28 de outubro de 2026

“Embarcação Perdue” estreia no Rio em novembro com história sobre perdas, encontros e aquilo que ainda pode ser recuperado


E se você pudesse encontrar, de alguma maneira, aquilo que perdeu? É a partir dessa provocação que nasce “Embarcação Perdue”, espetáculo que marca a estreia de Lucas Pimenta como autor e diretor de teatro e amplia para os palcos uma trajetória que vem desenvolvendo também no audiovisual. A Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura e BNY apresentam a montagem, que estreia em 5 de novembro, no Teatro Glaucio Gil, no Rio de Janeiro, onde permanece em cartaz até 27 de novembro. Com produção da Touché Entretenimento, que também faz com o projeto sua estreia no teatro de prosa, e patrocínio de BNY e Robert Half, a peça transforma perdas, ausências e reencontros em uma jornada que combina humor, absurdo e poesia.



Na trama, a chegada de uma misteriosa embarcação movimenta uma cidade ao anunciar uma possibilidade difícil de ignorar: tudo aquilo que foi perdido pode ser encontrado. A notícia desperta imediatamente o interesse de pessoas dispostas a seguir viagem, mas chegar a bordo não é tão simples. Antes da partida, uma série de entrevistas determina quem poderá embarcar e, ao revelar o que cada candidato deseja recuperar, expõe também histórias, desejos e ausências mantidos até então em silêncio. 


Sob o comando de um Capitão enigmático, forma-se uma tripulação de desconhecidos reunidos pela esperança de recuperar algo que a vida levou. Há quem procure a juventude, quem tente reencontrar a própria identidade, quem busque uma família e até quem queira recuperar a capacidade de sentir. O destino é o chamado “Lugar Nenhum”, e o percurso coloca progressivamente em dúvida se a viagem poderá, de fato, devolver o que ficou para trás ou se encontrará outras respostas pelo caminho. 


SERVIÇO:

Embarcação Perdue


Temporada: 5 a 27 de novembro de 2026

Local: Teatro Glaucio Gil

Cidade: Rio de Janeiro (RJ)

Texto e direção: Lucas Pimenta

Elenco: Márcio Vito, Marina Elias, Andrea Dantas, Leandro da Matta, Vitor Thirré, Giulie Oliveira, Hugo Lobo e Leon Marques

Produção: Touché Entretenimento

Apresentação: Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura e BNY

Patrocínio: BNY e Robert Half

Dias e horários: Quarta a Sexta às 20h

Ingressos: R$ 50 (inteira) R$25 (meia)

Link de vendas: https://funarj.eleventickets.com/#!/categoria/beabb69402299f72e26268ef1ca24bde7f6e1821

Endereço: Praça Cardeal Arcoverde, s/n, em Copacabana, Rio de Janeiro - RJ (CEP 22040-030)

Duração: 90 minutos 

Classificação indicativa: 14 anos

28 de outubro de 2026
Depois de realizar sua primeira edição em 2024, o Festival Quilombo Cultural retorna à Ilha da Marambaia, em Mangaratiba (RJ), nos dias 31 de outubro e 1º de novembro de 2026, ampliando uma iniciativa dedicada à valorização das culturas quilombolas, caiçaras e afro-brasileiras. Realizado pela Fábrica de Gigantes, o projeto promove o encontro entre mestres e mestras de tradição oral, grupos jongueiros, comunidades tradicionais e novas gerações, criando espaços de troca, celebração e transmissão de saberes. Localizada na Costa Verde, a Ilha da Marambaia é um território ancestral que reúne características singulares das tradições quilombolas e caiçaras. Realizar o festival nesse território também assume um caráter simbólico e estratégico diante das disputas fundiárias e das ameaças de remoção enfrentadas pela comunidade. A proposta é reunir grupos do Vale do Café, Baixada Fluminense, Rio de Janeiro e Marambaia, fortalecendo vínculos e conexões A segunda edição volta a ocupar a Marambaia com uma programação de dois dias que reúne oficinas, cultura pernalta, jongo, samba de roda, culinária quilombola, turismo histórico e atividades de celebração e encontro comunitário. SERVIÇO: Festival Quilombo Cultural — 2ª edição  Datas: 31 de outubro e 1º de novembro de 2026 Local: Ilha da Marambaia — Mangaratiba, RJ
28 de outubro de 2026
Um baiano flamenguista apaixonado, amigo pessoal de Zico e ex-morador da Gávea, o cantor e compositor Moraes Moreira segue vivo na lembrança afetiva do Rio de Janeiro. Antecipando as celebrações dos 80 anos do eterno ‘novo baiano’, a Cidade Maravilhosa será palco do espetáculo “Moraes Musical Moreira”, que acontece de 5 a 29 de novembro, no Teatro Carlos Gomes . Aclamado pelo público e a crítica, o musical, que une teatro, música e dança, chega ao Rio após levantar mais de 15 mil pessoas em temporadas por Salvador, Recife e Brasília. Os ingressos já estão disponíveis pelo Sympla, clicando aqui. Assinando 40 músicas da trajetória do artista, o espetáculo chega ao fim da turnê nacional em 2026, levando uma experiência cênica construída a partir das memórias, influências e faixas que marcaram a carreira de Moraes. Inspirada na linguagem de cordel, “Moraes Musical Moreira” convida ao mergulho no universo de um dos artistas que ajudou a reinventar os caminhos da música popular brasileira. Natural de Ituaçu, na Bahia, Moraes Moreira construiu uma obra que atravessou diferentes gerações e linguagens. Fundador dos Novos Baianos, pioneiro como cantor de trio elétrico e responsável por aproximar diferentes ritmos em sua produção, o artista transitou pelo frevo, choro, rock, samba, forró, MPB e pela poética do cordel. Canções como Pombo Correio, Bloco do Prazer, Chão da Praça e Chame Gente permanecem no repertório popular e ajudam a contar a história de um compositor que levou a música nordestina para diferentes espaços do país. Dirigido pela atriz e coreógrafa Ana Paula Bouzas, o espetáculo Moraes Musical Moreira apresenta uma narrativa poética inspirada na essência do artista. Em cena, as duas faces de Moraes, divididas entre o Poeta-Cantador de Rodrigo Sestrem e o Vaqueiro do Som de Cris Meirelles percorrem uma jornada em busca da Musa Música, vivida por Júlia Tizumba, ambos acompanhados pelo “Bloco do Prazer”. “Entendi que pra viver a riqueza da obra de Moraes no palco – em teatro, dança e música – a gente precisaria trazer, junto com ele, o povo que inspirou e eternizou sua criação, porque Moraes é um artista da massa. Cidadão brasileiro que nos falou de liberdade, democracia, amor e alegria. ‘Moraes Musical Moreira’ é nossa declaração carinhosa a esse assombro criativo que ele é, o nosso desejo de partilhar a presença de um patrimônio musical brasileiro em nossos corpos, celebrar a magnitude de quem viveu em estado constante de inspiração, numa conexão profunda, sincera e refinada entre a sua arte e seu povo”, destaca Ana Paula Bouzas. Dialogando com as “raízes nordestinas” presentes na obra do compositor, o musical amplia sua narrativa por meio de um elenco formado por atores, atrizes, cantoras, cantores e multiartistas. Com treze artistas em cena, integram o espetáculo Diana Ramos, Luisa Muricy, Kadu Veiga, Mano Leone, Nana Nevez, Ofámirô, Rapha Gouveia, Sabiá, Saulo Ilogoní e Marcos Lopes. Construindo a identidade do musical, as direções de Arte, Musical e de Coreografia ficaram, respectivamente, com Renata Mota (Mancha de Dendê Não Sai, 2023), a dupla João Milet Meirelles (trilha de Uma Leitura dos Búzios, 2022) e Ronei Jorge (Miss Suéter), além do bailarino e performer Jai Bispo (Torto Arado – O Musical) e sua dupla, a professora de danças brasileiras, Isis Carla. A equipe conta ainda com Jaya Batista, Vinícius Bustani e Edu Coutinho como assistentes de direção. Já o figurino é assinado pela dupla Alexandre Guimarães e Diana Moreira. A dramaturgia de Fábio Espírito Santo, roteirista e diretor teatral, conduz a narrativa do espetáculo, que tem coordenação geral de Fernanda Bezerra. No palco, o elenco é acompanhado por uma banda formada por seis músicos, nos riffs de Tarcísio Santos, Mistro, Indira Dourado, Antenor Cardoso e Fredinho, com regência da assistente de Direção Musical e baixista Carla Suzart.