles recebe, nos dias 14 e 15 de março, o concerto “Mulheres na Música”, apresentado pela Orquestra Sinfônica Brasileira. O espetáculo destaca a produção musical feminina no repertório de concerto, reunindo obras de compositoras de diferentes períodos e estilos.


Sob regência da maestra Simone Menezes, a apresentação contará com participação da violinista Ana de Oliveira como solista e mais de 15 mulheres na equipe do evento. O programa evidencia diferentes perspectivas da criação musical feminina, valorizando compositoras que contribuíram e seguem contribuindo para a música de concerto.


No repertório estão composições de musicistas como Joan Tower, Juliana Ripke, Claudia Montero e Louise Farrenc. A proposta do concerto é ampliar a visibilidade de obras escritas por mulheres, mostrando sua presença na história e na produção contemporânea da música erudita.


Orquestra Sinfônica Brasileira


Fundada em 1940, a Orquestra Sinfônica Brasileira é um dos mais tradicionais conjuntos sinfônicos do país e possui trajetória marcada pela difusão da música de concerto no Brasil. Ao longo de mais de oito décadas de atividades, a instituição realizou milhares de apresentações e desenvolveu projetos voltados à formação de plateia e à democratização do acesso à música.


Sala Cecília Meireles


Administrada pela Fundação Anita Mantuano de Artes do Estado do Rio de Janeiro (Funarj), a Sala Cecília Meireles é um dos principais espaços dedicados à música de concerto no país. Localizada no centro do Rio de Janeiro, a sala recebe regularmente apresentações de orquestras, grupos de câmara e solistas, consolidando-se como referência na difusão da música erudita no estado.


Serviço

Concerto: “Mulheres na Música”

Datas: 14 e 15 de março

Horários: Sábado, às 17h; domingo, às 11h

Local: Sala Cecília Meireles – Rua da Lapa, 47, Centro, Rio de Janeiro

Valores: Sábado - R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia-entrada); domingo - R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada)

Ingressos: funarj.eleventickets.com


16 de março de 2026
Com curadoria e cenografia de Jorge Mendes, a mostra fica em cartaz no museu Janete Costa em Niterói até 29 de março de 2026. Acolher é mais do que receber. É tratar com cuidado, proteger, preservar. É sustentar aquilo que nos conecta ao mundo, ao outro e a nós mesmos. Potes de cerâmica, cestarias, gamelas e caixas confeccionadas por grandes artistas populares, cooperativas e comunidades tradicionais, indígenas, quilombolas, sertanejas e ribeirinhas acolhem alimentos, água, memórias, saberes e histórias que atravessam gerações. Cada peça revela a marca das mãos que a moldaram e a herança de quem ensinou o ofício. No barro, na fibra e na madeira estão gravadas histórias de um Brasil profundo, em diálogo com práticas de toda a América Latina, onde povos distintos compartilham o gesto de acolher: acolher para proteger, proteger para preservar, preservar para celebrar. A arte popular latino-americana é feita desses laços invisíveis, trançados na mesma matéria, nutridos pelo saber coletivo e movidos pelo desejo de manter viva a memória de todos nós. Jorge G. Mendes Curador Acolher é um gesto de humanidade. É um ato de cuidado que reconhece o outro, que o legitima e o preserva. A reunião dessas obras criadas por artistas populares, comunidades tradicionais, indígenas, quilombolas, sertanejas e ribeirinhas, reafirma o compromisso da Fundação de Arte de Niterói em proteger e valorizar o patrimônio cultural e artístico brasileiro - especialmente aquele que nasce das mãos e dos saberes coletivos. É nesse encontro que celebramos a pluralidade da nossa arte, viva, pulsante e ancestral. O Museu Janete Costa de Arte Popular se torna, mais uma vez, um espaço de pertencimento: um lugar onde memórias são honradas, identidades são reconhecidas e o Brasil profundo encontra visibilidade e respeito. Que esta exposição inspire em cada visitante o desejo de acolher histórias, tradições, territórios e pessoas. Micaela Costa Presidenta da Fundação de Arte de Niterói
16 de março de 2026
Nesse mês dedicado às mulheres, a Sala José Cândido de Carvalho, sob Curadoria de Desirée Monjardim, traz 11 potentes artistas que, em coletivo, entrelaçam vozes, gestos e visões, afirmando o feminino como linguagem, território e permanência um campo vivo de criação, direito e memória. Segundo Be Sancho, artista visual, curador e mestre em Ensino de História, "no encontro cultivamos afetos, tecemos memórias, nutrimos a corpo-templo. É nesse espaço de trocas que as artistas visuais revelam a dimensão sensivel e insurgente do feminino, expandindo seus gestos criadores em potência e poder, sensibilidade e beleza, marcando presença em nosso tempo e lugar de pertencimento. São discursos estéticos que nos inspiram a ver para além do percebido de imediato, atravessando camadas visiveis e invisíveis, nos movendo a seguir com confiança na construção de novos valores e sentidos. A mulher em suas diferentes dimensões ganha potência nessa mostra, onde cada artista nos oferece diferentes perspectivas estéticas e poéticas. Pintura, cerâmica e fotografia compõem o campo sensível da exposição, ofertando-nos elementos simbólicos que nos impulsionam a imaginar e a construir novas narrativas sobre o feminino."  Serviço Exposição: 'O Feminino é Arte' - coletivo Curadoria: Desirée Monjardim Assistente de curadoria: Lina Ponzi Abertura: 10 de março de 2026, às 18h Visitação: Até 08 de maio de 2026 - 2ª a 6ª, das 9h às 17h Local: Sala José Cândido de Carvalho Rua Presidente Pedreira, 98. Ingá, Niterói