26 de fevereiro de 2026

Festival Humor Contra-Ataca Celebra no Dia do Comediante

 No dia 26 de fevereiro, o Brasil celebra o Dia do Comediante, uma data que homenageia os profissionais que transformam o humor em arte e fazem do riso uma poderosa ferramenta de conexão, reflexão e crítica social.


Muito além das gargalhadas, a comédia exige texto, timing, estudo, ensaio e sensibilidade. Seja no teatro, na televisão ou no stand-up, existe um trabalho sério por trás de cada piada. Celebrar essa data é reconhecer que fazer rir é coisa séria e que, em tempos desafiadores, o humor segue sendo um dos maiores respiros da sociedade.


Em 2026, o riso ganhou palco de destaque com a 3ª edição do Humor Contra-Ataca, que ocupa o palco do Qualistage, a maior casa de shows do Rio de Janeiro. O festival estreou em 17 de janeiro e segue até 10 de abril, reafirmando que o humor brasileiro vive um momento de expansão e reconhecimento. 


Depois de duas edições de enorme sucesso, o evento retorna ainda mais grandioso, mostrando que a comédia, antes restrita a teatros e clubes menores, hoje ocupa espaço nobre, com estrutura de grande espetáculo, som e luz dignos de shows musicais. Com público cativo e fiel, o festival comprova que o humor arrasta multidões e domina as redes sociais, reunindo um verdadeiro time de gigantes da comédia que, juntos, somam mais de 23 milhões de seguidores.


Sob curadoria da atriz e produtora Renata Castro Barbosa, cada noite apresenta uma combinação especial de estilos, sotaques e olhares sobre o cotidiano, reforçando a pluralidade de gerações e linguagens que fazem do festival um retrato vibrante da comédia contemporânea.


A estreia, em 17 de janeiro, recebeu Xanda Dias, Flávia Reis e Nany People. No dia 31 de janeiro, subiram ao palco Júnior Chicó e Rodrigo Marques. Em 7 de fevereiro, a abertura ficou por conta de Jeffinho Farias e o show principal foi de Luana Zucolotto. 


A programação segue no dia 7 de março, com abertura de Titela e apresentação principal de Tom Cavalcante; em 20 de março, Paulinho Serra abre a noite para o grupo Os Melhores do Mundo; no dia 28 de março, Gui Albuquerque prepara o palco para Leandro Hassum; em 4 de abril, Priscila Castello Branco faz a abertura antes do show de Rafael Portugal; e o encerramento, em 10 de abril, terá Osvaldo Barros abrindo para Paul Cabannes.


O Humor Contra-Ataca 2026 prova, em números e relevância, que o humor brasileiro vive seu auge: amplificado, compartilhado e celebrado diariamente nas timelines de milhões de pessoas e, principalmente, diante de plateias que lotam uma das maiores casas de espetáculo do país. No Dia do Comediante, nada mais simbólico do que ver o riso ocupar o centro do palco. Porque rir é essencial e quem dedica a vida a provocar esse riso merece ser celebrado.


07 de março - Abertura: Titela do Ceará - Principal: Tom Cavalcante

https://qualistage.com.br/tom-cavalcante

Sábado às 21h

 

20 de março - Abertura: Paulinho Serra - Principal: Melhores do Mundo

https://qualistage.com.br/os-melhores-do-mundo

Sexta às 21h30

 

28 de março - Abertura: Gui Albuquerque - Principal: Leandro Hassum

https://qualistage.com.br/leandro-hassum

Sábado às 21h

 

04 de abril - Abertura: Priscila Castello Branco - Principal: Rafael Portugal

https://qualistage.com.br/rafael-portugal

Sábado às 21h

 

10 de abril - Abertura: Osvaldo Barros - Principal: Paul Cabannes

https://qualistage.com.br/paul-cabannes

Sexta às 21h30

 

Local: Qualistage

Endereço: Avenida Ayrton Senna, 3000, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro - RJ

Classificação: a partir de 18 anos

Ingressos a partir de R$ 47,50



16 de março de 2026
Com curadoria e cenografia de Jorge Mendes, a mostra fica em cartaz no museu Janete Costa em Niterói até 29 de março de 2026. Acolher é mais do que receber. É tratar com cuidado, proteger, preservar. É sustentar aquilo que nos conecta ao mundo, ao outro e a nós mesmos. Potes de cerâmica, cestarias, gamelas e caixas confeccionadas por grandes artistas populares, cooperativas e comunidades tradicionais, indígenas, quilombolas, sertanejas e ribeirinhas acolhem alimentos, água, memórias, saberes e histórias que atravessam gerações. Cada peça revela a marca das mãos que a moldaram e a herança de quem ensinou o ofício. No barro, na fibra e na madeira estão gravadas histórias de um Brasil profundo, em diálogo com práticas de toda a América Latina, onde povos distintos compartilham o gesto de acolher: acolher para proteger, proteger para preservar, preservar para celebrar. A arte popular latino-americana é feita desses laços invisíveis, trançados na mesma matéria, nutridos pelo saber coletivo e movidos pelo desejo de manter viva a memória de todos nós. Jorge G. Mendes Curador Acolher é um gesto de humanidade. É um ato de cuidado que reconhece o outro, que o legitima e o preserva. A reunião dessas obras criadas por artistas populares, comunidades tradicionais, indígenas, quilombolas, sertanejas e ribeirinhas, reafirma o compromisso da Fundação de Arte de Niterói em proteger e valorizar o patrimônio cultural e artístico brasileiro - especialmente aquele que nasce das mãos e dos saberes coletivos. É nesse encontro que celebramos a pluralidade da nossa arte, viva, pulsante e ancestral. O Museu Janete Costa de Arte Popular se torna, mais uma vez, um espaço de pertencimento: um lugar onde memórias são honradas, identidades são reconhecidas e o Brasil profundo encontra visibilidade e respeito. Que esta exposição inspire em cada visitante o desejo de acolher histórias, tradições, territórios e pessoas. Micaela Costa Presidenta da Fundação de Arte de Niterói
16 de março de 2026
Nesse mês dedicado às mulheres, a Sala José Cândido de Carvalho, sob Curadoria de Desirée Monjardim, traz 11 potentes artistas que, em coletivo, entrelaçam vozes, gestos e visões, afirmando o feminino como linguagem, território e permanência um campo vivo de criação, direito e memória. Segundo Be Sancho, artista visual, curador e mestre em Ensino de História, "no encontro cultivamos afetos, tecemos memórias, nutrimos a corpo-templo. É nesse espaço de trocas que as artistas visuais revelam a dimensão sensivel e insurgente do feminino, expandindo seus gestos criadores em potência e poder, sensibilidade e beleza, marcando presença em nosso tempo e lugar de pertencimento. São discursos estéticos que nos inspiram a ver para além do percebido de imediato, atravessando camadas visiveis e invisíveis, nos movendo a seguir com confiança na construção de novos valores e sentidos. A mulher em suas diferentes dimensões ganha potência nessa mostra, onde cada artista nos oferece diferentes perspectivas estéticas e poéticas. Pintura, cerâmica e fotografia compõem o campo sensível da exposição, ofertando-nos elementos simbólicos que nos impulsionam a imaginar e a construir novas narrativas sobre o feminino."  Serviço Exposição: 'O Feminino é Arte' - coletivo Curadoria: Desirée Monjardim Assistente de curadoria: Lina Ponzi Abertura: 10 de março de 2026, às 18h Visitação: Até 08 de maio de 2026 - 2ª a 6ª, das 9h às 17h Local: Sala José Cândido de Carvalho Rua Presidente Pedreira, 98. Ingá, Niterói